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    30/05 - Dia do Geólogo

    30 de Maio de 2015

    Dia do Geólogo


    Geólogo é o profissional que estuda a origem, a formação, a estrutura e a composição da crosta terrestre e as alterações sofridas no decorrer do tempo, investiga a ação do homem e das forças naturais sobre o planeta, obtendo informações do impacto ambiental.

    Simplificadamente, podemos dividir em três grandes planos a atividade profissional do Geólogo. Todos eles com estreita relação com o cotidiano e com a qualidade da vida humana no planeta: Fenômenos Geológicos Naturais, no âmbito do qual o Geólogo investiga fenômenos associados à dinâmica geológica do planeta, como terremotos, maremotos, vulcanismos, variações térmicas planetárias e suas conseqüências, processos regionais de desertificação, escorregamentos e avalanches naturais em regiões serranas, etc., definindo cuidados e providências que devam ser tomados pelo Homem para evitar ou reduzir ao máximo os danos que esses fenômenos possam causar.

    Exploração de Recursos Minerais, plano em que o Geólogo estuda a formação de jazidas minerais de interesse do homem (ferro, manganês, cobre, carvão mineral, petróleo, água subterrânea, urânio, alumínio, areia e brita para construção, argila para cerâmica, etc.), localiza-as na Natureza, avalia-as técnica e economicamente e planeja, juntamente com o Engenheiro de Minas, sua exploração e posterior recuperação ambiental da área afetada; e a Geologia de Engenharia, dentro do qual o Geólogo estuda as interferências do homem sobre o meio físico geológico.

    Esse profissional também deve estudar os rios e os lençóis freáticos, localizar e acompanhar a exploração de reservas petrolíferas e de gás natural, aplicando conceitos teóricos e estudos sobre a constituição do solo, além de elaborar mapas e relatórios que permitam determinar os tipos de construção que estão em conformidade com a região.
    No Brasil, a profissão foi regulamentada em 1962, pelo presidente da República, João Goulart.

    30/05 - Santa Joana d'Arc

    30 de Maio de 2015
    Santa Joana d'Arc




    “Sacrificou sua vida pela libertação de sua pátria e de seu povo”

    Joana nasceu no dia 06 de janeiro de 1412, em Lorena, na França. Era filha de Jaques d'Arc e Isabel, camponeses muito pobres, e muito cristãos. Era analfabeta, mas ia a Igreja com frequência.

                Aos treze anos de idade, começou a ter experiências místicas, ouvia vozes do arcanjo Miguel, das santas, Catarina de Alexandria e Margarida de Antioquia, que avisavam e preparavam-na para a importante missão que teria pela frente.

    Era na época da Guerra dos “Cem Anos” entre a França e a Inglaterra, governada por Henrique VI. Os franceses estavam enfraquecidos com o rei deposto e os ingleses tentando firmar seus exércitos para tomar de vez o trono.

                As mensagens que Joana recebia exigiam que ela expulsasse os invasores, reconquistasse a cidade de Orleans e reconduzisse ao trono o rei Carlos VII, para ser coroado na catedral de Reims, novamente como legítimo rei da França.

    Depois de muitas dificuldades, aos dezoito anos de idade, Joana conseguiu o apoio do rei Carlos VII, depois que ele viu sinais de Deus nela. Assumiu a chefia dos exércitos e vestiu uma armadura de aço, pegando com arma uma bandeira bordada com a cruz e os nomes de Jesus e Maria.

    Joana venceu as batalhas juntamente com seus exércitos, e os franceses ficaram livres dos invasores ingleses. E Carlos VII foi coroado na catedral de Reims, como era tradição na realeza francesa.

    A luta pela reconquista demorara cerca de um ano e ela desejava voltar para sua vida simples no campo. Mas o rei exigiu que ela continuasse comandando os exércitos na reconquista de Paris. Ela obedeceu, mas foi ferida e também traída, sendo vendida para os ingleses, que decidiram julgá-la por heresia. Foi condenada à morte na fogueira como "feiticeira”.

    Tinha dezenove anos e morreu queimada viva, em 30 de maio de 1431, diante da população, na praça do Mercado Vermelho, em Rouen.


    Joana d'Arc foi canonizada em 1920 pelo papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da França.

    30/05 - Mc 11,27-33

    30 de Maio de 2015



    Marcos 11,27-33

    Jesus e os discípulos foram outra vez a Jerusalém. Enquanto andava pelo templo, os sumos sacerdotes, os escribas e os anciãos se aproximaram de Jesus e lhe perguntaram: “Com que autoridade fazes essas coisas? Quem te deu autoridade para fazer isso?” Jesus disse: “Vou fazer-vos uma só pergunta. Respondei-me, que eu vos direi com que autoridade faço isso. O batismo de João era do céu ou dos homens? Respondei-me!” Eles discutiam entre si: “Se respondermos: ‘Do céu’, ele dirá: ‘Por que não acreditastes em João?’ Vamos então responder: ‘Dos homens’?...” – Eles tinham medo do povo, já que todos diziam que João era realmente um profeta. Responderam então a Jesus: “Não sabemos”. E Jesus retrucou-lhes: “Pois eu também não vos digo com que autoridade faço essas coisas!”





                Entendendo



    JESUS INCOMODA AS AUTORIDADES
    MUITO MAIS PELO QUE FAZ DO QUE PELO QUE DIZ!

    Para ser fiel a Deus Jesus tinha que confrontar as autoridades da época. Não era fácil “bater de frente” com o poder oficial constituído. O confronto de hoje é com uma caravana de peso, composta de três facções ou representações da sociedade da época: os sumos sacerdotes, que serviam ao Templo oficial; os escribas, que eram tidos como intelectuais e especialistas da Lei, e os anciãos, pessoas idosas que gozavam de prestígio e autoridade frente ao povo.

    É interessante perceber que eles não estão preocupados com as palavras de Jesus, mas, com as “coisas” que Ele realiza. As palavras são importantes e necessárias para anunciar e conscientizar, mas são os exemplos que convencem. Certa feita, questionado pelos discípulos de João sobre quem Ele era Jesus responde que as curas que realiza mostram a sua identidade.

    Respondendo à comitiva sobre ‘com que autoridade Ele teria para agir’, Jesus leva seus adversários a admitirem, em seu silêncio, a origem divina do batismo de João, um batismo de penitência e conversão. Jesus está revelando a eles a obrigação de reconhecerem a origem idêntica para sua própria missão e atividade, cujo objetivo é convidá-los à conversão.




    Atualizando

    JESUS FOI DESAFIADO PELAS AUTORIDADES ROMANAS
    O Cristão hoje é desafiado pelas Religiões

    Se no tempo de Jesus os confrontos e divergências eram com as autoridades dos judeus, tanto políticas como religiosas, hoje as disputas e divergências são internas, entre os cristãos ou, os que se dizem cristãos. Entre os teólogos, existem três linhas básicas: o exclusivismo, o inclusivismo e o pluralismo.

    A posição exclusivista, em sua concepção radical, condiciona a salvação ao conhecimento de Jesus Cristo fazendo parte de uma determinada Igreja. A revelação de Deus, neste caso, estaria fixada à tradição ou linguagem religiosa exclusivamente cristã. É uma interpretação descontextualizada de Orígenes e Cipriano. Esta concepção já foi superada pela Igreja Católica, no Concílio Vaticano II.

    A posição inclusivista, de corte cristocêntrico, aceita que a salvação também se realiza nas outras religiões, mas nega-lhes uma autonomia de salvação, já que a salvação é própria em Jesus Cristo. Leva a sério a afirmação de Atos 10,45 de que o dom do Espírito também foi derramado sobre as nações pagãs, e não pertence somente à comunidade cristã. Sua atuação, porém, junto às religiões, condiciona-se a imprimir nelas a marca de Cristo (Rm 8,9). Assim sendo, as demais religiões estariam, diante do cristianismo, em segundo plano.

    A posição pluralista retira o caráter absoluto do cristianismo como religião histórica em favor do mistério de Deus enquanto realidade última. Defende a passagem de uma abordagem de Cristo como centro (cristocêntico), para outra onde Deus é o centro (teocêntrico). Esta proposta faz de Deus o centro gravitacional de todas as religiões.

    Jesus é apresentado no Novo Testamento como caminho definitivo para Deus, na qualidade de único mediador entre o Pai e os homens (1Tm 2,5). “Não há nenhuma salvação a não ser Nele; pois não há sob o céu nenhum outro nome oferecido aos homens que seja necessário à salvação” (At 4,12). “Abrir mão dessa normatividade, adverte o teólogo suíço e sacerdote católico, Hans Kung, seria recusar a fé cristã”. Restringir a pessoa de Jesus Cristo como a revelação plena e definitiva de Deus equivale a destruir os próprios fundamentos do cristianismo.


    (Fonte: Artigo do Pe. Luiz Eustáquio dos Santos Nogueira)

    29/05 - Dia do Geógrafo

    29 de Maio de 2015
    Dia do Geógrafo



    Do grego "geos" significa “terra” e "grafos" que quer dizer “escrever”. Assim foi formada a palavra Geografia, ou seja, o estudo científico da superfície da Terra. 

    Vamos entender um pouco mais sobre o geógrafo.  Os fenômenos físicos, biológicos e humanos que acontecem em nosso globo terrestre são estudados pelos geógrafos. Atualmente uma das suas principais funções é auxiliar no planejamento urbano, no aproveitamento dos recursos naturais, contribuindo para que o impacto ambiental seja cada vez menor para à população. 

    Com o passar dos tempos a Geografia foi se modernizando e ganhando espaço, além  das principais atividades em escolas e universidades. Surgiu, por exemplo, o geomarketing, que tem como objetivo o estudo para alocação e planejamento das redes de serviço e comércio. 

    Os geógrafos estão em diversas áreas de atuação: geografia médica ou da saúde, geografia de óleo & gás, nas obras do metrô, no trabalho com os resíduos sólidos, no saneamento, na energia, na regularização fundiária, na telefonia móvel... Em todas essas áreas podemos encontrar um profissional atuante da Geografia. 


    29/05 - Santa Úrsula Ledochowska

    29 de Maio de 2015
    Santa Úrsula Ledochowska



    Fundou a Congregação das Irmãs Ursulinas do
    Sagrado Coração Agonizante

    Júlia Ledochowska nasceu no dia 17 de abril de 1865, na Áustria. Pertencia a uma família de nobres poloneses, que residiam na Áustria. Júlia viveu no seu país até a adolescência, depois voltou com a família para Polônia.

    Quando completou vinte e um anos de idade, ingressou no Convento das Irmãs Ursulinas da Cracóvia, onde se tornou religiosa e adotou o nome de Úrsula em 1899.

    Era uma mulher que gostava de trabalhar com a educação e evangelização de jovens. Foi superiora do seu convento, dirigiu também um internato de estudantes polonesas exiladas, na Rússia. Depois, em 1909, fundou uma casa de religiosas Ursulinas, na Finlândia e em Petersburgo, na Rússia.

    Por causa de sua cidadania austríaca, foi muito perseguida e, em 1914, teve que se refugiar na Suécia, onde também fundou um pensionato e uma escola.

    Em 1920 saiu de sua Congregação para fundar uma nova Ordem, a das Irmãs Ursulinas do Sagrado Coração Agonizante, com a função de dar assistência aos jovens abandonados e para cuidar dos pobres, idosos e crianças.

    A Ordem foi aprovada em 1930, e se desenvolveu com muita rapidez. Úrsula, além da Ordem, deixou também vários livros escritos.

    Úrsula faleceu em Roma, na casa mãe da Ordem, no dia 29 de maio de 1939, quando tinha setenta e quatro anos de idade.


     Foi beatificada em 1983 e canonizada em 2003, pelo mesmo papa João Paulo II.

    29/05 - Mc 11,11-26

    29 de Maio de 2015



    Marcos 11,11-26

    Jesus entrou em Jerusalém e foi ao templo. Lá observou todas as coisas. Mas, como já era tarde, ele e os Doze foram para Betânia. No dia seguinte, ao saírem de Betânia, Jesus sentiu fome. Avistando de longe uma figueira coberta de folhas, foi lá ver se encontrava algum fruto. Chegando perto, só encontrou folhas, pois não era tempo de figos. Então reagiu dizendo à figueira: “Nunca mais ninguém coma do teu fruto”. Os discípulos ouviram isso.
    Foram então a Jerusalém. Entrando no templo, Jesus começou a expulsar os que ali estavam vendendo e comprando. Derrubou as mesas dos que trocavam moedas e as bancas dos vendedores de pombas. Também não permitia que se carregassem objetos passando pelo templo. Pôs-se a ensinar e dizia-lhes: “Não está escrito que a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos? Vós, porém, fizestes dela um antro de ladrões”. Os sumos sacerdotes e os escribas ouviram isso e procuravam um modo de matá-lo. Mas tinham medo de Jesus, pois a multidão estava maravilhada com o ensinamento dele. E quando anoiteceu, Jesus e os discípulos foram saindo da cidade.
    De manhã cedo, ao passarem, verificaram que a figueira tinha secado desde a raiz. Pedro lembrou-se e disse: “Rabi, olha, a figueira que amaldiçoaste secou”. Jesus lhes observou: “Tende fé em Deus. Em verdade, vos digo: se alguém disser a esta montanha: ‘Arranca-te e joga-te no mar’, sem duvidar no coração, mas acreditando que vai acontecer, então acontecerá. Por isso, vos digo: tudo o que pedirdes na oração, crede que já o recebestes, e vos será concedido. E, quando estiverdes de pé para a oração, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai que está nos céus também perdoe os vossos pecados”.


                Entendendo


    JESUS EXPULSA OS COMERCIANTES DO TEMPLO!

    O episódio da figueira que Jesus fez secar é apenas uma representação de outra realidade que ele quer se referir. A figueira simboliza o povo de Israel. Jesus, o Filho enviado, contava com os frutos produzidos por esse povo chamado por Deus para mostrar o seu amor. Jesus chega e encontra esse povo desviado e estéril quanto ao cumprimento dos mandamentos do seu Pai.

    A decepção continua no Templo, na Casa de Oração. Ao entrar no Santuário o Mestre se depara com uma religião transformada em comércio, em exploração, sem nenhuma preocupação com a prática da misericórdia e da justiça. A casa de Deus estava profanada de maneira flagrante, e ninguém se levantava para pôr um basta nesta situação.

    Na fé do povo de Israel, a infidelidade era sempre punida. Fazer a figueira secar até à raiz significava o castigo a ser dado a um povo infiel, incapaz de dar os frutos esperados por Deus.



    Atualizando


    O DESABAFO DE UM JOVEM SOBRE O
    COMPORTAMENTO DOS QUE PARTICIPAM DA IGREJA!

    Tomando por base o Evangelho de hoje, que Jesus pede respeito à Casa de Oração, podemos fazer um exame de consciência para verificar que tipo de cristãos somos nós. O que nós vamos fazer na Igreja? Vamos de fato rezar e nos encontrar com o irmão e com Deus? É na Igreja que vamos alimentar a nossa fé? Ou será que ir à Igreja para nós não passa de um evento social? Tenho olhado os paroquianos, leitores, catequistas, entre outros como rivais? Tenho desempenhado minhas tarefas num espírito de concorrência de competição entre as demais pessoas? Tenho tido ciúmes, raiva, inveja? Tenho feito algum comentário maldoso a respeito dos defeitos dos demais paroquianos?
            
    Caso alguém tenha se identificado com alguma dessas perguntas ou com outras aqui não sugeridas, esteja certo de que a Igreja está sendo um lugar de pecado, ao invés de crescimento na fé e purificação.
            
    O ambiente de Igreja deve ser exemplar. Pois é do amor que teremos uns para com os outros que o povo vai perceber que realmente somos cristãos, seguidores e anunciadores de Cristo, e  passarão a acreditar em nossas palavras.  A Igreja é o lugar do verdadeiro amor ao próximo, para que todos vejam a Luz e sigam. É na Igreja onde criamos e cultivamos a comunhão entre nós, Deus e os irmãos frequentadores. No ambiente da paróquia não pode haver má vontade, falsidade, fofocas, rejeição, exclusão, política ou manobras de colocar alguém no gelo, perseguições, etc.
            
    Tais coisas não correspondem ao plano de Deus e faz com que a paróquia pareça mais com uma empresa, e não o lugar de nos aproximarmos com Deus, e sim ocasião de pecado.
            
    "Minha casa será chamada casa de oração", de congraçamento, de amizade sincera, de colaboração em vez de competição, de aceitar o outro como ele é e procurar melhorá-lo. A Igreja não é lugar de se autopromover, nem de ganhar dinheiro, ou de tirar qualquer tipo de vantagem pessoal.
            
    Se Jesus aparecesse de forma visível em nossa paróquia, será que não teria vontade de pegar um chicote e fazer algumas correções fraternas?

    (Colaboração do jovem Sal,

    do blog reflexaoliturgiadiaria.blogspot.com.br)

    28/05 - Dia Nacional de Luta pela Redução da Mortalidade Materna

    28 de Maio de 2015

    Dia Nacional de Luta pela Redução
    da Mortalidade Materna



    Infelizmente ainda é grande o número de mulheres que morrem por problemas ocorridos na gravidez, no parto, ou no pós-parto. A Organização Mundial de Saúde (OMS) esclarece que a morte materna é decorrente de problemas ligados à gravidez ou por ela agravados, ocorridos no período da gestação ou até 42 dias após o parto.

    As causas são basicamente decorrentes das doenças hipertensivas da gravidez, hemorragias, infecções puerperais e aborto. Muitas vezes ocorrido pelo fato da má qualidade de vida dos contextos familiares, a violência doméstica, o analfabetismo e a baixa renda.

    Cerca de 90% das mortes maternas poderiam ser evitadas, caso houvesse atendimento adequado no pré-natal, no parto e no pós-parto.

    Preocupados com a saúde materna, o Ministério da Saúde destaca a importância da estratégia Rede Cegonha, uma rede de cuidados materno-infantil, que prevê medidas de fortalecimento da rede de assistência e a progressiva redução da mortalidade materna. Disponibilizando maior acesso aos cuidados hospitalares, e o acompanhamento das mulheres antes, durante e após o parto.

    28/05 - São Germano de Paris

    28 de Maio de 2015

    São Germano de Paris



    “Rejeitado pela mãe, mas amado por Deus e pelo povo!”

    Germano nasceu em 496, em Autun, França. Pertencia a uma família burguesa e rica, mas sua mãe não o queria e tentou aborta-lo quando estava grávida. Depois, quando criança, tentou envenená-lo.

    Germano sobreviveu, e passou a ser criado por um primo ermitão, chamado Escapilão, que o fez prosseguir nos estudos em Avalon. Germano viveu como ermitão em Lazy, durante quinze anos, ao lado do primo, e com ele aprendeu a ser cristão.

    Foi ordenado sacerdote, dirigiu o mosteiro de São Sinforiano e depois se mudou para Paris. Conquistou a confiança do rei Childeberto, que o designou para ser bispo de Paris, em 536.

    Como bispo desenvolveu grandes trabalhos de evangelização, com a ajuda do amigo rei Childeberto, construiu uma grande Igreja e um convento. Germano também participou do Concilio de Tours, em 567, e do Concilio de Paris, em 573.

    Era um bispo amado pela realeza e também pelos pobres, gostava de fazer caridade e ajudar quem precisasse. Faleceu com oitenta anos de idade, no dia 28 de maio de 576.


    Suas relíquias se encontram na majestosa igreja de São Germano de Paris, uma das mais belas construções da cidade.

    28/05 - Mc 10,46-52

    28 de Maio de 2015



    Marcos 10,46-52

    Chegaram a Jericó. Quando Jesus estava saindo da cidade, acompanhavam-no os discípulos e uma grande multidão. O mendigo cego, Bartimeu, filho de Timeu, estava sentado à beira do caminho. Ouvindo que era Jesus Nazareno, começou a gritar: “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim”. Muitos o repreendiam para que se calasse. Mas ele gritava ainda mais alto: “Filho de Davi, tem compaixão de mim”. Jesus parou e disse: “Chamai-o!” Eles o chamaram, dizendo: “Coragem, levanta-te! Ele te chama!” O cego jogou o manto fora, deu um pulo e se aproximou de Jesus. Este lhe perguntou: “Que queres que eu te faça?” O cego respondeu: “Raboni, que eu veja”.  Jesus disse: “Vai, a tua fé te salvou”. No mesmo instante, ele recuperou a vista e foi seguindo Jesus pelo caminho.



                Entendendo


    A CURA DO CEGO DE JERICÓ!

    O Evangelho de hoje é o que podemos chamar de “perícope”, um texto com sentido completo. Nele nós encontramos uma riqueza de detalhes grandiosa. Vamos lá.

    Um cego à beira da estrada, um marginalizado, estava à margem da sociedade, dependendo de esmolas para viver. O caminho de Jericó levava ao Santuário. Ele recebia esmolas dos peregrinos que passavam em “romaria” à cidade santa.

    Deus não nos criou para sermos dependentes. Depender de esmola pra viver é perda de dignidade.

    O cego, movido pela fama de Jesus, gritava e arriscava tudo. Pede insistentemente ao Mestre compaixão. O grito do cego incomoda, menos a Jesus que pediu que o levassem até ele. Jesus perguntou ao cego o que ele estava querendo. Claro que Jesus sabia, mas a pergunta é estratégica, no sentido do doente reconhecer a situação que se encontra, para saber valorizar a graça de Deus, após a cura.

    Jesus faz a cura e diz que quem fez o milagre não foi Ele, mas a fé que o cego tinha consigo. Podemos perceber com essa afirmação, a importância deste patrimônio chamado “fé”!

    No mesmo instante que foi curado, se juntou à multidão. Ou seja, ele não é mais marginal, mas um cidadão com direitos iguais aos daquela multidão. Os que tentavam calar a boca do cego se convencem, não pelas palavras de Jesus, mas pela ação realizada. Isso nos leva à afirmação de São Tiago em sua carta: “a fé sem as obras é morta”.
      



    Atualizando


    A CURA DE JESUS É COMPLETA, EM TRÊS DIMENSÕES!

    Cura corporal. Ele não tem mais defeito físico, seu corpo, suas dores não mais existem. Seu corpo está sadio para produzir e construir sua história.

    Cura social. Ele não é mais mendigo, não precisa ficar dependendo dos outros e sofrendo todo tipo de preconceito. Ele pode conviver na família, na comunidade e na sociedade.

    Cura espiritual. Ele se sente amado por Deus, que fez nele, uma ação extraordinária. Tira a concepção da época de que ele estava cego porque tinha cometido um pecado grave. Sente-se agora perdoado pelo seu Deus.


    Leia esta cura de Jesus nas diversas graças recebidas hoje, seja através de uma cirurgia realizada pela medicina, seja por uma graça ordinária ou extraordinária acontecida, depois de um pedido feito com fé. É preciso ler os acontecimentos presentes com a ótica de divina.

    27/05 - Mc 10,32-45

    27 de Maio de 2015

    evandia

    Marcos 10,32-45

    Estavam a caminho, subindo para Jerusalém. Jesus ia à frente, e eles, assombrados, seguiam com medo. Jesus, outra vez, chamou os doze de lado e começou a dizer-lhes o que estava para acontecer com ele: “Estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos sumos sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos pagãos. Vão zombar dele, cuspir nele, açoitá-lo e matá-lo, mas três dias depois, ele ressuscitará”. Tiago e João, filhos de Zebedeu, aproximaram-se de Jesus e lhe disseram: “Permite que nos sentemos, na tua glória, um à tua direita e o outro à tua esquerda!” Jesus lhes disse: “Não sabeis o que estais pedindo. Podeis beber o cálice que eu vou beber? Ou ser batizados com o batismo com que eu vou ser batizado?” Responderam: “Podemos”. Jesus então lhes disse: “Sim, do cálice que eu vou beber, bebereis, com o batismo com que eu vou ser batizado, sereis batizados. Mas o sentar-se à minha direita ou à minha esquerda não depende de mim; é para aqueles para quem foi preparado”.

    Entendendo

    DOIS DISCÍPULOS, MOVIDOS POR
    VAIDADES FAZEM UM PEDIDO INFELIZ A JESUS!

    O episódio de hoje acontece numa viagem de Jesus com seus discípulos para Jerusalém, o centro do poder religioso e politico. O anúncio de Jesus de que deveria passar por dificuldades em Jerusalém deixou os discípulos assustados e, quanto mais se aproximavam da cidade a tensão aumentava. Com ela, as dúvidas, questionamentos e até propostas surgiam em cada momento.

    Tiago e João, desconsiderando toda caminhada feita com seus companheiros fazem uma proposta egoísta, de serem privilegiados a estarem ao lado de Jesus. Jesus questionou a mentalidade mundana dos dois, desviando-se do objetivo de servir para buscar privilégios.

    Na proposta do Reino trazida por Jesus caem os esquemas do mundo. A grandeza está em servir a todos, e aquele que busca o primeiro lugar deverá ser o primeiro a servir, assim como Ele fez na Última Ceia.

    Atualizando

    NEPOTISMO, JEITINHO BRASILEIRO, QI (QUEM INDICOU)... PROPOSTAS INDECENTES E EGOÍSTAS!

    O pedido egoísta dos discípulos Tiago e João não está distante de nós. Vivemos numa sociedade onde a busca de privilégios ainda continua acentuada. Não resta dúvida que estamos num processo crescente de moralização no Brasil, mas é grande ainda a influência herdada desde a colonização portuguesa, época dos senhores feudais e coronéis.

    O nepotismo continua acentuado, sobretudo nos meios políticos; o chamado “jeitinho brasileiro” força a barra de tal forma a atropelar o direito de outros; o “QI” (quem indicou) continua prevalecendo em muitas colocações e funções públicas. A tradição é tão acentuada e natural para muitos, que na relação com a Igreja querem agir da mesma maneira.

    É a dispensa de um curso para realizar o batismo, porque é parente de alguém influente; é a dispensa da contribuição de um determinado serviço, porque a família ajudou na construção da Igreja; é o batizado da família que não pode ser junto com os da comunidade porque é de alguém de destaque social...

    Quanto distância da postura humilde de Jesus que, desde seu batismo, se misturou a tantos camponeses simples, quis ser anônimo entre os humildes, em momento tão importante de sua presença na terra!

    O papa emérito, Bento XVI, ainda no exercício de suas funções, falou sobre a busca de privilégios em relação à Igreja:

    “A Igreja, no cumprimento de sua missão específica, não busca privilégio algum, mas apenas contribuir para o desenvolvimento integral da pessoa. Peço ao Altíssimo [...] que o bem comum prevaleça sobre os interesses de partido ou de classe, o imperativo ético seja ponto de referência obrigatório de todo cidadão, a riqueza seja equitativamente distribuída e os sacrifícios sejam compartilhados igualmente, não apenas pelos mais necessitados".

     

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