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    31/03 - Jo 13,21-33.36-38

    31 de Março de 2015

    evandia

    João 13,21-33.36-38

    Depois de dizer isso, Jesus ficou interiormente perturbado e testemunhou: “Em verdade, em verdade, vos digo: um de vós me entregará”. [...] Então, Jesus molhou um bocado e deu a Judas, filho de Simão Iscariotes. Depois do bocado, Satanás entrou em Judas. Jesus, então, lhe disse: “O que tens a fazer, faze logo”. [...] Depois que Judas saiu, Jesus disse: “Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. Se Deus foi glorificado nele, Deus também o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo. Filhinhos, por pouco tempo eu ainda estou convosco. [...]”. [...].

    Entendendo

    JUDAS E PEDRO –
    DOIS TRAIDORES COM DESTINOS DIFERENTES!

    Após três anos de convivência de grupo, o anúncio da traição foi um golpe duro que certamente desconcertou os discípulos e provocou comoção geral. A traição é sempre um ato pesado, independentemente do tempo e da cultura. De modo especial, entre pessoas que consagraram suas vidas na defesa de uma causa nobre e acolheram uma proposta diferente trazida por um Mestre que, por várias vezes, mostrou poderes divinos.

    Por várias vezes vemos no evangelho de João, Judas ser chamado de ladrão. João foi apóstolo e colega de Judas, portanto, fala com autoridade. Isso mostra que Judas era uma pessoa de caráter duvidoso, de quem se podia esperar tudo. A traição seria apenas mais uma manifestação da personalidade maldosa desse discípulo.

    A traição de Judas não foi algo repentino, mas uma decisão pensada e tramada conscientemente. Em todo tempo de convivência com o Mestre, nenhuma pregação, cura, milagre foi capaz de tocar o coração desse homem.

    Jesus denuncia aquele que vai lhe trair, Judas. Até aí tudo muito conhecido na história, mas, o que passa despercebida é a denúncia que Jesus faz da traição de Pedro: “Não cantará o galo antes que me tenhas negado três vezes”. A traição de Pedro foi confirmada mais tarde, quando ele disse que não conhecida Jesus, diante das autoridades. Judas traiu e confirmou sua maldade. Pedro traiu e teve a humildade de arrepender-se. Aí está a diferença entre o autossuficiente e o humilde.

    Atualizando

    TODOS NÓS TEMOS UM POUCO DE JUDAS E DE PEDRO!

    Em um só momento Jesus denunciou dois traidores: Judas e Pedro. Vimos acima que Judas confirmou e não “voltou atrás” de sua decisão, enquanto Pedro arrependeu-se e continuou sua caminhada.

    Quantas vezes nossas amizades são motivadas por interesse em tirar proveito de alguém que pode nos favorecer em alguma coisa! Quantas vezes, recebemos uma pessoa com beijos, abraços, não temos a coragem de ser sinceros diante de algum traço que não gostamos de sua postura, mas, na ausência, comentamos com outras pessoas!

    Por outro lado, somos também vitimados por traidores. Por exemplo... Temos uma pessoa como amiga, estamos juntos nos momentos felizes e, quando passamos por dificuldades, essa pessoa se afasta e nos abandona! Depositamos nossa confiança em alguém, partilhamos nossos segredos e, ao passar do tempo, essa pessoa tira proveito da nossa confiança para aplicar um golpe!

    Ser Judas ou ser Pedro vai depender do caráter de cada um. Se a pessoa, na formação de caráter, teve recebido valores cristãos que a levem ao remorso de consciência diante de uma falha cometida contra o seu semelhante, a atitude pode ser a de Pedro. Caso contrário, a falta de sentimento aos valores de Deus pode levar a pessoa à perda da vergonha e à falta de remorso pelo mal que faz. Ai está o perigo de “tornar-se um Judas” em suas atitudes.

    31/03 - São Guido

    31 de Março de 2015

    São Guido

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    “Seu testemunho de santidade era tão grande, que seu pai e irmãos, o tomaram como diretor espiritual e se tornaram religiosos”

    São Guido nasceu na segunda metade do século X, em Casamare, perto de Ravena, Itália. Após concluir seus estudos acadêmicos em sua cidade natal, mudou-se para Roma, onde recebeu o hábito de monge beneditino.

    Sob a direção espiritual de Martinho, monge eremita e depois canonizado pela Igreja, viveu observando fielmente as regras de sua Ordem, tornando-se exemplo de disciplina e dedicação à caridade, à oração e à contemplação. Guido também era musicista.

    Era um modelo tão perfeito de virtudes, que foi eleito abade por seus irmãos de congregação. Sua fama espalhou-se de tal forma, que seu pai e irmãos, acabaram por tomá-lo como diretor espiritual e se tornaram também religiosos.

    Sentindo o fim se aproximar, Guido retirou-se para a tão almejada solidão religiosa. Quando o imperador Henrique III foi a Roma, para ser coroado pelo Papa, requisitou o abade para acompanhá-lo como conselheiro espiritual. Guido cumpriu a função delegada, mas ao despedir-se dos monges que o hospedaram, despediu-se definitivamente demonstrando que sabia que não se veriam mais. Na viagem, adoeceu gravemente entre Parma e Borgo de São Donino, e faleceu no dia 31 de março de 1046.

    Graças passaram a ocorrer, momentos depois de Guido ter morrido. Um homem cego recuperou a visão em Parma após rezar pedindo sua intercessão, e outros milagres sucederam. Os moradores da cidade recusaram-se a entregar o corpo para que as autoridades religiosas o trasladassem ao convento.

    Foi necessário que o próprio imperador intervisse. Henrique III levou as relíquias para a Catedral de Spira. A igreja, antes dedicada a São João Evangelista, passou a ser chamada de São Guido, ou Wido, ou ainda Guy, como ele era também conhecido.

    31/03 - Dia do Golpe Militar no Brasil

    31 de Março de 2015

    Dia do Golpe Militar no Brasil

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    O golpe liderado pelos militares, que depôs o presidente João Goulart, representou a reação dos setores conservadores da sociedade brasileira à manutenção da política populista no país.

    O "populismo" apresentava sinais de crise já há alguns anos. A política adotada por Getúlio Vargas, de manipular e utilizar as massas trabalhadoras para a sustentação do poder e, ao mesmo tempo, desenvolver a economia nacional, fortalecendo a camada empresarial urbana, desgastara-se desde o final da 2° Guerra Mundial.

    A partir de 1945 os EUA recuperaram sua hegemonia mundial. Abalada pela crise de 1929, a economia do grande país capitalista aproveitara-se da Grande Guerra para recompor-se e voltava a ditar as regras para o mercado mundial. Os países europeus necessitavam recuperar-se física e economicamente e, em grande parte, dependiam dos norte americanos.

    A recuperação da economia mundial comandada pelos EUA teve reflexos diretos e imediatos sobre os países latino-americanos, muitos dos quais, viviam uma fase de desenvolvimento industrial, como o Brasil, e não se encaixavam nas necessidades da nova ordem pós-guerra.

    Em um primeiro momento, os países latino-americanos ainda mantiveram certa estabilidade financeira, devido ao aumento das exportações de produtos primários para os países que se recuperavam da Guerra, porém essa situação esgotou-se por volta de 1953. Somou-se a essa situação o aumento da dívida externa e a inflação, o que estimulou os militares a montarem o golpe que ficou marcado na história brasileira.

    Fonte: www.historianet.com.br

    30/03 - Jo 12,1-11

    30 de Março de 2015

    evandia

    João 12,1-11

    No terceiro dia, houve um casamento em Caná da Galileia, e a mãe de Jesus estava lá. Jesus e seus discípulos foram convidados para o casamento. Faltando o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm vinho!” Jesus lhe respondeu: “Mulher, para que me dizes isso? A minha hora ainda não chegou”. Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei tudo o que ele vos disser!” Estavam ali seis talhas de pedra, de quase cem litros cada, destinadas às purificações rituais dos judeus. Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água!” E eles as encheram até a borda. Então disse: “Agora, tirai e levai ao encarregado da festa”. E eles levaram. O encarregado da festa provou da água mudada em vinho, sem saber de onde viesse, embora os serventes que tiraram a água o soubessem. Então chamou o noivo e disse-lhe: “Todo mundo serve primeiro o vinho bom e, quando os convidados já beberam bastante, serve o menos bom. Tu guardaste o vinho bom até agora”. Este início dos sinais, Jesus o realizou em Caná da Galileia. Manifestou sua glória, e os seus discípulos creram nele.

    Entendendo

    A ALEGRIA DE ESTAR COM DEUS É
    COMPARADA A UMA FESTA DE CASAMENTO!

    O evangelho apresenta uma festa de casamento. A casamento aqui está representando a relação entre Deus e a humanidade. Cada símbolo vem carregado de sentido.

    O “vinho”, elemento indispensável na “boda”, é símbolo do amor entre o esposo e a esposa, e também da alegria da festa. A falta do vinho traz o casamento antigo do povo da antiga aliança, sem alegria, sem amor e sem festa.

    Esta realidade de uma “aliança” estéril e falida é representada pelas seis talhas de pedra destinadas à purificação dos judeus. O número seis indica a imperfeição, o incompleto; a “pedra” representa as tábuas de pedra da Lei (os 10 mandamentos). A referência à “purificação” mostra os ritos e exigências da antiga Lei que revelavam um Deus impositivo. Ora, um Deus assim pode-se temer, mas não amar.

    As talhas estão “vazias”, porque todo este aparato era inútil, não servia para aproximar o homem de Deus, mas sim para o afastar desse Deus difícil e distante.

    A “mãe” está lá e percebe a falta do vinho. Ela representa o povo fiel que aguardava a vinda de seu Filho. O povo que acreditou nas promessas de Deus.

    O dono da casa representa os dirigentes judeus, instalados e acomodados, sem perceber que o antigo caducou e necessitava de novidade.

    Os “serventes” são os que colaboram com Jesus, e que estão dispostos a fazer tudo “o que Ele disser” para que a “aliança” seja renovada.

    Jesus é a promessa de Deus ao vivo, dando nova vida à aliança do povo antigo que se fechou e caducou. A obra de Jesus não será preservar as instituições antigas, mas apresentar a novidade, o novo Reino Deus.

    O episódio das “bodas de Caná” anuncia o programa de Jesus: trazer à relação entre Deus e a humanidade e apresentar o vinho da alegria, do amor e da festa. Este programa, Jesus cumpre ao longo de toda a sua vida.

    Atualizando

    A ALEGRIA DA VIDA EM FAMÍLIA!

    É necessário um esforço paciente para aprender a apreciar as múltiplas alegrias humanas que o Criador coloca no nosso caminho: a alegria da existência e da vida; a alegria do amor honesto e santificado; a alegria tranquilizadora da natureza e do silêncio; a alegria, por vezes austera, do trabalho bem realizado; a alegria e a satisfação do dever cumprido; a alegria transparente de um coração puro, do serviço e do saber partilhar; a alegria exigente do sacrifício.

    O cristão poderá purificá-las, completá-las e sublimá-las. A alegria cristã supõe um homem (uma família) capaz de alegrias naturais. Frequentemente, foi a partir destas que Cristo anunciou o Reino dos Céus.

    A família tem hoje, tal como nas gerações anteriores, um papel insubstituível na educação dos filhos. Ela é a Igreja doméstica, tal como no-la apresenta o Concílio Vaticano II, a comunidade cristã de referência, na qual os pais devem ser os primeiros e mais importantes catequistas dos seus filhos. O ambiente familiar, onde os pais vivem e testemunham a sua fé em Cristo ressuscitado, deve ser o espaço privilegiado da educação na fé.

    Os pais devem ser exemplo de fé para os filhos e para se converterem em pessoas de fé têm de ser bons orantes. Não é possível dialogar com um Deus sempre invisível, e hoje menos evidente na vida das nossas famílias, se não se vive da contemplação. A felicidade de uma família só existe quando há comunhão entre os esposos com os filhos e também com Deus.

    Para muitos pais torna-se difícil ver algum raio de esperança face à situação em que se encontram muitas famílias, mas a todos os que recordam com nostalgia o passado e as coisas que já não existem, convém recordar o que, vários séculos antes de Cristo, Isaías disse aos seus concidadãos em momentos de desolação e de mudanças irreversíveis:

    “Não vos lembreis dos acontecimentos de outrora, não penseis mais no passado, pois vou realizar algo de novo, que já está a aparecer: não o notais? Vou abrir um caminho no deserto, e fazer correr rios na estepe.” (Is 43,18-19)

    É fundamental a valorização do Sacramento do Matrimônio, da família e da vida, com toda a sua envolvência; criar espaços de formação com momentos celebrativos de encontro.

    Mais do que incrementar a tensão que já se vive no âmago de muitas famílias, acolher, respeitar, compreender, integrar e ajudar são gestos que devem ser criados pelas nossas igrejas. É necessário criar e revitalizar movimentos e grupos que se prendem com os setores da pastoral familiar, vocacional e juvenil.

    A família é a verdadeira fonte e berço da civilização do amor, por sua vez, a esperança é a fonte da alegria das nossas famílias. Compete, pois, à comunidade cristã, a iniciação neste processo experiencial e de comunicação vital que leva ao desenvolvimento de relações interpessoais sadias e a todos poderá congregar em família. A Igreja é a casa paterna, onde há lugar para todos.

    Artigo do bispo português, D. António Moiteiro Ramos.

    30/03 - São João Clímaco

    30 de Março de 2015

    São João Clímaco

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    “Clímaco é uma alusão à ‘klimax’, que significa ‘escada’. Nome adotado devido ao seu livro Escada para o Paraíso”

    Clímaco nasceu na Palestina em 579, numa família cristã que passou para ele muitos valores, possibilitando-lhe uma ótima formação literária.

    O nome de São João Clímaco é uma alusão à palavra ‘klímax', que em grego significa escada. São João decidiu adotar este nome em virtude do livro escrito por ele mesmo, intitulado “Escada para o Paraíso”.

    Desde cedo Clímaco foi discernindo sua vocação à vida religiosa. Ele foi influenciado por alguns cristãos da época, que optavam por ir ao Monte Sinai, e ali viverem uma radicalidade cristã. Movido por esses testemunhos, ele deixou bens materiais e partiu para o Sinai. Com outros irmãos, deixou-se orientar por pessoas com mais experiência, fazendo um caminho pessoal e comunitário de santidade. Foi atacado diversas vezes e travou verdadeiras batalhas espirituais.

    Para Clímaco, a oração é a mais alta expressão da vida solitária; ela se desenvolve pela eliminação das imagens e dos pensamentos. Daí a necessidade da 'monologia', isto é, a invocação curta de uma só palavra, incansavelmente repetida para paralisar a dispersão do espírito. Essa repetição deve assimilar-se com a respiração.

    São João Clímaco buscou corresponder ao chamado de Deus por meio de duras penitências, pouca alimentação, sacrifícios, intercessões e participação nas santas missas. Perseverou neste jeito de viver até o fim da vida, quando morreu com 70 anos de idade.

    30/03 - Dia da subida do 1º. Astronauta Brasileiro ao Espaço

    30 de Março de 2015

    Dia da subida do 1º. Astronauta
    Brasileiro ao Espaço

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    Marcos Cesar Pontes é tenente-coronel da Força Aérea Brasileira (FAB), atualmente na reserva.

    Foi o primeiro astronauta brasileiro, o primeiro sul-americano e o primeiro lusófono a ir ao espaço, na missão batizada de "Missão Centenário", em referência à comemoração dos cem anos do voo de Santos Dumont, no avião 14 Bis, realizado em 1906.

    Em 30 de março de 2006, partiu em direção à Estação Espacial Internacional (ISS) a bordo da nave russa Soyuz TMA-8, com oito experimentos científicos brasileiros para execução em ambiente de microgravidade. Retornou no dia 8 de abril a bordo da nave Soyuz TMA-7.

    Em julho de 2012, foi eleito um dos "100 maiores brasileiros de todos os tempos" em concurso realizado pelo SBT com a BBC de Londres.

    Formou-se no Colégio Liceu Noroeste, em Bauru, estado de São Paulo, em 1980. Em 1984 recebeu o bacharelado em tecnologia aeronáutica da Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga, São Paulo. Em 1989 iniciou o curso de engenharia aeronáutica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, São Paulo, recebendo o título de engenheiro em 1993. Em 1998 obteve o mestrado em engenharia de sistemas pela Naval Postgraduate School, em Monterrey, Califórnia.

    Foi agraciado com a Medalha Santos Dumont e com a Medalha de Ouro Yuri Gagarin, pela Federação Aeronáutica Internacional. Como piloto da FAB possui mais de 1.900 horas de voo em mais de vinte modelos de jatos da frota da FAB.

    Fonte: pt.wikipedia.org

    A ALEGRIA DE ESTAR COM DEUS É COMPARADA A UMA FESTA DE CASAMENTO!

    A ALEGRIA DE ESTAR COM DEUS É
    COMPARADA A UMA FESTA DE CASAMENTO!

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    O casamento bíblico nas Bodas de Caná está representando a relação entre Deus e a humanidade. Cada símbolo vem carregado de sentido.

    O “vinho”, elemento indispensável na “boda”, é símbolo do amor entre o esposo e a esposa, e também da alegria da festa. A falta do vinho traz o casamento antigo do povo da antiga aliança, sem alegria, sem amor e sem festa.

    Esta realidade de uma “aliança” estéril e falida é representada pelas seis talhas de pedra destinadas à purificação dos judeus. O número seis indica a imperfeição, o incompleto; a “pedra” representa as tábuas de pedra da Lei (os 10 mandamentos). A referência à “purificação” mostra os ritos e exigências da antiga Lei que revelavam um Deus impositivo. Ora, um Deus assim pode-se temer, mas não amar.

    As talhas estão “vazias”, porque todo este aparato era inútil, não servia para aproximar o homem de Deus, mas sim para o afastar desse Deus difícil e distante.

    A “mãe” está lá e percebe a falta do vinho. Ela representa o povo fiel que aguardava a vinda de seu Filho. O povo que acreditou nas promessas de Deus.

    O dono da casa representa os dirigentes judeus, instalados e acomodados, sem perceber que o antigo caducou e necessitava de novidade.

    Os “serventes” são os que colaboram com Jesus, e que estão dispostos a fazer tudo “o que Ele disser” para que a “aliança” seja renovada.

    Jesus é a promessa de Deus ao vivo, dando nova vida à aliança do povo antigo que se fechou e caducou. A obra de Jesus não será preservar as instituições antigas, mas apresentar a novidade, o novo Reino Deus.

    O episódio das “bodas de Caná” anuncia o programa de Jesus: trazer à relação entre Deus e a humanidade e apresentar o vinho da alegria, do amor e da festa. Este programa, Jesus cumpre ao longo de toda a sua vida.

    Pe. Rosivaldo Motta, CSsR

    29/03 - Mc 14,1-15,47 (14,1-39)

    29 de Março de 2015

    evandia

    Marcos 14,1-15,47 (14,1-39)

    N = Narrador
    L = Leitor
    P = Presidente
    G = Grupo ou assembleia
    N (Narrador) Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos.
    Logo pela manhã se reuniram os sumos sacerdotes com os anciãos, os escribas e com todo o conselho. E tendo amarrado Jesus, levaram-no e entregaram-no a Pilatos.
    Este lhe perguntou:
    Leitor (L): “És tu o rei dos judeus?”
    N: Ele lhe respondeu:
    Presidente (P): “Sim.”
    Os sumos sacerdotes acusavam-no de muitas coisas.
    Pilatos perguntou-lhe outra vez:
    L: “Nada respondes? Vê de quantos delitos te acusam!”
    N: Mas Jesus nada mais respondeu, de modo que Pilatos ficou admirado.
    Ora, costumava ele soltar-lhes em cada festa qualquer dos presos que pedissem.
    Havia na prisão um, chamado Barrabás, que fora preso com seus cúmplices, o qual na sedição perpetrara um homicídio.
    O povo que tinha subido começou a pedir-lhe aquilo que sempre lhes costumava conceder.
    Pilatos respondeu-lhes:
    L: “Quereis que vos solte o rei dos judeus?”
    N: (Porque sabia que os sumos sacerdotes o haviam entregue por inveja.)
    Mas os pontífices instigaram o povo para que pedissem de preferência que lhes soltasse Barrabás.
    Pilatos falou-lhes outra vez:
    L: “E que quereis que eu faça daquele a quem chamais o rei dos judeus?”
    N: Eles tornaram a gritar:
    Grupo (G): “Crucifica-o!”
    N: Pilatos replicou:
    L: “Mas que mal fez ele?”
    N: Eles clamavam mais ainda:
    G: “Crucifica-o!”
    N: Querendo Pilatos satisfazer o povo, soltou-lhes Barrabás e entregou Jesus, depois de açoitado, para que fosse crucificado.
    Os soldados conduziram-no ao interior do pátio, isto é, ao pretório, onde convocaram toda a coorte.
    Vestiram Jesus de púrpura, teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na sua cabeça.
    E começaram a saudá-lo:
    G: “Salve, rei dos judeus!”
    N: Davam-lhe na cabeça com uma vara, cuspiam nele e punham-se de joelhos como para homenageá-lo.
    Depois de terem escarnecido dele, tiraram-lhe a púrpura, deram-lhe de novo as vestes e conduziram-no fora para o crucificar.
    Passava por ali certo homem de Cirene, chamado Simão, que vinha do campo, pai de Alexandre e de Rufo, e obrigaram-no a que lhe levasse a cruz.
    Conduziram Jesus ao lugar chamado Gólgota, que quer dizer lugar do crânio.
    Deram-lhe de beber vinho misturado com mirra, mas ele não o aceitou.
    Depois de o terem crucificado, repartiram as suas vestes, tirando a sorte sobre elas, para ver o que tocaria a cada um.
    Era a hora terceira quando o crucificaram.
    A inscrição que motivava a sua condenação dizia: O rei dos judeus.
    Crucificaram com ele dois bandidos: um à sua direita e outro à esquerda.
    Os que iam passando injuriavam-no e abanavam a cabeça, dizendo:
    G: “Olá! Tu que destróis o templo e o reedificas em três dias,
    salva-te a ti mesmo! Desce da cruz!”
    N: Desta maneira, escarneciam dele também os sumos sacerdotes e os escribas, dizendo uns para os outros:
    G: “Salvou a outros e a si mesmo não pode salvar!”
    Que o Cristo, rei de Israel, desça agora da cruz, para que vejamos e creiamos!
    N: Também os que haviam sido crucificados com ele o insultavam.
    Desde a hora sexta até a hora nona, houve trevas por toda a terra.
    E à hora nona Jesus bradou em alta voz:
    P: “Elói, Elói, lammá sabactáni?”,
    N: que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”
    Ouvindo isto, alguns dos circunstantes diziam:
    G: “Ele chama por Elias!”
    N: Um deles correu e ensopou uma esponja em vinagre e, pondo-a na ponta de uma vara, deu-lho para beber, dizendo:
    L: “Deixai, vejamos se Elias vem tirá-lo”.
    N: Jesus deu um grande brado e expirou.
    O véu do templo rasgou-se então de alto a baixo em duas partes.
    O centurião que estava diante de Jesus, ao ver que ele tinha expirado assim, disse:
    L: “Este homem era realmente o Filho de Deus”.

    Entendendo

    A DIVINDADE ESCONDIDA

    A paixão, tirada do conjunto dos eventos da vida de Jesus, é chocante. O evangelista não caiu na tentação de minimizar a tragicidade da experiência de Jesus nem, muito menos, esvaziá-la, apelando para a certeza da ressurreição.

    No Getsemani, Jesus provou uma grande tristeza e ficou angustiado. Suspenso na cruz fez a experiência do abandono por parte do Pai. Some-se a isto, a traição de Judas que, com um beijo, entregou-o a seus adversários. A tríplice negação de Pedro, incapaz de ser verdadeiro diante de uma empregada do sumo sacerdote. A fuga dos demais discípulos, atemorizados diante da sorte do Mestre. Toda uma trama armada para garantir uma sentença dada à revelia do acusado. A paixão, calcada na figura profética do Servo Sofredor, apresenta a figura de Jesus despida de qualquer dignidade, reduzida à condição de trapo humano.

    Dois gestos, em relação a Jesus, são dignos de nota. A exclamação do militar romano, um pagão que fez uma leitura correta da paixão, reconhecendo ser Jesus, de fato, o Filho de Deus; e o gesto solidário de algumas mulheres que o seguiram até o fim.

    Embora escondida, é necessário reportar-se à divindade para se compreender a paixão de Jesus. Caso contrário, sua morte teria sido um episódio irrelevante.

    Atualizando

    EM MOMENTOS DE DESESPERO,
    NOSSA CONFIANÇA DEVE ESTAR EM DEUS!

    O desespero não combina com a fé. Mas a pessoa de fé pode entrar em desespero, em momentos de fraqueza. Somos humanos, todos temos momentos de queda. Em situações difíceis, ficamos preocupados, perdemos o sono, o dia não é mais o mesmo, mas aquele que tem sua confiança em Deus ele supera, pois sabe que aquela circunstancia é passageira.

    Jesus experimentou esse momento, no seu lado homem, quando disse: “Pai, afasta de mim este cálice”. O cálice era o sofrimento, mas, em seguida, o “homem espiritual” reagiu e disse: “...mas que seja feita a tua vontade”.

    Quantas as situações afligem – um casamento fracassado; um filho ou filha que recebeu uma educação familiar e se perdeu nas ilusões da sociedade; uma morte na família que deixa marcas profundas e sentimento de perda; uma depressão; uma doença incurável do ponto de vista científico; a solidão; uma injustiça sofrida, como a da morte inocente de Jesus...

    Só quem já passou ou quem esta passando por uma situação dessas sabe o quanto é pesada a carga e não se olha humanamente falando saída, solução, pois homem nenhum tem a resposta, mas Deus pode, e dessa forma é que podemos mudar esse quadro, através da nossa fé em Deus, Ele pode tudo, tem o controle de tudo, o seu problema pode ser qual for, Deus tem a saída e nos ouve, pois nos ama, o que precisamos é andar em seus caminhos e crer no seu poder.

    29/03 - São Jonas e São Barachiso

    29 de Março de 2015

    São Jonas e São Barachiso

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    “Um dos martírios mais fortes da história”

    Jonas e Barachiso eram irmãos da cidade de Beth-Asa, que viveram no século IV, numa época de muita perseguição à Igreja na Pérsia. Não existem relatos do início da vida desses dois irmãos. A biografia deles inicia quando eles começaram a visitar os cristãos encarcerados, na cidade de Hubahan.

    O imperador Sapor, era quem comandava a cruel perseguição contra os cristãos, mandava prender e assassinar todos que não aceitavam adorar e prestar culto aos falsos deuses.

    Jonas e Barachiso eram cristãos fervorosos, e se comoveram com a situação dos encarcerados. Foram até eles enfrentando perigos, para confortá-los e animá-los a não desistir da fé em Jesus Cristo.

    Os dois acabaram presos e levados na presença do juiz, ao se negaram a adorar os falsos deuses, o juiz mandou separá-los. Barachiso foi colocado no calabouço, enquanto Jonas era açoitado de forma cruel, depois amarram seus pés e o jogaram nas águas cobertas de gelo.

    O juiz chamou Barachiso e relatou as torturas de Jonas, e afirmou que ele tinha adorado os falsos deuses. Barachiso não acreditou e ainda fez um discurso tão cheio do Espírito Santo em defesa do cristianismo, que o juiz ordenou que suas torturas continuassem somente à noite, longe do público, por temer que suas palavras convertessem mais pessoas.

    Como castigo mandou que colocassem ferros em brasa no seu corpo, e chumbo derretido nas suas narinas e olhos. No dia seguinte ele fez a mesma coisa com Jonas, dizendo que seu irmão Barachiso tinha adorado seus deuses, mas Jonas também não acreditou e permaneceu firme defendendo a sua fé.

    Irado, o juiz mandou que os torturassem até a morte. O martírio desses dois irmãos é um dos fatos mais tristes da história do cristianismo dos primeiros séculos.

    29/03 - Dia da Fundação da 1ª. Capital do Brasil

    29 de Março de 2015

    Dia da Fundação da 1ª. Capital do Brasil

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    Salvador

    Salvador (fundada como São Salvador da Bahia de Todos os Santos) é a primeira capital do Brasil. A cidade de Salvador é notável pela sua gastronomia, música e arquitetura, e sua área metropolitana é a mais rica do nordeste do Brasil. A influência africana em muitos aspectos culturais da cidade a torna o centro da cultura afro-brasileira.

    O Centro Histórico de Salvador, iconizado no bairro do Pelourinho é conhecido pela sua arquitetura colonial portuguesa, com monumentos históricos que datam do século XVII até o século XIX, e foi declarado como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 1985.

    Situada na microrregião homônima, Salvador é a terceira capital mais populosa do Brasil e a oitava da América Latina (superada por São Paulo, Cidade do México, Buenos Aires, Lima, Bogotá, Rio de Janeiro e Santiago).

    Primeira sede da administração colonial portuguesa do Brasil, a cidade é uma das mais antigas da América. Por um longo tempo era chamada de "Bahia" ou "cidade da Bahia", inclusive por moradores do próprio estado e aparece sob este nome, ou como "Salvador da Bahia", a fim de diferenciá-la de outras cidades de mesmo nome.

    Salvador recebeu epítetos como Roma Negra e Meca da Negritude, por ser uma metrópole cuja maior parte da população é negra, plena de elementos simbólicos e religiosos africanos.

    Foi em Salvador onde surgiu a Odebrecht, que, em 2008, tornou-se o maior conglomerado de empresas do ramo da construção civil e petroquímica da América Latina, com várias unidades de negócios em Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e diversos países do mundo.

    Além de empresas, a cidade sedia o maior carnaval popular do Brasil. Tem a Universidade Federal da Bahia (melhor do Nordeste e a 16º da América Latina) e a Escola de Administração do Exército Brasileiro.

    Fonte: pt.wikipedia.org

     

     

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