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    21/08 - Mt 22,1-14

    21 de Agosto de 2014

    evandia

    Mateus 22,1-14

    Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, dizendo: “O Reino dos Céus é como um rei que preparou a festa de casamento do seu filho. Mandou seus servos chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. Mandou então outros servos, com esta ordem: ‘Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!’ Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para seu campo, outro para seus negócios, outros agarraram os servos, bateram neles e os mataram. O rei ficou irritado e mandou suas tropas matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles. Em seguida, disse aos servos: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. Portanto, ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes’. Os servos saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. Quando o rei entrou para ver os convidados, observou um homem que não estava em traje de festa e perguntou-lhe: ‘Meu caro, como entraste aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem ficou sem responder. Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrai os pés e as mãos desse homem e lançai-o fora, nas trevas! Ali haverá choro e ranger de dentes’. Pois muitos são chamados, mas poucos são escolhidos”.

    Entendendo

    O REI PREPARA A
    FESTA E OS CONVIDADOS NÃO APARECEM!

    Nesta parábola, as bodas, ou a festa do filho do rei, é a vida eterna. Os convidados, somos  todos nós, ricos e pobres, importantes e humildes... Uma coisa é comum a todos - somos todos pecadores. Mas, felizmente, pela  infinita bondade de Deus, somos também convidados para o reino de Deus.

    Jesus explica, usando esta parábola, que primeiro Deus Pai nos convida a nos prepararmos, a fim de que  um dia possamos  merecer  ir para a vida eterna.  Mas, muitos não aceitam o convite de Deus. Uns vão cuidar dos negócios,  outros dão mil e uma desculpas para não aceitar o convite, há  outros ainda que aceitam, mas  são como água morna, ficam no meio termo e acabam não se preparando para merecer a vida eterna.

    O rei da parábola fica indignado, envia suas tropas e mata aqueles assassinos e incendeia a cidade. Isto nos mostra que Deus poderá  retirar de nós a sua mão protetora, caso insistamos em não aceitar o seu convite.  

    O rei percebe que um dos convidados não está usando vestes adequadas. Este representa aqueles que vivem no pecado e fazem opção por ele, sem qualquer interesse em mudar de vida. ‘Sem a veste nupcial’  é o mesmo que dizer que a pessoa não está em estado de graça, não por castigo de divino, mas por sua própria opção, pois Deus respeita a nossa liberdade.

    Atualizando

    NESTE MAR REPLETO DE
    AMEAÇAS, ESTAMOS APENAS EM MERA TRAVESSIA!

    Da esperança, a dor; do desejo incontido de realizar a festa de casamento de seu filho, ver aquele sentimento de tristeza se transformando em chegadas rebordadas de alegria. Talvez esse tenha sido o sentimento desse rei, ao convidar os sacerdotes e anciãos para essa grande festa, e ser surpreendido por não ter nenhum convite aceito.

    Haverá momentos em nossas vidas que veremos nossos planos não darem certo, projetos desabarem pela rejeição do mundo, a felicidade caminhando cada vez mais longe de nós. É momento de dureza. Nessa hora, só saberá erguer-se aquele que tiver o olhar certo para aquela situação e perguntar-se: "Que lição eu posso aprender?" O mais importante é ter a certeza que Deus nos consola: "Não desista, você precisa ir adiante, confie em mim" É esta a hora da misericórdia!

    Um fruto só alcança a condição de fruto depois que foi capaz de morrer para suas antigas condições. Se ele resolvesse passar a vida sendo semente, nunca chegaria à maturidade própria de sua natureza. Por vezes precisamos vivenciar esse processo, pois o novo nasce é da morte. Basta termos a coragem de largar o que é velho, morrer para o mundo e suas tentações e trazer, à nossa festa, novos convidados.

    "Muitos são chamados e poucos são escolhidos". Coloque-se hoje na posição de escolhido de Deus para fazer parte de seu Reino. Ele nunca mandaria um convite a um endereço errado. Sua presença é importante na festa.  E nunca esqueça que nesse mar repleto de grandes tribulações e ameaças, estamos todos apenas em mera travessia.

    Suélio Moreira

    21/08 - São Pio X

    21 de Agosto de 2014

    São Pio X

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    De origem humilde, o Papa italiano Pio X, juntamente com João Paulo II é considerado referência da Igreja no século XX

    São Pio X nasceu no dia 2 de junho de 1835, em Riese, na Itália, com o nome de Giuseppe Melchiorre Sarto. Era o segundo dos dez filhos de uma família simples e moradora da zona rural da província de Treviso. Com grande sacrifício conseguiu estudar e ordenar-se sacerdote.

    De grande inteligência fez uma carreira eclesiástica brilhante, sendo sucessivamente coadjutor de paróquia rural, pároco, cônego da catedral de Treviso, bispo de Mântua, cardeal-patriarca de Veneza e, por fim, Papa. Seu lema, “Renovar todas as coisas em Cristo”, acompanhou-o desde a humilde aldeiazinha em que começou a trabalhar até ao posto de Papa.

    Seu pontificado foi um dos mais fecundos da História da Igreja. Foi chamado o “Papa da Eucaristia”, pois incentivou a prática da Eucaristia diária e permitiu a Primeira Comunhão a crianças pequenas, tão logo atingissem o uso da razão. Restaurou o canto gregoriano, ordenou a codificação do Direito Canônico, reformou a Cúria Romana e o Breviário, defendeu os direitos da Igreja lesados por governos anticatólicos.

    Na lápide do seu túmulo, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, lê-se: “A sua tiara era formada por três coroas: pobreza, humildade e bondade”. É atualmente o patrono dos peregrinos enfermos e é considerado por alguns, como o maior dos Papas do século XX, disputando tal título com o Papa João Paulo II. Morreu com 79 anos, no dia 20 de agosto de 1914 e foi canonizado em 1954.

    21/08 - Dia da Habitação

    21 de Agosto de 2014

    Dia da Habitação

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    Antes do período neolítico, na pré-história, o homem escavava abrigos ou se instalava em cavernas. Por volta do ano 4000 a.C. começam a aparecer as primeiras muralhas e casas de pedra, tijolo ou madeira.

    Vários tipos de construções foram surgindo desde então, como as do estilo bizantino, do românico, do gótico, do barroco, até os edifícios arranha-céus de nosso tempo.

    Essas construções tinham uma finalidade muito específica: servir de habitação para o homem em todas as épocas históricas.

    Em 1964, o governo federal criou o Sistema Financeiro de Habitação para facilitar a aquisição da casa própria.

    Administrado pelo extinto Banco Nacional de Habitação (BNH), o sistema favorece, preferencialmente, famílias de baixa renda.

    Recentemente alguns projetos, como o “Minha Casa, Minha Vida”, buscam tirar o déficit habitacional no país, mas ainda não é o suficiente.

    O Dia da Habitação deve servir para lembrar não só da importância de se ter um lar, mas da infelicidade das pessoas que não conseguem, ao menos, exercer um de seus direitos básicos: o de ter um lugar para morar.

    Fonte: IBGE

    20/08 - Mt 20,1-16a

    20 de Agosto de 2014

    evandia

    Mateus 20,1-16a

    Disse Jesus: “O Reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar operários para sua vinha. Ajustou com eles um denário por dia e enviou-os para sua vinha. Cerca da terceira hora, saiu ainda e viu alguns que estavam na praça sem fazer nada. Disse-lhes ele: ‘Ide também vós para minha vinha e vos darei o justo salário’. Eles foram. À sexta hora saiu de novo e igualmente pela nona hora, e fez o mesmo. Finalmente, pela undécima hora, encontrou ainda outros na praça e perguntou-lhes: ‘Por que estais todo o dia sem fazer nada?’
    Eles responderam: ‘É porque ninguém nos contratou’. Disse-lhes ele, então: ‘Ide vós também para minha vinha’. Ao cair da tarde, o senhor da vinha disse a seu feitor: ‘Chama os operários e paga-lhes, começando pelos últimos até os primeiros’.
    Vieram aqueles da undécima hora e receberam cada qual um denário.
    Chegando por sua vez os primeiros, julgavam que haviam de receber mais. Mas só receberam cada qual um denário. Ao receberem, murmuravam contra o pai de família, dizendo: ‘Os últimos só trabalharam uma hora e deste-lhes tanto como a nós, que suportamos o peso do dia e do calor’. O senhor, porém, observou a um deles: ‘Meu amigo, não te faço injustiça. Não contrataste comigo um denário? Toma o que é teu e vai-te. Eu quero dar a este último tanto quanto a ti. Ou não me é permitido fazer dos meus bens o que me apraz? Porventura vês com maus olhos que eu seja bom?’
    Assim, pois, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos”.

    Entendendo

    OS OPERÁRIOS DA ÚLTIMA HORA

    Jesus percebia a maneira como as autoridades tratavam os pequenos da sociedade de seu tempo. Conhecendo essa dura realidade de exclusão Ele apresenta Deus como um Pai amoroso, que cuida de todos sem distinção.

    A ‘parábola dos trabalhadores da última hora’, como é conhecida, revela o coração de Deus, representado pelo dono da plantação. Ele sai várias vezes para contratar operários, preocupado que não haja ociosos na praça. E sai, até mesmo, no encerramento do expediente.

    A surpresa maior acontece na hora do pagamento. Todos recebem o combinado referente a um dia de trabalho. Para os que mais trabalharam isso é motivo de protesto. Mostra que o único critério para a justiça, na visão de Deus, não é a produção, mas a necessidade da pessoa humana.

    Cito um pequeno exemplo – o que chegou cedo e trabalhou o dia todo, podia ter mulher e filhos, uma família para manter; o que chegou ao final da tarde, também. Portanto, além da produção, Deus olha outras necessidades para estabelecer sua justiça.

    Ele não foi injusto, porque todos receberam o correspondente ao dia de trabalho que foi combinado. O dono da vinha, imagem de Deus, age com misericórdia e bondade. Ele se recusa a fazer discriminações indevidas entre os seus diaristas.

    Atualizando

    ANTES DA MORTE, DEUS DÁ A
    TODA PESSOA, A POSSIBILIDADE DE “CAIR NA REAL”

    Embora muitos interpretem essa parábola para justificar o princípio do “salário digno”, o que também não está errado, já que a Palavra de Deus ilumina situações diversas, o foco principal dela é a salvação, na última hora, de quem vive a vida inteira desligado dos valores de Deus e, antes da morte é “tocado”.

    Jesus deixou clara a intenção de Deus em querer que todos voltem à morada eterna. Nós estamos aqui, mas, não somos daqui! Aqui cumprimos nossa missão e voltamos à casa do Pai. Só que a volta está condicionada ao nosso proceder aqui.

    Muitos vivem a vida inteira ignorando e fazendo pouco caso de Deus, maltratando e humilhando seu semelhante, praticando todo tipo de injustiça... Um dia eles receberão a justiça divina no julgamento divino. Porém, o Deus que não se cansa de perdoar, acolherá o arrependimento de seus filhos até no seu último suspiro.

    Muitos estudiosos em Bíblia afirmam que, antes da morte, Deus oferece a todos a possibilidade de tomar consciência de suas misérias humanas, se converterem e receberem o perdão. Até mesmo em mortes repentinas como, por exemplo, em acidentes. A vontade de Deus é que todos sejam salvos, assim como expressou Jesus, na parábola das cem ovelhas.

    Num nível mais profundo, a parábola dos trabalhadores da última hora mostra que todos nós somos convidados de honra à salvação eterna. Aqueles que aceitam o convite são tocados, arrependem-se de seus pecados e são acolhidos pela infinita bondade do Pai.

    20/08 - São Bernardo de Claraval

    20 de Agosto de 2014

    São Bernardo de Claraval

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    O monge mais conhecido do século XII foi confessor de papas e fundador de 72 mosteiros

    Bernardo nasceu numa família nobre da Borgonha, na França, no ano 1090. Foi o terceiro dos sete filhos de Tescelin e Aleth. Ainda jovem ingressou na recém-fundada Abadia de Cister, que tinha somente 20 monges. Ele, com seu exemplo e entusiasmo, arrastou atrás de si um tio, quatro irmãos e 25 amigos, todos de nível social bastante elevado.

    Dois anos depois foi mandado por seu superior para fundar um novo mosteiro, em Claraval. Em pouco tempo esse novo mosteiro já contava com 500 monges e ficou famoso em toda a Europa. Nos 38 anos em que Bernardo comandou a Ordem Cisterciense, ela cresceu e atingiu 165 mosteiros. Escreveu, também, a regra para a Ordem dos Cavaleiros Templários.

    Bernardo era conselheiro espiritual de papas, soberanos e prelados. A sua obra intelectual é tão significativa que lhe valeu o título de Doutor da Igreja. Muito devoto da Santíssima Virgem, deu grande desenvolvimento à Mariologia.

    Bernardo fundou 76 mosteiros, espalhados por toda Europa: 35 na França, 14 na Espanha, 10 na Inglaterra e Irlanda, 6 em Flandres, 4 na Itália, 4 na Dinamarca, 2 na Suécia e 1 na Hungria, além de muitos outros que se filiaram à Ordem. Bernardo foi, sem dúvida, o monge mais afamado e de maior influência religiosa, cultural e política no seu século. Morreu em 1153, com 63 anos e foi canonizado em 1174.

    20/08 - Dia do Vizinho

    20 de Agosto de 2014

    Dia do Vizinho

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    O conceito de vizinho pode encontrar inúmeras variações, a depender de quem conversamos a respeito.

    Muitos tecem mil elogios à sua vizinhança, têm um relacionamento amistoso com o morador ao lado e consideram saudável ter com quem engatar uma conversa de elevador (no caso de apartamento), dar um tchauzinho do jardim, um bom dia com muito gosto ao amanhecer, uma boa conversa no final de tarde, ou até uma confraternização familiar. Esse é o lado bom de dividir uma área comum.

    Ruim é quando temos que topar com alguém de cara amarrada, que parece nos amaldiçoar no momento em que abrimos a porta..., e é inevitável cumprimentá-lo.

    Ter um bom relacionamento com o vizinho é uma arte. Logicamente sempre haverá os que gostam de música alta, os que têm cachorros barulhentos (idem crianças), os sistemáticos, os mal-humorados, os acomodados e os indiferentes. Nada que um bom sorriso e algumas regras de boa convivência não consigam melhorar.

    Para começar: Você conhece os moradores do seu prédio ou da sua rua? Que tal tomar a iniciativa de um relacionamento saudável? Aproveite este dia e justifique o “gancho”, afinal, hoje é o “dia do vizinho”!

    Fonte: Soleis

    19/08 - Mt 19,23-30

    19 de Agosto de 2014

    evandia

    Mateus 19,23-30

    Naquele tempo, Jesus disse aos seus discípulos: “Em verdade vos declaro: é difícil para um rico entrar no Reino dos céus! Eu vos repito: é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus”. A estas palavras seus discípulos, pasmados, perguntaram: “Quem poderá então salvar-se?”
    Jesus olhou para eles e disse: “Aos homens isto é impossível, mas a Deus tudo é possível”. Pedro então, tomando a palavra, disse-lhe: “Eis que deixamos tudo para te seguir. Que haverá então para nós?” Respondeu Jesus: "Em verdade vos declaro: no dia da renovação do mundo, quando o Filho do Homem estiver sentado no trono da glória, vós, que me haveis seguido, estareis sentados em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. E todo aquele que por minha causa deixar irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher, filhos, terras ou casa receberá o cêntuplo e possuirá a vida eterna. Muitos dos primeiros serão os últimos e muitos dos últimos serão os primeiros”.

    Entendendo

    JESUS FALA DA DIFICULDADE PARA
    UM RICO RECEBER A SALVAÇÃO ETERNA!

    A afirmação radical de Jesus quanto à dificuldade de um rico ser salvo provocou um tremendo choque nos discípulos. A ponto de questionarem Jesus e ficarem preocupados com a continuidade da missão. Jesus é firme na colocação, porque falava de uma realidade que estava acontecendo e, ao mesmo tempo, fazia uma advertência. Para Ele, quem quisesse ser salvo deveria desapegar-se das riquezas.

    A impossibilidade da salvação do rico é em virtude da inversão de valores. Seus bens acumulados passam a ser o seu deus. A matéria vira razão de idolatria, passa a ser sua segurança maior. Sendo assim, a motivação para viver não é Deus, e sim o patrimônio.

    Em outro Evangelho, Jesus se refere ao rico avarento, ou seja, aquele que tem o coração fechado para os seus semelhantes, incapaz de perceber as necessidades dos outros. Sua vida consiste em acumular e usufruir, egoisticamente, sem jamais preocupar-se em partilhar.

    Jesus profetiza a condenação desses corações materialistas e insensíveis. A morte simplesmente eternizará uma situação que eles mesmos escolheram. O ensinamento de Jesus não deixa dúvidas: não existe salvação para um coração apegado às riquezas transitórias.

    Atualizando

    O DINHEIRO NUMA MENTE
    FRACA, OCUPA O LUGAR DE DEUS!

    Todos nós gostamos de ter no bolso o dinheiro necessário para dar-nos dignidade. O dinheiro em si é bom. Mal é o comportamento de quem não sabe usá-lo.

    Estamos vivendo um período em que o marketing seduz e leva a pessoa a consumir, a comprar e nunca estar satisfeita com o que se tem. Propagandas bem elaboradas, programas de crédito facilitado, novidades nas vitrines são um verdadeiro apelo a gastar. Acabamos de comprar um aparelho, surge outro mais moderno e o bombardeio em nossa mente é grande, levanta a nossa ambição, e por aí vai!

    Há pessoas que usam de meios sujos para conseguir dinheiro. Mentem e enganam com a finalidade de obter lucros e vantagens pessoais; exploram seu semelhante em benefício próprio; e há ainda os que praticam suborno, roubos, assassinatos e tantos outros crimes.

    Partindo para uma escala maior... Acompanhamos listas e mais listas dos homens mais ricos do mundo e, entre eles, alguns brasileiros. Como vivem essas pessoas? São felizes por terem fortunas? Duvido muito. A obsessão desenfreada pelo “ter”, acaba tirando o foco do “ser”, que é a própria paz.

    A obsessão pelo “ter” leva o rico a três dimensões de sofrimento:

    · O de conquistar a riqueza;

    · O de manter a riqueza;

    · O de oferecer a riqueza.

    “Conquistar a riqueza”. Quase sempre uma conquista desenfreada de bens é feita pisando no direito de outros.

    “Manter a riqueza”. Para administrar os bens, grande é o medo de um sequestro, de um assalto, da queda nas ações ou bolsa de valores...

    “Oferecer a riqueza”. Oferecer parte da fortuna é causa de sofrimento, principalmente, o pensar em morrer e deixar tudo o que acumulou.

    Para uma pessoa que deposita sua confiança no dinheiro ou nos bens Deus não tem espaço, “as coisas, os bens” ocupam o espaço do seu coração. O dinheiro é o seu “deus”, sua idolatria.

    Jesus é sábio, e a afirmação de hoje é bem fundamentada, revelando a dificuldade de um rico ser salvo e citando “o camelo e a agulha”. Sabemos da importância do dinheiro para nossa sobrevivência, mas, convenhamos, o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (1 Tim 6,10).

    19/08 - São João Eudes

    19 de Agosto de 2014

    São João Eudes

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    Fundou duas Congregações para cuidar da formação do clero e da defesa de mulheres e crianças em situação de risco

    João Eudes nasceu na Vila de Ri, na França, no ano 1601. Cresceu em uma família profundamente religiosa. Fez seus primeiros estudos no Colégio Real, dos padres jesuítas. Ainda na adolescência, fez sua consagração à Nossa Senhora.

    Aos 22 anos ingressou na Congregação do Oratório, sendo ordenado padre dois anos depois. Dedicou-se durante vários anos à pregação nas paróquias. Assistiu aos doentes e suas famílias durante a epidemia de peste em 1627, sem temor da doença. Temendo que seus companheiros de congregação fossem contaminados devido ao seu contato com os enfermos, não entrava em casa e dormia dentro de um barril.

    Viu que era urgente a necessidade de reforma do clero, saiu da Congregação do Oratório e fundou a Congregação de Jesus e Maria, para dar formação espiritual e doutrinal aos padres e seminaristas. Posteriormente fundou uma congregação religiosa feminina, a de Nossa Senhora da Caridade do Refúgio para atender mulheres e crianças em más condições de vida. No século XIX essa congregação originará outra, a de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor, das irmãs do Bom Pastor. Fundou ainda uma associação para leigos, para aprofundar a doutrina cristã.

    Fomentou, com zelo e dedicação, a devoção aos Corações de Jesus e de Maria. Após uma longa vida dedicada à missão entre o povo, morreu em Caen, norte da França, em 1680, com 79 anos de idade.

    19/08 - Dia Mundial da Fotografia e do Artista de Teatro

    19 de Agosto de 2014

    Dia Mundial da Fotografia e do Artista de Teatro

     

    Fotografia

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    Num mundo de imagens como é o de hoje, a fotografia está presente em todos os momentos. Seja de câmeras comuns, digitais ou de celulares, a imagem se tornou um elemento central neste tempo midiatizado.

    Mas se hoje a fotografia tem esse lugar de destaque, podendo ser alterada, transformada e manipulada, muito se deve aos inventores deste conceito.

    Dois franceses merecem destaque nessa descoberta: Joseph Nicéphore Niépce e Jean Jacques Mandé Daguerre.

    Um francês radicado no Brasil, Hércules Florence, desenvolvia também experimentos, mas o advento da fotografia foi anunciado ao mundo oficialmente, em Paris, na Academia de Ciências da França, em 19 de agosto 1839, consagrando o Daguerreótipo.

    De lá pra cá, a fotografia evoluiu muito e foi a grande responsável por “apresentar o mundo”, à humanidade. Mesmo com o surgimento de outras formas de exibição de imagens (cinema, televisão, computador), a fotografia continua sendo a única "capaz de captar a alma humana". Ou, como diria Henri Cartier-Bresson, um dos maiores fotógrafos de todos os tempos: "fotografar é captar o momento decisivo".

    Fonte: www.portoalegre.rs.gov.br

    Artista de Teatro

    O conceito do que entendemos hoje por teatro é originário do verbo grego "theastai" (ver, contemplar, olhar). Tão antiga quanto o homem, a noção de representação está vinculada ao ritual mágico e religioso primitivo. Acredita-se que o teatro nasceu no instante em que o homem primitivo colocou e tirou a máscara diante do espectador, com plena consciência do exercício de "simulação", de "representação", ou seja, do signo.

    As escolas profissionalizantes, no que concerne às técnicas interpretativas, adotam basicamente o Método de Composição de Personagem e Criação de um Papel de Constantin Stanislavski, que trabalha fundamentalmente com a emoção do ator.

    O estudo das artes cênicas, através da criação de escolas especializadas, tem evoluído gradativamente nesses últimos anos - apesar de ainda ser reduzido o número desses estabelecimentos. De qualquer maneira há uma evolução, e é necessário, neste dia, reconhecer o trabalho e parabenizar a todos que sabem socializar o talento que o Deus da vida lhe ofereceu.

    Fontes: Revista Rio e Kplus Cosmo

    18/08 - Mt 19,16-22

    18 de Agosto de 2014

    evandia

    Mateus 19,16-22

    Um homem aproximou-se de Jesus e lhe perguntou: “Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?” Disse-lhe Jesus: “Por que me perguntas a respeito do que se deve fazer de bom? Só Deus é bom. Se queres entrar na vida, observa os mandamentos”. “Quais?”, perguntou ele. Jesus respondeu: “Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe, ama teu próximo como a ti mesmo”. Disse-lhe o jovem: “Tenho observado tudo isto desde a minha infância. Que me falta ainda?” Respondeu Jesus: “Se queres ser perfeito, vai, vende teus bens, dá-os aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me!” Ouvindo estas palavras, o jovem foi embora muito triste, porque possuía muitos bens.

    Entendendo

    “MESTRE, QUE DEVO FAZER DE BOM
    PARA TER A VIDA ETERNA?”

    Um homem aproxima-se de Jesus e pergunta-Lhe o que tem que fazer para “alcançar a vida eterna”. Não se trata de alguém que vem questionar Jesus para experimentá-Lo. A postura do homem dá sinais de alguém sincero e bem-intencionado, preocupado com a questão vital que é a vida eterna.

    A primeira resposta de Jesus não traz nada de novo. Ele questiona sobre os ensinamentos antigos: ...“não matar; não roubar; não levantar falso”...

    O homem diz que está observando tudo isso e Jesus não contesta. O homem não é um hipócrita, mas religioso e sincero. Não há por parte desse homem, qualquer sinal de orgulho e de autossuficiência.

    Jesus reconhece os seus valores, olha para ele “com simpatia” e resolve convidá-lo a subir a outro patamar nesse caminho para a santidade. E faz três exigências:

    · Não centrar a própria vida nos bens passageiros deste mundo;

    · Assumir a partilha e a solidariedade para com os irmãos mais pobres;

    · Seguir o próprio Jesus no seu caminho de amor e de entrega.

    Apesar de toda a sua boa vontade, o homem não havia chegado a esse grau de fé e afasta-se triste.

    Os bens do mundo impõem ao homem a lógica do egoísmo, do fechamento, da escravidão que são incompatíveis com a adesão plena ao Reino e aos seus valores. Aqueles que conseguem romper essa lógica são verdadeiros heróis.

    Atualizando

    A VIDA ETERNA COMEÇA AQUI AGORA!

    Quando falamos em vida eterna, não estamos falando apenas de vida após a morte, mas de qualidade de vida que começa aqui. Por isso formamos família, enveredamos numa profissão, adquirimos bens, procuramos ser honestos... Tudo isso só tem sentido se alcançarmos a vida eterna. Mas, a grande novidade é que ela já começou.

    “Os fariseus perguntaram a Jesus sobre o momento em que chegaria o Reino de Deus. Jesus respondeu: O Reino de Deus não vem ostensivamente. Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’ ou ‘está ali’, porque o Reino de Deus já está no meio de nós” (Lucas 17,20-21).

    Tomando por base essa afirmação de Jesus, podemos dizer que todas as nossas ações feitas para o bem, por pequenas que sejam, fazem parte da vida que não é apenas humana e material, mas eterna.

    O valor eterno se expressa de forma humana, porque estamos ainda em matéria, mas a alegria que ele nos transmite já ganha dimensão de eternidade.

    A alegria do nascimento de um filho, nascido em uma família que se preparou com dignidade para esse momento; a alegria por ter ajudado e socorrido alguém que precisava de uma ajuda; a alegria por sentir o perdão de Deus, depois de uma bobagem cometida...

    São muitos os momentos que transcendem a matéria e que já fazem parte da eternidade, e que levaremos “daqui pra lá”. Não vamos levar nossa bela casa, nosso belo carro, nossos títulos... Eles ficam e são passageiros. Mas desfrutamos e levamos a paz de espírito na boa ação que praticamos. As boas ações são eternas e já começam aqui e agora.

     

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