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    04/09 - Lc 5,33-39

    04 de Setembro de 2015

    evandia

    Lucas 5,33-39

    Eles disseram-lhe: “Os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam com frequência e fazem orações, mas os teus discípulos comem e bebem”. Jesus, então, lhes disse: “Podeis obrigar os convidados do casamento a jejuar, enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, naqueles dias, eles jejuarão”. Contou-lhes ainda uma parábola: “Ninguém corta um remendo de roupa nova para costurá-lo em roupa velha. Caso contrário, o novo rasga o velho, e o remendo de roupa nova não combina com a roupa velha. Ninguém põe vinho novo em odres velhos, porque o vinho novo arrebenta os odres, e perdem-se o vinho e os odres. Vinho novo em odres novos”. E disse ainda: “Ninguém que tomou vinho envelhecido deseja vinho novo, pois diz: ‘O velho é melhor’”.

    Entendendo

    JESUS É QUESTIONADO SOBRE O JEJUM!

    Jesus é questionado pelos dirigentes do poder religioso, pelo fato de seus discípulos não jejuarem. Eles argumentam que os seguidores dos fariseus e de João cumprem esta recomendação da Lei.

    Dentre tantas motivações que teve o jejum ao longo da história bíblica, o argumento de Jesus é utilizado no sentido maior do jejum que era dado, ou seja, apressar a vinda do Messias. Ora, se o Messias Jesus já estava entre eles, qual o sentido de continuar jejuando, se a alegria já se fazia presente e a graça já tinha sido alcançada?

    Jesus conclui esclarecendo que quando o noivo fosse tirado, aí sim, seria tempo de jejuar. Ele fazia uma previsão de sua morte, quando os seus seguidores sentiriam a sua ausência. O jejum aí ganharia um novo sentido na caminhada de seus seguidores: fortalecer-se espiritualmente da presença d’Ele.

    Atualizando

    O JEJUM É UM EXERCÍCIO
    ESPIRITUAL QUE EQUILIBRA CORPO, ALMA E MENTE!

    Somos um composto de corpo e alma – matéria e espírito. Nosso corpo é bom, foi criado por Deus. Como seres humanos, nossa matéria está sujeita a práticas que podem ser um atentado contra a própria vida. Cito o exemplo dos vícios. Eles passam a dominar a pessoa, e ela perde o controle de sua vontade.

    Aí entra outra dimensão do jejum. Trabalhar o lado pessoal, o “eu comigo mesmo”. Uma pessoa que perde o autocontrole vive o sofrimento de uma força de fora dominando seu ser. Perde a dignidade e é preciso recuperá-la.

    Jesus Cristo resumiu toda a Lei em apenas uma frase: “Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo”. Nesse “si mesmo” está implícito que devemos amar a nós mesmos. O vício provoca a falta de amor próprio, permitindo que uma força estranha comande e provoque escravidão.

    Aí entra o jejum como reforço pessoal e espiritual para a libertação dos vícios que tomam conta de nós. Não apenas os vícios mais clássicos e conhecidos, como o álcool, cigarro, drogas pesadas... Mas, também, aqueles que não são tidos como vícios e nos dominam: sexo, internet, dinheiro, poder... O vício é sempre vício e, seja qual for, provoca estrago. É preciso estar livre no corpo e na alma para desfrutar, de mente sadia, da beleza de Deus criada em nós.

    Jejuar o vício é um processo de libertação pessoal que, com certeza, Deus acolherá e fará complementar a nossa busca, libertando-nos deste mal, por ver o nosso esforço.

    04/09 - Santa Rosália

    04 de Setembro de 2015

    Santa Rosália

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    “Da alta corte, passou a viver em uma gruta, em oração e penitência - isolada do mundo.”

    Rosália nasceu no ano de 1125, em Palermo, na Sicília, Itália. Era filha de Sinibaldo, fazendeiro rico e de Maria Guiscarda, sobrinha do rei Rogério II. Portanto Rosália era moça de classe alta e vivia numa Corte muito importante da época. Durante a adolescência, foi ser dama da Corte da rainha Margarida, esposa do rei Guilherme I da Sicília, que gostava da sua companhia amável e generosa, porém nada disso a atraía.

    Aos quatorze anos, levando consigo apenas um crucifixo, abandonou de vez a Corte e foi morar sozinha numa caverna nos arredores de Palermo, que ficava perto do convento dos Beneditinos, onde recebia orientação espiritual e mesmo vivendo isolada, podia participar das funções da Igreja, pois dentro do convento, havia uma.

    Depois, Rosália foi morar em outra gruta doada por sua amiga, a rainha Margarida, no alto do monte Pelegrino. Lá já existia uma pequena capela bizantina e, também nos arredores os Beneditinos tinham outro convento. Eles puderam acompanhar e testemunhar com seus registros, a vida de reclusão de Rosália, que viveu em oração, solidão e penitência. Muitos habitantes do povoado subiam o monte, atraídos pela fama de santidade de Rosália. Até que, no dia 04 de setembro de 1160, com apenas 35 anos de idade, Rosália faleceu na sua gruta, no monte Pelegrino, em Palermo.

    Vários milagres foram atribuídos à intercessão de santa Rosália, como a extinção da peste que no século XII devastava a Sicília. O seu culto difundiu-se enormemente, entre os fiéis que a invocavam como padroeira de Palermo, mas muitos não acreditavam, pois não havia provas concretas que autenticasse sua santidade.

    Só muitos anos depois tudo foi esclarecido, parece que pela própria santa Rosália. Consta que ela teria aparecido a uma mulher doente e contado onde estavam escondidos os seus restos mortais. Essa mulher comunicou aos frades Franciscanos do convento próximo ao monte Pelegrino, os quais, de fato, encontraram suas relíquias no local indicado, no dia 15 de junho de 1624. Lá foi construído um santuário.

    Quarenta dias após a descoberta dos ossos, dois pedreiros trabalhando no convento dos Dominicanos de Santo Estêvão de Quisquínia, acharam numa gruta uma inscrição latina, muito antiga, que dizia: "Eu, Rosália Sinibaldi, filha das rosas do Senhor, pelo amor de meu Senhor Jesus Cristo decidi morar nesta gruta de Quisquínia". Confirmando assim, tudo o que se dizia da Santa.

    A autenticidade das relíquias e da inscrição foi comprovada por uma comissão científica, reacendendo o culto a santa Rosália, padroeira de Palermo.

    Assim, santa Rosália é festejada em 15 de junho, data em que suas relíquias foram encontradas, e em 04 de setembro, data de sua morte. A urna com os restos mortais de santa Rosália está guardada no Duomo de Palermo, na Sicília, Itália.

    04/09 - Dia da Lei Eusébio de Queirós

    4 de Setembro de 2015

    Dia da Lei Eusébio de Queirós

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    Denomina-se Lei Eusébio de Queirós a uma legislação brasileira do Segundo Reinado, que proibiu o tráfico interatlântico de escravos.

    Foi aprovada em 4 de setembro de 1850. À frente dessa defesa esteve o ministro Eusébio de Queirós, que insistiu na necessidade do país tomar por si só a decisão de colocar fim ao tráfico, preservando a imagem de nação soberana.

    A lei não gerou efeitos imediatos na estrutura do sistema econômico brasileiro. O tráfico ilegal desenvolveu-se intensamente no período posterior à lei e, na verdade, houve um incremento nos índices de entrada de africanos no Brasil.

    Quando a situação se tornou mais grave, o tráfico interno cresceu e se concentrou nas então Províncias do Rio de Janeiro e de São Paulo, pois eram as áreas mais produtivas em termos de lavouras de café.

    Não demorou muito para que a Inglaterra pressionasse o Brasil a parar com o tráfico interno, então a medida definitivamente tomada foi a de se colocar trabalhadores assalariados.

    No mesmo período, o aumento demográfico na Europa, que então vivia a segunda fase da Revolução Industrial, e conflitos em torno dos processos das unificações da Itália e da Alemanha, levaram a um aumento da emigração, passando o Brasil a disputar uma parcela desse fluxo como alternativa para a substituição da mão-de-obra nas lavouras.

    Inicialmente houve certos problemas, o principal era o fato dos fazendeiros estarem acostumados ao sistema escravista, o que resultava em problemas para os imigrantes, que na prática eram submetidos a uma semiescravidão.

    Em vista disso, países como a Alemanha, determinaram a proibição da emigração para o Brasil. Para contornar essa dificuldade, o Brasil adotou um sistema de imigração subvencionada, passando a financiar a vinda e as despesas iniciais dos imigrantes.

    Fonte: pt.wikipedia.org

    03/09 - Lc 5,1-11

    03 de Setembro de 2015

    evandia

    Lucas 5,1-11

    Jesus estava à beira do lago de Genesaré, e a multidão se comprimia a seu redor para ouvir a Palavra de Deus. Ele viu dois barcos à beira do lago; os pescadores tinham descido e lavavam as redes. Subiu num dos barcos, o de Simão, e pediu que se afastasse um pouco da terra. Então se sentou e, do barco, ensinava as multidões. Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança mais para o fundo, e ali lançai vossas redes para a pesca”. Simão respondeu: “Mestre, trabalhamos a noite inteira e não pegamos nada. Mas, pela tua palavra, lançarei as redes”. Agindo assim, pegaram tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. Fizeram sinal aos companheiros do outro barco, para que viessem ajudá-los. Eles vieram e encheram os dois barcos a ponto de quase afundarem. Vendo isso, Simão Pedro caiu de joelhos diante de Jesus, dizendo: “Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um pecador!”... O mesmo ocorreu a Tiago e João... Jesus disse a Simão: “Não tenhas medo! De agora em diante serás pescador de homens!” Eles levaram os barcos para a margem, deixaram tudo e seguiram Jesus.

    Entendendo

    JESUS FAZ UM CONVITE RADICAL
    E OS PESCADORES TOPAM O DESAFIO!

    Jesus começa a recrutar seguidores para cumprir a missão dada por seu Pai, de implantar no mundo o Reino de Deus. É interessante perceber que Ele não se prende à organização religiosa do Santuário de Jerusalém, templo oficial. Desde a escolha dos discípulos Ele quer mostrar que Deus não privilegia a um pequeno grupo, mas é Aquele que dá oportunidade e investe em todos, principalmente os mais humildes.

    A pesca é ocasião para o chamado de Pedro e dos primeiros discípulos. Os pescadores jogaram as redes a noite toda e não conseguiram pegar nada. O milagre de Jesus fazendo aparecer os peixes, já apresenta o poder de Deus para eles. Houve, portanto, uma influência psicológica grandiosa. O Mestre utiliza de estratégias para entusiasmar e criar motivação ao chamado.

    Diante das manifestações de Deus em nossa vida, se somos sensíveis à fé, nos convencemos do seu poder e dobramos os joelhos para reconhecer nossa pequenez. Foi o que aconteceu com Pedro: “Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um pecador!”

    Diante dos sinais divinos ficou difícil recusar a proposta feita por Jesus para serem “pescadores de homens”. Deixaram tudo e O seguiram.

    Atualizando

    O DESAFIO DA FÉ É O COMPROMISSO

    Costumamos dizer “amém” no fim de alguma prece ou mesmo para mostrar nosso assentimento quando alguém nos faz alguma proposta ou há uma verdade por nós aceita. O fato de nos apresentarmos a um chamado para uma reunião, um evento ou um compromisso revela também nossa conduta afirmativa em relação a esse fato.

    O desafio da fé é, justamente, o compromisso de fidelidade. Há quem se apresente, oferecendo-se a Deus, numa vida consagrada, seguindo o que Ele indica para nosso próprio bem. Mas, devido às propostas diferenciadas, aos limites e entraves pessoais, à fraqueza da fé e outros motivos, começa a voltar atrás na oferta de si. Em vez de renovar a própria entrega, a pessoa vai tirando o que ofertou a Deus.

    Às vezes, o fingimento de ter fé leva a pessoa a praticar atos religiosos, mas sem querer seguir os ensinamentos divinos propostos pela comunidade religiosa. Há quem queira religião a seu modo, sem liame com a comunidade de fé nem compromisso pessoal de seguir a ética e a moral, contrariando sua própria fé.

    Jesus fala sobre o amor a Deus, o qual exige o cumprimento de Seus mandamentos. São João Evangelista lembra: "Quem diz que conhece a Deus, mas não cumpre os seus mandamentos, é mentiroso, e a Verdade não está nele... o amor de Deus se realiza de fato em quem observa a Palavra de Deus” (1 João 2,4.5). Quem quer viver a fé conforme o Mestre não tem medo de se apresentar sempre como seguidor da pessoa d'Ele e de Seus ensinamentos. Mais: ensina também aos outros o que Ele indica, conforme a missão dada por Ele.

    Depois do ato ou compromisso de fé, caracterizado no batismo, a pessoa vai mostrar sua coerência na fidelidade do seguimento ou discipulado. Não tem vergonha de testemunhar sua escolha de vida. Em todas as realidades, circunstâncias e vocações, mostra a que veio com sua fé. Baseada nela, mostra a fidelidade na vida honesta, na promoção do bem do semelhante, no compromisso com a proposta de vida cristã aos outros, no encaminhamento da família conforme os ditames do Evangelho, na ajuda à promoção da justiça e da boa política na sociedade. Não tem medo de se apresentar como pessoa do bem, coerente com a verdade e na luta pela dignidade da vida e da pessoa humana.

    O Filho de Deus nos mostra que Sua apresentação no Templo marca Sua presença em nossa história como quem resgata a aliança de amor entre o divino e o humano, na oblação do amor, que faz gerar vida plena para todos.

    Dom José Alberto Moura, CSS
    Arcebispo Metropolitano de Montes Claros

    03/09 - São Gregório Magno

    03 de Setembro de 2015

    São Gregório Magno

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    “De político a sucessor de Pedro. ‘Magno’ em sabedoria, inteligência e caridade.”

    Gregório nasceu em 540, em Roma, filho de uma família tradicional, rica, influente e poderosa. Foi criado em um ambiente muito religioso. Sua mãe, Sílvia, e duas de suas tias paternas, Tarsila e Emiliana, tornaram-se santas. As três mulheres foram responsáveis também, por sua formação cultural. Quando seu pai, Jordão, morreu, Gregório era muito jovem, mas já havia ingressado na vida pública, sendo o prefeito de Roma. Nessa época, ajudando um grupo de monges beneditinos sua vocação vir à tona, renunciou a tudo e ingressou no convento Beneditino.

    Como sua sabedoria não poderia ficar restrita apenas a um convento, o papa Pelágio nomeou-o para uma importante missão em Constantinopla. Nesse período, Gregório escreveu grande parte de sua obra literária. Chamado de volta a Roma, foi eleito superior do Convento de Santo André e, nessa função, ganhou fama por sua caridade e dedicação ao próximo. Após a morte do papa Pelágio, Gregório foi eleito seu sucessor.

    Gregório registrou de maneira permanente sua passagem na história da Igreja, deixando importantes realizações, como por exemplo: fidelidade ao Celibato, introdução do Pai-Nosso na missa e, o famoso "canto Gregoriano". Nos quatorze anos do seu pontificado foi muito amado pelo povo simples, por causa de sua extrema humildade, caridade e piedade.

    Morreu com 64 anos, sendo sepultado na Basílica de São Pedro. Os registros mostram que durante seu funeral, o povo já o aclamava santo. Sua festa ocorre em 03 de setembro, dia que em 590, foi consagrado Papa.

    03/09 - Dia do Guarda Civil e do Biólogo

    3 de Setembro de 2015

    Dia do Guarda Civil e do Biólogo

    Guarda Civil

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    A figura do guarda civil com o silvo do seu apito alongado transmitia certa tranquilidade às noites das cidades brasileiras. Sentimos saudades e certa nostalgia daquele tempo com menos violência. Agora extinto, este serviço é executado pela polícia militar.

    A guarda civil do Brasil é composta por aproximadamente trinta e nove mil policiais, espalhados em todo o território nacional, garantindo, além da tranquilidade das famílias, os bens, serviços e as instalações dos municípios.

    É uma área profissional sob a responsabilidade das prefeituras municipais, sendo que pode existir variação nas Leis que regem as corporações, uma vez que são pautadas em Leis estaduais. A criação da guarda civil municipal é dever da câmara de vereadores de uma cidade, sendo o maior objetivo manter sua segurança pública local.

    Mas as normas que regem as competências dos policiais civis aparecem também estabelecidas através da Constituição Federal de 1988, além dos Regimentos Internos das próprias corporações, que têm os interesses agregados à proteção de todos.

    Os serviços prestados pelos guardas estão diretamente ligados à população, como: ronda, vigilância, patrulhamento, proteção e defesa dos cidadãos. Além disso, protegem ainda habitações, comércios, e tudo aquilo que envolve a sociedade civil de um modo geral, além das edificações públicas e outros patrimônios.

    Também estão presentes na organização do trânsito, na segurança das escolas e bancos, em serviços de proteção à mulher - violência doméstica e sexual, combate às drogas, guarda ambiental, etc.

    Os soldados da guarda civil desenvolvem trabalhos preventivos, repreensivos e ostensivos, podendo autuar em flagrante delito, passando por grandes riscos em relação à sua própria proteção, em sua própria vida.

    São eles que seguem bandidos nas ruas, lidam com casos de roubos e assaltos, combatem o contrabando de objetos e animais, mantendo contato direto e rendendo os infratores da lei.

    Esses profissionais devem ser tratados com respeito e atenção de todos, pois lutam para preservar a ordem nas cidades e a boa qualidade de vida dos cidadãos.

    Lembrar-se da data e cumprimentar os policiais em seu dia será uma forma de retribuir toda a dedicação de seu trabalho.

    Biólogo

    O biólogo estuda a vida dos animais terrestres e a vida marinha, através da ciência, evita que algumas espécies corram risco de extinção, e realiza missão importante na vida sociedade.

    Ser biólogo é ter uma profissão que estuda os seres vivos: sua morfologia – forma; sua organização – anatomia; seus tecidos – histologia; suas células – citologia; seu funcionamento – fisiologia; as doenças que acometem os seres vivos – patologia; e, sua relação com o meio ambiente – ecologia, dentre outras áreas.

    Registros mostram que a primeira classificação dos animais foi feita pelo grego Aristóteles, onde o mesmo conseguiu catalogar cerca de quinhentas espécies. Sobre a anatomia humana, em 1316, foi lançado o primeiro livro, através de estudos do professor Mondino de Luzzi, professor da escola italiana de medicina, em Bolonha.

    Um dos fatos mais importantes e consideráveis foi a Teoria da Evolução, criada pelos biólogos ingleses Darwin e Russel, comprovando que o organismo de animais e plantas passa constantemente por alterações.

    Porém, o maior destaque da biologia foi feito em 1944, através da descoberta do DNA (ácido desoxirribonucleico), pelo bacteriologista norte-americano Oswald Theodore Avery. Possibilitou a identificação do código genético que cada ser vivo possui, determinando suas características e sua herança genética.

    As áreas de atuação de um profissional formado em biologia são muitas, ele pode: ser professor de ciências, a partir do 5º ano, ensino médio e universidades; fazer estudos das plantas (botânico); fazer estudos dos animais (zoólogo); estudar os seres marinhos, ecologia e meio ambiente; ou ainda, fazer estudos de seres microscópicos, através da microbiologia. Também trabalhar com a aplicação das técnicas de controle de pragas e, principalmente, pela preservação do meio ambiente, além de realizar exames e verificar doenças genéticas.

    A ética desse profissional deve estar baseada, antes de tudo, no princípio da vida, bem com na preservação das espécies, do meio ambiente, e na cultura de sustentabilidade que tanto se fala hoje em dia.

    Fonte: pt.brasilescola.com

    02/09 - Lc 4,38-44

    02 de Setembro de 2015

    evandia

    Lucas 4,38-44

    Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava sofrendo, com muita febre. Jesus se inclinou sobre ela e, com autoridade, mandou que a febre a deixasse. A febre a deixou, e ela, imediatamente, se levantou e pôs-se a servi-los. Ao pôr do sol, todos os que tinham doentes, com diversas enfermidades, os levavam a Jesus. Ele impunha as mãos sobre cada um deles e os curava. De muitas pessoas saíam demônios, gritando: “Tu és o Filho de Deus!”... De manhã, bem cedo, Jesus saiu e foi para um lugar deserto. As multidões o procuravam e, tendo-o encontrado, tentavam impedir que ele as deixasse. Mas ele disse-lhes: “Eu devo anunciar a Boa-Nova do Reino de Deus também a outras cidades, pois é para isso que fui enviado”. E ele pregava nas sinagogas da Judeia.

    Entendendo

    JESUS REALIZA CURAS, E SE
    RECUSA A PRIVILEGIAR UM PEQUENO GRUPO

    Jesus é um peregrino que percorre todos os espaços da Palestina. Neste episódio, Ele está na sinagoga de Cafarnaum, um lugar público, e se desloca para um lugar particular, a casa de Pedro. Com isso, Ele mostra que Deus ocupa todos os espaços da vida humana, quer que seus filhos estejam bem e sintam-se acompanhados da sua presença.

    A sogra de Pedro estava com febre. A febre, diante da fraca medicina da época, era considerada presença de morte. Jesus cura a sogra de Pedro, advertindo a febre como se expulsasse um demônio. Ouvindo a palavra de Jesus, ela se levantou como quem “se levanta” da morte. É o Senhor da vida que faz viver os que sofrem de algum mal, para que possam recuperar a sua dignidade.

    Depois de sentir o poder de Jesus, a multidão não Lhe dá sossego e tenta “privatizar” o Mestre. Ele não aceita exclusividade e parte para outras regiões que precisam da presença de Deus. O Pai o enviou para todos, e não para privilegiar um pequeno grupo.

    Atualizando

    A SAÚDE NÃO PODE SER
    PRIVILÉGIO DOS MAIS ABASTADOS

    Jesus é nossa grande referência quando falamos de saúde pública. Sua missão primeira era anunciar a mensagem do Pai. Nesse anúncio Ele se compadece dos pobres que não eram bem atendidos pelo Império Romano, e os curava, em todos os lugares que ia pregar. E deixa claro que o poder de Deus dado à ciência é para ser socializado.

    Acreditando que é Deus quem dá sabedoria para que a ciência encontre a cura de tantas doenças é que não se pode aceitar, como cristãos, que ricos e pobres tenham tratamento diferenciado no sistema de saúde. A dor que dói no rico é a mesma que dói no pobre; o câncer que atormenta e mata o rico é o mesmo que assusta o pobre; o Deus que é pai do rico é o mesmo pai dos pobres...

    Diante disso, angustia-nos ver quem tem dinheiro receber tratamento de primeira e ser atendido na hora certa, e quem é desprovido de recursos, sofrer nas filas de espera e ser humilhado. O dinheiro não pode ser critério para definir quem deve ser curado e quem deve sofrer maus-tratos.

    Podemos ter várias explicações, porém, do ponto de vista cristão, nenhuma será convincente se percebermos que Jesus apresenta Deus como o “Pai-nosso”, e não o “pai de alguns”.

    02/09 - Bem-aventurada Ingrid

    02 de Setembro de 2015

    Bem-aventurada Ingrid

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    “Da riqueza e do luxo, para a caridade e oração”

    Ingrid nasceu na metade do século XIII, numa família nobre e de destaque, em Elovsdotter, na Suécia. Seus pais eram cristãos e deram a Ingrid e aos outros filhos uma educação de fidalgos e muito disciplinada no seguimento de Cristo. A menina, desde os primeiros anos de vida, mostrou-se muito virtuosa, amável e caridosa.

    No início da adolescência, como era costume da época, obedeceu aos seus pais e casou-se com um homem muito rico. Mesmo contrariando sua vocação, ela aceitou tudo com humilde resignação, mas não deixou que o mundo de luxo, futilidades e poder contaminassem sua alma, apesar de ter de conviver nele. Continuou, serenamente, a cuidar das obras de caridade que fundara para os pobres e doentes abandonados, e os atendia pessoalmente. Sua fama na região era de santidade, pois possua dons especiais de profecia e cura.

    Ficou viúva e esse estado de vida lhe trouxe plena realização, pois podia realizar desejos vocacionais que, como esposa, não poderia. Peregrinou à Terra Santa, seguindo depois para Roma e, por fim, a Santiago de Compostela. Essa viagem fez com que seu amor por Jesus aumentasse ainda mais, decidiu fazer seus votos perpétuos e fundar um mosteiro em Anninge, na Suécia, dedicando-se totalmente às orações e à vida rigorosa.

    Morreu com fama de santidade, no dia 2 de setembro de 1282, no seu convento, em Skanninge. Seu culto se espalhou depressa entre as populações vizinhas e difundiu-se entre os devotos. Ingrid foi proclamada Bem-aventurada pelo papa Alexandre VI.

    02/09 - Dia do Repórter Fotográfico

    2 de Setembro de 2015

    Dia do Repórter Fotográfico

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    O repórter fotográfico é o profissional que consegue registrar fatos e acontecimentos marcantes, capturando as imagens no exato momento em que os mesmos acontecem.

    As imagens podem ser: fatos políticos, históricos, sociais, esportivos, culturais, ou da natureza, dentre outros. Retratarem: alegria, sofrimento, dor, esperança, etc.

    A história da fotografia surgiu através do físico francês Joseph Nicéphore Niépce, em 1816, através da “transformação de compostos químicos sob a ação da luz”.

    A fotografia é importante para a atividade jornalística, pois serve para complementar a ideia do texto, bem como para comprovar a veracidade dos fatos.

    Ao longo dos anos, o fotojornalismo tornou-se um estilo de trabalho que se baseia no uso das imagens fotográficas para se veicular as notícias. O surgimento dessa área se deu através do britânico Roger Fenton, que fotografou a Guerra de Crimeia, no período de 1853 a 1856.

    A primeira publicação de uma imagem em um veículo de comunicação aconteceu em 1880, através do jornal Daily Herald, de Nova Iorque, com a finalidade de inovar seu estilo de publicação, buscando chamar uma maior atenção dos leitores.

    Porém, a genialidade da ideia somente se tornou popular com a chegada do século XX, e a invenção da primeira máquina fotográfica portátil, a Kodak, que podia ser facilmente carregada por todos os lados.

    As primeiras máquinas só fotografavam em preto e branco. Mais adiante, o homem inventou o filme, que possibilitava a revelação em cores, chegando aos modelos da atualidade, os digitais, que capturam as imagens através da memorização das mesmas.

    Independente da forma de atuação do repórter fotográfico, seu trabalho é muito importante para a população, pois registra os fatos como eles realmente acontecem, trazendo-nos a possibilidade de tomar conhecimento dos mesmos.

    Fonte: www.brasilescola.com

    01/09 - Lc 4,31-37

    01 de Setembro de 2015

    evandia

    Lucas 4,31-37

    Jesus desceu para Cafarnaum, cidade da Galileia, e lá os ensinava, aos sábados. Eles ficavam maravilhados com os seus ensinamentos, pois sua palavra tinha autoridade. Na sinagoga estava um homem que tinha um espírito impuro, e ele gritou em alta voz: “Que queres de nós, Jesus de Nazaré? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus!” Jesus o repreendeu: “Cala-te, sai dele!” O demônio então lançou o homem no chão e saiu dele, sem lhe fazer mal algum. Todos ficaram espantados e comentavam: “Que palavra é essa? Ele dá ordens aos espíritos impuros, com autoridade e poder, e eles saem”. E sua fama se espalhava por todos os lugares da redondeza.

    Entendendo

    A AUTORIDADE DE JESUS
    DEIXA OS GALILEUS MARAVILHADOS!

    Jesus fala e realiza curas e milagres com autoridade. Suas palavras são acompanhadas de obras em favor daqueles que sofrem qualquer tipo de escravidão. No Evangelho de hoje, uma pessoa está toda envolvida (corpo e alma) pelo mal. Se ficasse somente nos discursos, certamente o Mestre não teria tanta credibilidade.

    Os que assistem a cena ficam maravilhados e comentam a autoridade com que aquele o Mestre falava, pois até os espíritos maus Lhe obedecem.

    Dois motivos faziam com que a palavra de Jesus tivesse autoridade e ganhasse credibilidade. Primeiro: sua coerência de vida - as pessoas viam que Ele ensinava o que vivia. Segundo: o ensinamento d’Ele comunicava algo extraordinário - o sopro do Espírito que vinha do seu interior.

    Atualizando

    A AUTORIDADE É UMA
    CONQUISTA DO NOSSO PROCEDER!

    Quando falamos em autoridade vem logo em nossa mente pessoas que exercem cargos de poder na hierarquia das instituições, governos, entidades... Elas podem “estar” autoridade, mas não “serem” autoridades.

    Autoridade, do ponto de vista cristão, se conquista com o proceder e com a ligação harmoniosa com Deus.

    Uma pessoa pode ter um grau elevado de inteligência, ser competente na área que atua, ser badalada na mídia, chegar ao escalão mais alto de uma nação... No entanto, se os seus atos não correspondem ao seu proceder, mais cedo ou mais tarde, ela perderá credibilidade e, consequentemente, sua autoridade diante daqueles que um dia acreditaram nela.

    A autoridade se conquista pelo proceder e não pelas palavras, pela condição social, pelo nome de família, pela função que exerce...

    Somos humanos e, como humanos, temos limites. É aí que começa a participação divina que nos ajuda a clarear rumos. Por mais que sejamos capacitados, o intelecto e a matéria não são suficientes para protagonizar a nossa história, e manter nossa autoridade.

    Na história da humanidade, caíram todos os reinos potentes: egípcio, babilônico, romano... Os sistemas de governo: monárquico, socialista, comunista... O capitalismo já dá sinais de declínio. No entanto, o “sistema de governo” implantado por Jesus, o reino de Deus, continua e jamais será banido, porque é divino, porque é autoridade.

    As escolas e especializações do mundo jamais serão capazes de dar ao homem “autoridade”, se ela não vier da força do Alto. Humanamente falando a autoridade se conquista com o proceder de uma vida íntegra; no entanto, só é possível essa integridade se a pessoa tiver a humildade e a sabedoria de buscar em Deus sua razão maior.

     

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