Últimas Postagens :

    Arquivo do blog

    05/03 - Lc 16,19-31

    05 de Março de 2015

    evandia

    Lucas 16,19-31

    “Havia um homem rico, que [...] dava festas esplêndidas todos os dias. Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, ficava sentado no chão junto à porta do rico. [...] Quando o pobre morreu, os anjos o levaram para junto de Abraão. Morreu também o rico e foi enterrado. [...] Então gritou: ‘Pai Abraão, tem compaixão de mim! Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua, porque sofro muito nestas chamas’. Mas Abraão respondeu: ‘Filho, lembra-te de que durante a vida recebeste teus bens e Lázaro, por sua vez, seus males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és atormentado. Além disso, há um grande abismo entre nós: por mais que alguém desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam atravessar até nós’. [...].”

    Entendendo

    O RICO E O MENDIGO
    LÁZARO – DOIS MUNDOS, DOIS DESTINOS!

    A parábola que Jesus nos conta hoje tem um forte apelo de conversão. Enquanto estamos vivos, devemos buscar sempre o Reino de Deus, a justiça, a fraternidade, o amor! Depois que a morte chega, resta-nos prestar conta de quem fomos, do quanto amamos, do quanto perdoamos, do quanto evangelizamos.

    O rico simboliza neste evangelho, aquela pessoa que empobrece a vida buscando apenas prazeres: comidas, bebidas, roupas, bens materiais, acúmulo. Por isso, não demonstra a mínima preocupação com Deus, e muito menos com seu semelhante. Ainda mais quando esse semelhante é um pobre desfigurado, como um mendigo. O importante para essa pessoa é ter quem lhe proporcione prazer.

    O luxo da mansão do rico e os altos banquetes não combinavam com a fome do mendigo Lázaro; seu corpo coberto de feridas chocava-se com a bela aparência dos moradores da mansão. São dois mundos diferentes que não se cruzam nem na esfera humana nem na divina, já que o desfecho da parábola apresenta o pobre sendo acolhido por Deus e o rico rejeitado por não ser solidário com o sofrimento do próximo.

    Atualizando

    “A DIFERENÇA ENTRE POBRE E
    RICO ESTÁ NA RIQUEZA DE ESPÍRITO!”

    A diferença entre pobre e rico está na riqueza de espírito. Aquele que possui uma casa simples, que pratica o bem e se satisfaz com o que tem é rico. E rico, se não souber usar seu dinheiro, se só trabalha e economiza é pobre, e sofre mais que o pobre. E sofre porque se torna “burro”, sendo escravo do dinheiro.

    Posição social, grifes, poder, cargos e dinheiro nem sempre são sinônimos positivos de civilidade ou de bom caráter. O que vale é a prática da ética e o comportamento exemplar. O que distingue uma pessoa de outra é a dignidade,  espiritualidade e civilidade.

    Dizem que o pobre é pobre porque é pobre. Mentira. Pobre é aquele que não tem bom comportamento, que engana, rouba, mente, calunia, não paga suas contas e pratica outras improbidades. Quem é feliz: o pobre ou o rico? Seria o rico se o dinheiro trouxesse felicidade e paz!

    Plínio Montagner

    Escritor – Piracicaba-SP.

    05/03 - São João José da Cruz

    05 de Março de 2015

    São João José da Cruz

    image

    Um exemplo de humildade, perseverança e caridade com os mais necessitados”

    João José nasceu no dia 15 de agosto de 1654, numa ilha chamada Ischia, na cidade de Ponte, Itália. Foi batizado com o nome de Carlos Caetano Calosirto, e era filho do casal nobre, José e Laura Calosirto.

    Estudou no colégio dos padres agostinianos, na própria ilha, recebendo os ensinamentos básicos e base religiosa. Isto contribuiu para decidir sua vocação aos quinze anos de idade, e ingressar na Ordem dos Franciscanos Descalços da Reforma de São Pedro de Alcântara.

    Iniciou o noviciado sob a orientação do padre José Robles, e assumiu o nome de João José da Cruz. Em 1671 foi enviado com mais onze sacerdotes, para Piemonte, em Ávila, na Espanha, para construírem um convento.

    Por causa das dificuldades encontradas no local, o jovem João José da Cruz, com suas próprias mãos, começou a construção do convento. Seguindo seu exemplo, todos decidiram ajudar e, em pouco tempo, construíram um grande convento.

    João José da Cruz ordenou-se sacerdote em 1677, com vinte e três anos e, um ano depois, foi nomeado mestre dos noviços. Depois ajudou a construir mais dois conventos.

    Era um padre muito humilde, comia muito pouco, somente uma vez ao dia, dormia poucas horas, vivia em penitência, jejum e oração. Dedicava-se muito aos pobres e doentes, sendo instrumento de milagres e curas. Tinha como exemplo de vida, São Francisco de Assis.

    Em 1702 foi nomeado vigário provincial da Reforma de São Pedro de Alcântara, na Itália, fortalecendo ainda mais a Ordem.

    Faleceu no dia 05 de março de 1734, com oitenta anos de idade. Foi beatificado em 1798 e canonizado em 1839. Suas relíquias estão guardadas no convento franciscano da Ilha de Ischia, onde nasceu.

    05/03 - Dia do Lançamento do 1º. Jornal do Centro-Oeste Brasileiro, em 1830

    05 de Março de 2015

    Dia do Lançamento do 1º. Jornal do Centro-Oeste Brasileiro, em 1830

    image

    A Matutina Meiapontense foi um jornal que circulou na província de Goiás, entre 5 de março de 1830 e 24 de maio de 1834, totalizando 526 números. É considerado o mais antigo do Centro-Oeste, pois surgiu no período do 1º Império do Brasil, editado na Vila de Meia Ponte, hoje Pirenópolis, pelo comendador Joaquim Alves de Oliveira, tendo como primeiro diretor o padre Luís Gonzaga de Camargo Fleury.

    O jornal tinha um papel importante na elite goiana, considerando-se que a esmagadora maioria da população era de analfabetos. Assim, os valores ali registrados eram as idéias dos senhores escravistas do interior goiano.

    Nos dias atuais, a Matutina Meiapontense é uma importante fonte documental, pois, através dela, o historiador pode recriar o cotidiano da Província de Goiás. Desprovido de censura, dado aos ideais de liberdade pregados pelo seu fundador, o Comendador Oliveira, foram autorizadas em suas páginas as publicações de anúncios, cartas dos leitores, sátiras e muito humor.

    Dali brotam informações sobre o político, o social e o cultural dos arraiais e vilas de Goiás. Essencial fonte histórica para quem deseja revelar as relações humanas e o cotidiano de uma sociedade escravista, machista e dominada por uma reduzida classe de privilegiados.

    A Matutina Meiapontense era também usado como diário oficial dos presidentes das Províncias de Goiás e do Mato Grosso, pois havia ali uma coluna dedicada à publicação dos atos do governo.

    Fonte: pt.wikipedia.org

    04/03 - Mt 20,17-28

    04 de Março de 2015

    evandia

    Mateus 20,17-28

    Subindo para Jerusalém, Jesus chamou os doze discípulos de lado e, pelo caminho, disse-lhes: “Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos sumos sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos pagãos para zombarem dele, açoitá-lo e crucificá-lo. Mas no terceiro dia, ressuscitará”. A mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, aproximou-se de Jesus e prostrou-se para lhe fazer um pedido. Ele perguntou: “Que queres?”. Ela respondeu: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”. Jesus disse: “Não sabeis o que estais pedindo. Podeis beber o cálice que eu vou beber?" Eles responderam: "Podemos". "Sim", declarou Jesus, "do meu cálice bebereis, mas o sentar-se à minha direita e à minha esquerda não depende de mim. É para aqueles a quem meu Pai o preparou”. Quando os outros dez ouviram isso, ficaram zangados com os dois irmãos. Jesus, porém, chamou-os e disse: "Sabeis que os chefes das nações as dominam e os grandes fazem sentir seu poder. Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser ser o maior entre vós seja aquele que vos serve, e quem quiser ser o primeiro entre vós, seja vosso escravo. Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos".

    Entendendo

    BUSCA DE PRIVILÉGIOS NO GRUPO DE JESUS

    O Evangelho de hoje traz duas atitudes completamente diferentes: a de Jesus e a dos filhos de Zebedeu. A primeira atitude é a de Jesus. Estava chegando o momento de ser entregue e, caminhando para a morte, Ele tem consciência de não ter dado espaço ao egoísmo em seu coração.

    Contrastando com a atitude de Jesus está a dos filhos de Zebedeu. Ambiciosos, querem garantir um lugar de destaque no reino trazido por Jesus. Querem receber honrarias e serem servidos. Têm apenas ideais de grandeza postos a serviço do próprio egoísmo, não lhes interessa o bem que poderão fazer, e sim, os benefícios dos quais poderão tirar proveito. Não lhes passa pela cabeça lutar em favor do próximo, mas exigir que os outros se sacrifiquem por eles.

    Tal atitude tem como porta-voz a própria mãe. Isso mostra o quanto a educação familiar pode influenciar no comportamento dos filhos, tanto para o bem como para o mau.

    Atualizando

    A BUSCA DE PRIVILÉGIOS DENTRO
    DA IGREJA E O NEPOTISMO NAS INSITUIÇÕES PÚBLICAS!

    O grupo de Jesus é sacudido no Evangelho de hoje por uma proposta indecente, feita pela mãe de dois apóstolos: que seus filhos ganhem funções de destaque no grupo, passando os demais pra trás.

    A busca de privilégios sem o devido merecimento e a prática do nepotismo continuam acontecendo em todas as Instituições, inclusive na Igreja. Sejam ministérios ordenados ou não ordenados, pastorais, movimentos...

    Afetados pela lógica reinante na sociedade e, muitas vezes, distantes da orientação cristã dada pela sua Igreja, muitos buscam nela, transformar o serviço gratuito pela busca ambiciosa de promoções e destaque.

    Jesus corrige essa maneira equivocada de pensar no poder: “Quem quiser ser grande, seja o servo de todos e quem quiser ser o primeiro, que seja o último”. Ele não extingue cargos e coordenações para os quais são necessários carismas e dons que o próprio Espírito concede, mas afirma que eles devem ser exercidos como serviço para o bem de todos.

    Olhando as Instituições comandadas pela política nacional muitos são os casos de nepotismo, principalmente nas cidades de médio e pequeno porte do interior brasileiro, onde as funções de maior confiança estão sendo ocupadas por familiares de políticos e influentes. Parte dessa prática tem sido combatida através de concursos públicos, com a finalidade de aproveitar aqueles que se prepararam para a função, mas, estamos ainda longe de alcançar decência e justiça nas Instituições Públicas.

    04/03 - São Casimiro

    04 de Março de 2015

    São Casimiro

    image

    Jovem que renunciou a coroa de rei para viver vida simples”

    Casimiro nasceu no dia 03 de outubro de 1458, na Croácia. Era filho do rei da Polônia, Casimiro IV, e da rainha Elisabete d'Asburgo.

    Ele não quis herdar a coroa como seus irmãos. Desde pequeno abriu mão do luxo da corte, suas ricas festas e todas as mordomias que a nobreza proporcionava. Fez voto de castidade e vivia na simplicidade do seu quarto, que transformou numa cela, como a de um eremita. Dormia no chão e dedicava-se à oração, jejum, penitência e solidão.

    Sua vocação era servir a Deus e viver uma vida monástica. Mas nunca fugiu de seus deveres políticos. Sempre ajudava o pai nos negócios, principalmente referentes à Lituânia, onde era muito querido pelo povo.

    Seu pai tentou convencê-lo a casar-se com a filha de um rei para aumentar seu domínio, mas Casimiro não aceitou. Ele preferiu continuar fiel ao seu propósito celibatário. Era muito humilde e caridoso com os pobres.

    Sua saúde sempre foi fraca, e ele acabou contraindo tuberculose. Faleceu com vinte e cinco anos de idade, no dia 04 de março de 1484, na Lituânia. Foi canonizado pelo papa Leão X e declarado padroeiro da juventude da Lituânia.

    04/03 - Dia da Composição da Canção “Parabéns pra Você”

    04 de Março de 2015

    Dia da Composição da Canção
    Parabéns pra Você”

    image

    "Parabéns a Você" (no Brasil, popularmente alterado para "Parabéns para Você" ou, mais comumente, "Parabéns pra Você") é o título em português para a canção tradicional de origem estadunidense "Happy Birthday to You". Cantada nas comemorações de aniversários teve no Brasil, em 1942, sua letra adaptada por Bertha Celeste.

    A melodia de "Parabéns a Você" tem origem na canção "Good Morning to All" ("Bom dia a todos"), das irmãs e professoras norte-americanas do Kentucky, Mildred e Patricia Smith Hill, que resolveram compor uma canção para as crianças cantarem na entrada da escola. A melodia era acompanhada pela repetição do título quatro vezes. Isto ocorreu no ano de 1874.

    A música chegou ao Brasil, ainda cantada em inglês. Almirante, da Rádio Tupi do Rio de Janeiro, organizou em 1942 um concurso para escolher uma letra que casasse com a melodia de "Happy Birthday To You". Dentre cerca de 5 mil participantes, a vencedora escolhida pelo júri, composto por imortais da Academia Brasileira de Letras foi Bertha Celeste Homem de Mello, paulista de Pindamonhangaba. Bertha, até a sua morte em 1999, fazia questão de que as pessoas cantassem a letra do jeito que ela escreveu.

    Fonte: pt.wikipedia.org

    03/03 - Mt 23,1-12

    03 de Março de 2015

    evandia

    Mateus 23,1-12

    Jesus falou às multidões e aos discípulos: “Os escribas e os fariseus sentaram-se no lugar de Moisés para ensinar. Portanto, tudo o que eles vos disserem, fazei e observai, mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. Amarram fardos pesados e os põem nos ombros dos outros, mas eles mesmos não querem movê-los. Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros, usam faixas bem largas com trechos da Lei (...). Quanto a vós, não chameis a ninguém na terra de ‘pai’, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. Não deixeis que vos chamem de ‘guia’, pois um só é o vosso Guia, o Cristo. Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado”.

    Entendendo

    O MAIOR DENTRE VÓS DEVE SER AQUELE QUE SERVE!”

    Jesus foi muito direto e não escondeu o mau exemplo dado por dois grupos de referência religiosa de seu tempo: Escribas e Fariseus.

    Eles ousavam apresentar-se como modelo de piedade e de fidelidade a Deus. Suas belas palavras não combinavam com o que faziam. Por um lado, eram capazes de interpretar bem a Bíblia e convenciam pelo conhecimento que tinham; por outro, levavam um estilo de vida incompatível com a sua formação religiosa. Suas palavras eram dignas de crédito, mas seu modo de agir, não. Resultado: suas ações desqualificavam os seus ensinamentos.

    Dentre as ações repudiadas por Jesus Cristo estava a promoção pessoal e a preocupação de passar uma imagem que não correspondia com a verdade – usavam roupas vistosas, ocupavam os lugares de destaque nas sinagogas e nos banquetes, sentiam prazer ao serem venerados como "mestres". Desta postura resultava uma atitude de soberba, fatal para quem pretende ser ministro de Deus.

    Jesus não usa meais palavras e denuncia a hipocrisia desses religiosos. A postura correta, a ser assumida pelo discípulo do Mestre foi clara nas suas orientações – estar sempre pronto para servir, e colocar-se, com toda humildade, à disposição de seu semelhante, sem nenhum sentimento de superioridade.

    Atualizando

    SERVIR AO PRÓXIMO É UMA
    GRAÇA QUEM MUITOS AINDA NÃO DESCOBRIRAM!

    O testemunho de vida de Jesus, baseado na humildade e no espírito de serviço, não foi suficiente para conscientizar os discípulos a respeito do modo de proceder que lhes estava sendo proposto. Entre eles permanecia um espírito mesquinho de competição. Sua preocupação era saber qual deles seria o maior.

    Jesus foi claro sobre uma norma de conduta válida para regular as relações entre eles: quem quisesse ser considerado o primeiro e mais importante de todos, deveria ser capaz de se colocar no último lugar e assumir a condição de servo dos demais. O colocar-se em último lugar deveria resultar de um ato livre, sem nenhum complexo de inferioridade. Para isso era necessário superar o próprio egoísmo.

    Essa lógica de Jesus não é a mesma praticada pelo mundo de ontem e de hoje, mundo este que  nos estimula a ser  o primeiro, a ser o maior, a ser grande, a ter mais, a “mandar” mais e, às vezes, menosprezando os pequenos, ou aqueles  que nos são subalternos.

    Os apóstolos não tinham ainda entendido a proposta desafiante de Jesus. E nós, depois de mais de 20 séculos? Jesus “virou  e continua virando a mesa,” propondo uma condição exigente para sermos seus discípulos: servir, sendo o último, com a simplicidade de uma criança.

    Servir é uma Graça que devemos pedir a Deus. Servir não com autoritarismo, querendo impor o nosso modo de ser e de agir no outro, exercendo sobre ele uma influência dominadora. Para libertar os outros e para ajudá-los a serem eles mesmos, sujeitos da história pessoal e comunitária é preciso modéstia e simplicidade. Não é o orgulhoso, mas  o simples e o humilde que conseguem despertar a força do amor no coração das pessoas.

    (Baseado no artigo “Servir é uma Graça!” de Dom Eurico Veloso, arcebispo de Juiz de Fora-MG)

    03/03 - Santa Teresa Eustochio Verzeri

    03 de Março de 2015

    Santa Teresa Eustochio Verzeri

    image

    Fundou a Congregação das Filhas do Sagrado Coração de Jesus”

    Tereza nasceu no dia 31 de julho de 1801, na cidade de Bergamo, Itália. Era a primogênita dos sete filhos de Antônio Verzeri e da condessa Helena Pedrocca- Grumelli, que a ensinou a conhecer e amar a Deus, o que a tornou uma cristã fervorosa.

    Seus primeiros conhecimentos foram dados em casa, e como era muito inteligente tinha facilidade em aprender. Sempre aberta à luz do Espírito Santo foi percorrendo sua vida de retidão e de simplicidade.

    Teve o acompanhamento do seu diretor espiritual Monsenhor Giuseppe Benaglio, Vigário Geral da Diocese de Bérgamo, que já acompanhava a família Verzeri. Isto aos poucos foi ajudando Tereza a ter uma fé sólida, obediente à vontade de Deus.

    Amadureceu sua vocação religiosa no Mosteiro Beneditino de Santa Grata, de onde saiu para iniciar seu apostolado ativo. Dava assistência às crianças pobres e abandonadas. Atraiu outras jovens que se identificaram com seu projeto de vida, fundando junto com o seu diretor espiritual, Monsenhor Giuseppe, no dia 08 de fevereiro de 1831, a Congregação das Filhas do Sagrado Coração de Jesus.

    Era época da Revolução Francesa e havia muitas mudanças e perseguições na Itália. Tereza percebeu a urgência e as necessidades do seu tempo e abraçou a missão de orientadora espiritual, evangelizadora e pedagoga.

    Espalhou suas obras em várias cidades italianas. Faleceu no dia 03 de março de 1852, com cinquenta e um anos de idade. Foi beatificada em 1946, e canonizada pelo papa João Paulo II, em 2001.

    Hoje, a missão de Teresa continua na Itália, Brasil, Argentina Bolívia, Republica Centro-Africana e em Camarões, na Índia e na Albânia.

    03/03 - Dia do Acordo entre Católicos e Luteranos

    03 de Março de 2015

    Dia do Acordo entre Católicos e Luteranos

    image

    Encontro do Papa Francisco com os Luteranos

    O dia 3 de março de 1974 marca o primeiro encontro entre líderes da Igreja Católica Apostólica Romana e do Luteranismo, visando a reconciliação entre as duas Igrejas, separadas desde a reforma de Lutero, no ano 1517. A realização desse desejo foi concretizada mais tarde, no dia 10 de novembro de 1999.

    O cardeal australiano Edward Cassidy, representante do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade Cristã, e o bispo alemão Christian Krause, presidente da Federação Luterana Mundial, firmaram a Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação.

    O documento de vinte páginas trata de um aspecto teológico aparentemente insignificante. Seu texto final diz que "só pela graça e pela fé na ação salvadora de Cristo, e não com base em nossos méritos, somos aceitos por Deus e recebemos o Espírito Santo, que renova nossos corações e nos habilita e conclama a realizar as obras do bem".

    A fórmula é um meio-termo entre duas posições que pareciam irreconciliáveis. Para os católicos a salvação passa pela fé e pelas obras. Os luteranos, por sua vez, afirmavam que bastaria a fé para o cristão encontrar a salvação. Tal posicionamento foi defendido por Lutero, no cisma da Igreja, no ano de 1517.

    Fonte: pt.wikipedia.org

    02/03 - Lc 6,36-38

    02 de Março de 2015

    evandia

    Lucas 6,36-38

    “Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados. Dai e vos será dado. Uma medida boa, socada, sacudida e transbordante será colocada na dobra da vossa veste, pois a medida que usardes para os outros, servirá também para vós.”

    Entendendo

    PERDOAI E SEREIS PERDOADOS!”

    O maior objetivo que nós, cristãos, fomos convocados a atingir foi o de “ser santo como o Pai do céu é santo”. Um dos pré-requisitos para alcançar a santidade de Deus é que sejamos misericordiosos.

    Conforme o evangelho de hoje, para isso é necessário tomar as iniciativas na relação com nosso semelhante – ser aquele que perdoa primeiro; que oferece ajuda quando o outro necessita; ser justo nas relações e buscar o autocontrole dos impulsos, evitando julgar e difamar o próximo.

    Nessa busca, nem sempre encontramos acolhida e, pior que isso, podemos sofrer consequências que nos levam às mágoas, ressentimentos e até ódio (grau mais avançado do desamor). É ai que entra uma exigência desafiadora no nosso ser cristão – perdoar aqueles que nos ofenderam. O acento dado por Jesus nos leva a afirmar que nossa vida é decidida na caridade e na capacidade de perdoar. Não é fácil!

    A ordem de Jesus – "Perdoai, e sereis perdoados!" – não expressa reciprocidade do perdão no nível puramente humano, como se Ele dissesse: na medida em quem vocês perdoarem o próximo, serão perdoados por ele. Ao contrário, o perdão oferecido ao próximo tem, como contrapartida, o perdão recebido de Deus.

    Atualizando

    FUI TRAÍDA E HUMILHADA, ACEITEI O MARIDO
    DE VOLTA, MAS NÃO CONSIGO PERDOAR! O QUE FAZER?”

    Fui traída e humilhada pelo meu marido, chutei-o para fora de casa, mas acabei aceitando-o de volta. O problema é que realmente perdoar não é apenas aceitar, e eu não estou conseguindo! Vou contar a minha história para que vocês entendam melhor o que estou passando:

    Sou casada há quase seis anos e me sentia uma mulher realizada em todos os sentidos, meu marido sempre fez todas as minhas vontades – um marido perfeito.

    Tínhamos um casal de amigos em comum, mas eles se separaram por ele ter traído ela com uma garota de apenas de 17 anos de idade.

    Depois da separação ele a assumiu como mulher dele e a colocou nas nossas vidas. No início houve certa rejeição, mas com o tempo começamos a aceitá-la. Ela vinha demonstrando mudanças em seu comportamento. Dava para chamá-la de boa esposa, mas meu marido nunca a viu com bons olhos.

    Há dois meses, descobri que eles tiveram um envolvimento (meu marido com essa garota de 17 anos que mora com nosso amigo). Foi como se uma bomba tivesse explodido no meu colo. Procurei saber da boca dele o que realmente tinha acontecido, então ele me falou que há algum tempo já vinha conversando com ela pelo msn e que ela sempre o chamava pra sair, que o cercava de todos os lados! Até que um dia ele não resistiu e teve relação com ela.

    Ele me contou estar arrependido, disse que me amava muito e que nada havia mudando pelo que sentia por mim.

    Eu fiquei em choque naquele momento, mas depois coloquei toda aquela raiva pra fora e falei muitas coisas pra ele. Ele chorava muito, dizia que nada daquilo tinha valido a pena. Demos um tempo em nossa relação. Pedi pra ele passar uns dias fora. Corri o risco de levar até um processo, pois não resisti e bati na vagabunda.

    Hoje, faz 15 dias que eu resolvi aceitar ele de volta em casa, mas está sendo muito difícil… Ainda o amo muito, mas não estou conseguindo conviver com o fantasma de outra nova possível traição. Sempre que olho pra ele me vem na cabeça a sacanagem que ele fez comigo. Ele não tinha o direito de me submeter a isso!

    Perdoei ou será que não?! Não sei, no momento só tenho raiva, ressentimento, choro todos os dias, por meu coração pedir para perdoar e minha cabeça pedir para mandar ele embora de novo.

    Perdoar não é simplesmente aceitar, e eu consegui apenas aceitar. Ajudem-me, por favor!

    Fonte: portal.namoroonline.com

    Este fato exposto na internet pode servir de referência para muitas situações semelhantes que acontecem no dia-a-dia da vida dos casais. Reflito aqui tal situação, claro, sobre o ponto de vista cristão.

    Como é difícil para o homem libertar-se de uma convicção machista, imposta pela cultura ocidental ao longo de séculos, da uma superioridade em relação à mulher. Ainda que tenhamos evoluído bastante nas últimas décadas, vez por outra, e até de forma inconsciente, prevalece a soberania masculina.

    Refletindo a traição acima, façamos uma inversão. Digamos que, ao invés do marido, a mulher tenha ficado com o amigo do casal. Será que a reação do homem traído seria a mesma? Ele aceitaria de volta essa mulher? Seria difícil.

    Vamos ao foco principal que é o perdão. O perdão não deve ser dado “gratuitamente”, ou seja, “tudo bem, te perdoo, a vida continua, vida que segue...” O fato de “passar a mão pela cabeça” e tratar um golpe tão forte sem dar o devido valor, endurecendo mesmo, para que o traidor sinta o estrago que provocou, pode abrir um precedente perigoso para novas traições e a desvalorização do casamento e do relacionamento entre duas pessoas que se amam.

    Como é difícil perdoar nestes casos! Ainda mais se levarmos em consideração que o “perdão cristão” deve ser “de coração”. Esquecer uma ingratidão é difícil, mas o “perdão de coração” não deixa mal estar e ressentimentos acumulados ao lembrar do ato já perdoado. O “perdão de coração” não deixa que a vítima relembre do acontecido e, a cada momento, “passe na cara” do traidor. Caso isso aconteça, o perdão ainda não foi dado de coração.

    Para que o “perdão de coração” aconteça é necessário tempo e dependência de Deus. Somos movidos pelo instinto humano da vingança, quando somos passados pra trás. A fé no Deus da justiça que age, perdoa e recupera é nossa esperança maior nestes casos. Para isso, a busca humilde através da oração é o caminho.

    Falei do perdão, e a continuidade da convivência? E o rejuntamento dos cacos? Primeiro é necessário olhar pra trás e ver como era esse marido antes. Pelo que ela declara, tratava-se de um homem bom, excelente companheiro, presente e amoroso na vida a dois. É necessário analisar, também, como o traidor reagiu ao cair em si; quais as promessas sinceras de superação a partir daquele momento...

    Após a tempestade, desabafos, diálogos sinceros, “perdão de coração” é hora de fortalecer e renovar o casamento, buscando novas maneiras de tornar a convivência mais prazerosa. Quando existe amor, o amor ágape – da entrega, da doação, da cumplicidade mútua..., a crise vem como uma contribuição para o crescimento da relação, ainda mais em se tratando desse “algo divino” chamado FAMÍLIA.

     

    Seja Missionário Redentorista

    Support : Creating Website | Johny Template | Mas Template
    Copyright © 2011. Pe. Rosivaldo Motta, CSsR - All Rights Reserved
    Template Created by Creating Website Modify by Tereza Morais
    Proudly powered by Blogger