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    03/08 - Mt 14,13-21

    03 de Agosto de 2015

    evandia

    Mateus 14,13-21

    Ao ser informado da morte de João, Jesus partiu dali e foi de barco, para um lugar deserto, a sós. Quando as multidões souberam, saíram das cidades e o seguiram a pé. Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes. Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!” Jesus porém lhes disse: “Eles não precisam ir embora. Vós mesmos dai-lhes de comer!” Os discípulos responderam: “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”. Ele disse: “Trazei-os aqui”. E mandou que as multidões se sentassem na relva. Então, tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção, partiu os pães e os deu aos discípulos; e os discípulos os distribuíram às multidões. Todos comeram e ficaram saciados, e dos pedaços que sobraram recolheram ainda doze cestos cheios. Os que comeram foram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.

    Entendendo

    O POVO SENTE FOME E JESUS
    FAZ A MULTIPLICAÇÃO DO ALIMENTO!

    Jesus tinha duas naturezas – humana e divina – e vivia intensamente as duas condições. Como homem, era parecido a todos nós, menos no pecado. Alegrava-se, preocupava-se com sua família, trabalhava, chorava, sentia tristeza. No evangelho de hoje, Ele está profundamente abalado emocionalmente com a morte do seu primo João Batista e quer ficar sozinho. Retira-se para o deserto e, certamente, busca o consolo do Pai.

    A multidão carente não lhe dá a oportunidade de viver o seu lado humano, não respeita o seu sentimento, seu cansaço, seus momentos pessoais. Procura Jesus e O encontra. Por outro lado, o Mestre não se recusa a receber essa massa carente. Deixa tudo e dá assistência.

    A compaixão é um sentimento divino que leva Jesus a socorrer as pessoas em suas necessidades. A multidão sente fome, e a sugestão dos discípulos de despedir todos para que cada um procure seu jeito, do ponto de vista prático é solução, mas do lado solidário-cristão é um fracasso. É buscar saída fácil para resolver os problemas e dificuldades da vida. Ainda mais quando se tem fé.

    Jesus não aceita a proposta, afinal, era ocasião para conhecer Deus e compreender que o alimento do povo que o Cristo reúne é de outra natureza. O texto da multiplicação dos pães, mais tarde, nos conduz à Eucaristia. A vida do Senhor entregue para a salvação de todos é o alimento espiritual que sustenta o povo de Deus em marcha. O alimento material remete ao alimento espiritual.

    Atualizando

    COMPARTILHAMOS INTERNET, REDES SOCIAIS, ZAP...
    E AS PESSOAS, A NATUREZA, O ALIMENTO...?

    O Egoísmo fez que o ser humano se fechasse. Fecha-se os corações, Fecha -se a mente – Fecha - se o Espirito. O medo de acabar e não compartir só traz desolação e tristeza. A energia não flui.

    A generosidade - o Com - Partilhar vem de nossos ancestrais em TODAS as culturas do nosso planeta, e se foi assim antes, porque agora estamos vivendo este individualismo extremo de comer e com partilhar com a televisão, radio ou a internet? Ao invés de com partilhar com uma pessoa, um pássaro ou uma flor.....um ser como você?

    Na hora da partilha, não só se partilha o alimento, mais também a energia do grupo, do corpo unificado, do Universo, porque cada Ser é um Universo. Eu dou para o outro o melhor que tenho, eu partilho com você o melhor de mim e você partilha  o melhor de você.

    SOMOS TODOS UM numa só mesa, em um compartir eterno de alegrias, compaixão e amor...por isso, quando se come com outras pessoas onde a energia realmente flui, o alimento é mais gostoso, porque tem o melhor de todos em tudo!

    Mais isso sim... sempre lembrando que estamos partilhando a presença de estar juntos...porque não adianta comer com 10 pessoas e cada uma está fora de si, com o pensamento em outras galáxias ou a atenção no celular e não no momento presente na hora do compartir...

    Fonte: meualimentominhavida.blogspot.com.br

    03/08 - São Pedro de Anagni

    03 de Agosto de 2015

    São Pedro de Anagni

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    “De Família Tradicional ao Mosteiro, Diocese e aos Altares”

    Pedro nasceu em Anagni, a 50 km de Roma, na Itália. Sua família era de tradição na região, família dos príncipes de Salerno. Ainda jovem, vivendo no ambiente religioso da cidade, despertou o desejo de entrar no seminário.

    Em sua cidade havia um mosteiro beneditino e isso facilitou o seu acesso. Tornou-se monge beneditino e, mais tarde, chamado pela Igreja a ser bispo. Recebeu a sagração pelas mãos do Papa Alexandre II, que ali se encontrava exilado. Esteve em Constantinopla, foi mandado por Alexandre II como embaixador junto ao imperador. Participou da primeira Cruzada e retornou à sua diocese.

    Morreu em 1105 e, passados apenas 5 anos de sua morte, suas virtudes, tanto como religioso no mosteiro, como o testemunho dado como bispo, levaram a Igreja a canonizá-lo como santo.

    03/08 - Dia do Capoeirista

    3 de Agosto de 2015

    Dia do Capoeirista

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    A capoeira é uma expressão cultural que mistura esporte, luta, dança, cultura popular e brincadeira, desenvolvida por descendentes de escravos africanos trazidos ao Brasil, além de representar a resistência dos negros à escravidão.

    Poucos se lembram, mas um dia a arte da capoeira já foi considerada criminosa e sua prática banida. Estávamos no início do período republicano e uma das providências do Presidente Marechal Deodoro da Fonseca foi editar um decreto, determinando que todo capoeirista pego em flagrante seria desterrado para a Ilha de Fernando de Noronha.

    A criminalização durou até 1937 quando, por iniciativa do Presidente Getúlio Vargas, a capoeira foi descriminalizada e reconhecida como esporte autenticamente nacional.

    A capoeira é inequivocamente um traço cultural indelével de nossa identidade cultural, expressando-se como arte, ofício e alternativa profissional para muitos brasileiros. A capoeira tem estrutura bem diferenciada, conseguindo, a um só tempo, manifestar-se como luta, jogo e dança, além de configurar um eficiente sistema de autodefesa genuinamente brasileiro.

    Espírito do Capoeirista

    1- Conhecer-se é dominar-se. Dominar é triunfar.

    2- Sempre ceder para vencer.

    3- Capoeirista é o que possui inteligência para compreender aquilo que não lhe ensinam, paciência para ensinar o que aprendeu, e fé para acreditar naquilo que não compreende.

    4- Quem teme perde, já está vencido.

    5- Somente se aproxima da perfeição quem procura, com constância, sabedoria, e, sobretudo, com muita humildade.

    6- Saber cada dia um pouco mais e usá-lo todos os dias para o bem é o caminho dos verdadeiros capoeiristas.

    7- Quando verificarmos com tristeza, que não sabemos nada, teremos feito o nosso primeiro progresso na capoeira.

    8- O corpo é uma arma, cuja eficiência depende da precisão com que a sua inteligência atua.

    9- Praticar capoeira é ensinar a inteligência a pensar com velocidade e exatidão e, ao corpo, obedecer com justiça.

    10- A fraqueza é susceptível, a ignorância é rancorosa, o saber e a força dão a compreensão, e quem compreende perdoa.

    11- O homem que domina sua mente jamais será escravo.

    12- O que parece dificuldade constitui a chance de seu progresso.

    13- Em tudo que fizeres, põe tua esperança na frente.

    14- Um Mestre é alguém que tem a coragem de pensar, acreditar e até errar.

    15- O importante é que você transmita seus ensinamentos.

    Fonte: Almanaque Brasil

    POR QUE DEUS PERMITE QUE A “TEMPESTADE” ACONTEÇA EM NOSSA VIDA?

    POR QUE DEUS PERMITE
    QUE A “TEMPESTADE” ACONTEÇA EM NOSSA VIDA?

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    A resposta é simples!  Porque nos ama! Tem coisas que só fazemos na tempestade.

    Tem muita gente que nos momentos bons se afastam de Deus, e é ai que Deus permite que a tempestade aconteça, para dar uma sacudida e fazer a pessoa acordar pra vida. Há um provérbio popular que diz: “Quem não chega a Deus pelo amor, chega pela dor”. Se Ele permite que sejamos que uma situação difícil aconteça é para que algo novo e melhor surja.

    Na tempestade muitos rezam, pedem a outros oração, jejuam, recorrem a Bíblia, ficam mais humildes, despertam a sensibilidade pelo sofrimento, por experimentarem de perto...

    É preciso vencer as tempestades!

    Para vencer as tempestades da vida não permita que o medo se transforme em pavor. O pavor inibe o potencial, faz nós perdermos o equilíbrio da razão e tomarmos atitudes erradas.

    Acredite em você mesmo! Sinta-se capaz e valorize o potencial que Deus te Deus. Dentro de nós há uma força de superação muito grande e muitas vezes subestimamos. Se não usarmos tudo que sabemos e podemos a tempestade pode nos destruir. Não podemos jamais desistir. Aguentar mais um pouco.

    Por pior que seja a tempestade, por mais que o barco esteja sendo açoitado pelas ondas e entrando água, o melhor lugar para estarmos ainda é o barco. Fora é pior do que dentro. O barco pode ser a fé, casa, a família, o amigo, o emprego, o negócio etc.

    A tempestade vem para reconhecermos quem somos. Riqueza, poder, vaidade, soberba ficam em segundo plano. Temos que entender que somos limitados, pecadores e carentes da graça de Deus, que está acima de tudo e de todos. Também para aumentar nossa fé.

    A presença de Jesus na embarcação da nossa vida não significa ausência de tempestade, significa que o barco jamais vai virar. Não tem vento, não tem onda que impeça que cheguemos do outro lado da vida.

    Pe. Rosivaldo Motta, CSsR

    02/08 - João 6,24-35

    2 de Agosto de 2015

    evandia

    João 6,24-35

    Quando a multidão percebeu que Jesus não estava aí, nem os seus discípulos, entraram nos barcos e foram procurar Jesus em Cafarnaum. Encontrando-o do outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Rabi, quando chegaste aqui?” Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes saciados. Trabalhai não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece até à vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois a este, Deus Pai o assinalou com seu selo”. Perguntaram então: “Que devemos fazer para praticar as obras de Deus?” Jesus respondeu: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”. Eles perguntaram: “Que sinais realizas para que possamos ver e acreditar em ti? Que obras fazes? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: ‘Deu-lhes a comer o pão do céu’”. Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, vos digo: não foi Moisés quem vos deu o pão do céu. É meu Pai quem vos dá o verdadeiro pão do céu. Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”. Eles então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão!” Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede.

    Entendendo

    “EU SOU O PÃO DA VIDA!”

    “Eu sou o pão da vida” - esta frase é o destaque do evangelho de hoje. A novidade anunciada por Jesus traz o pão como alimento, como comida que mantém a vida, não somente a vida humana (maná), mas a vida divina (Eucaristia).

    Jesus se depara com uma multidão abandonada pelos poderes públicos (Império Romano), carente de tudo. Gente pobre, sofrida e interesseira. Busca Jesus, movido pela fama, somente para tirar proveito das curas e milagres. Jesus não recusa assistência, mas critica o lado interesseiro deles, e diz de “bate pronto”, em palavras nossas: Vocês estão me procurando porque comeram à vontade e estão satisfeitos, mas saiam da superficialidade, deixem de ser interesseiros, e busquem não somente o alimento que passa, mas o que permanece!

    Eles se convencem e pedem a Jesus: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”! Jesus consegue sensibilizar e convencer a esse povo de que seu alimento espiritual é mais importante, embora o outro seja necessário para manter a vida e a dignidade.

    Atualizando

    LONGE DE NÓS A FÉ OPORTUNISTA!

    O diálogo sincero e crítico de Jesus com essa multidão carente mostra que Ele está atento à maneira que conduzimos nossa fé, nos dias de hoje.

    Nada de fé oportunista que me faz correr para Deus somente nos momentos de perigo ou fracasso!

    Nada de fé apenas por devoção que, cumprindo as orações e preceitos religiosos, estou em paz comigo mesmo e com Deus!

    Nada de fé apenas em ocasiões especiais: missas, cultos, casamentos, batizados, festas de padroeiro...

    Nada de fé individualista e possessiva que me leva apenas sentir paz comigo mesmo!

    Nada de fé desligada da realidade política e social, sem compromisso com a cidadania.

    A fé do evangelho de hoje nos leva a um compromisso duplo: a promoção do pão material para matar a fome e dar dignidade aos necessitados e o pão espiritual para alimentar a nossa alma. Sem ele somos vazios. É como diz o salmista no Salmo 41: “A minha alma tem sede de Deus”!

    02/08 - São Pedro Julião Eymard

    2 de Agosto de 2015

    São Pedro Julião Eymard

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    “De fabricante de azeite a pregador e fundador de Congregação Religiosa”

    Pedro Júlio Eymard nasceu em Esère, na França, em 4 de fevereiro de 1811, filho do segundo casamento de um comerciante. Caçula de 6 irmãos perdeu sua mãe ainda na infância, o que levou seu pai a deixar os 5 primeiros filhos com amigos e levar o pequeno Pedro, aventurando a vida em outro lugar. Seu pai cresceu profissionalmente e chegou a abrir uma Usina de azeite na localidade. O pequeno Pedro mostrava habilidade para a profissão, o que veio dificultar a liberação de seu pai para entrar no seminário.

    Após ordenar-se, celebrou sua primeira Missa em 26 de outubro de 1834. O novo sacerdote cativava a todos. Após o ofício divino, saía com as pessoas e ficava em frente à igreja, conversando e orientando-as. Era tido como exemplo e referência no lugar. Muitas conversões surgiram, graças ao seu modo cristão de viver.

    Em 1839 decidiu entrar na Sociedade de Maria para desenvolver cada vez mais sua devoção à Eucaristia, a paixão de sua vida. Uma de suas irmãs insistiu com ele para que ficasse mais um dia em casa, antes de partir para o seminário. Ele respondeu decidido: "Um dia bastará para perder minha vocação". E seguiu em frente. Seu amor por Jesus na Eucaristia o levou a fundar a Congregação dos Padres do Santíssimo Sacramento. Faleceu em 1868, aos 57 anos de idade.

    02/08 - Dia da Morte de Luiz Gonzaga

    2 de Agosto de 2015

    Dia da Morte de Luiz Gonzaga

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    Luiz ‘Lua’ Gonzaga ‘Gonzagão’ do Nascimento nasceu em Exu, em 13 de dezembro de 1912, e morreu em Recife, no dia 2 de agosto de 1989. Foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o Rei do Baião e uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira.

    Acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas juninas e do forró pé de serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, ao resto do país, numa época em que a maioria desconhecia o baião, o xote e o xaxado.

    Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodias e harmonias ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião" (1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950).

    Luiz Gonzaga sofreu de osteoporose por anos. Morreu vítima de parada cardiorrespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi velado em Juazeiro do Norte (a contragosto de Gonzaguinha, que pediu que o corpo fosse levado o mais rápido possível para Exu, irritando várias pessoas que iriam ao velório e tornando Gonzaguinha persona non grata em Juazeiro do Norte) e posteriormente sepultado em seu município natal.

    Fonte: pt.wikipedia.org

    01/08 - Mt 14,1-12

    1 de Agosto de 2015

    evandia

    Mateus 14,1-12

    Naquele tempo, a fama de Jesus chegou aos ouvidos do rei Herodes. Ele disse aos seus cortesãos: “É João Batista! Ele ressuscitou dos mortos; por isso, as forças milagrosas atuam nele”. De fato, Herodes tinha mandado prender João, acorrentá-lo e colocá-lo na prisão, por causa de Herodíades, a mulher de seu irmão Filipe. Pois João vivia dizendo a Herodes: “Não te é permitido viver com ela”. Herodes queria matá-lo, mas ficava com medo do povo, que o tinha em conta de profeta. Por ocasião do aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou diante de todos, e agradou tanto a Herodes que ele prometeu, com juramento, dar a ela tudo o que pedisse. Instigada pela mãe, ela pediu: “Dá-me aqui, num prato, a cabeça de João Batista.” O rei ficou triste, mas, por causa do juramento e dos convidados, ordenou que atendessem o pedido dela. E mandou cortar a cabeça de João, na prisão. A cabeça foi trazida num prato, entregue à moça, e esta a levou para a sua mãe. Os discípulos de João foram buscar o corpo e o enterraram. Depois vieram contar tudo a Jesus.

    Entendendo

    A MORTE DE JOÃO BATISTA, TRAMADA POR UM POLÍTICO!

    A morte de João Batista foi planejada de forma estratégica pelo poder político local, que usou Herodíades e sua mãe para executar o plano assassino.

    A execução de João tem três motivações. A primeira, a intenção de ironizar um rei que apesar de toda sua pompa, no fundo não passava de um fraco; a segunda, uma espécie de “cala boca” nos discípulos de Jesus que estavam preparados para apresenta-lo como Messias, o filho de Deus; e a terceira, como impacto à população para não esperar de João e Jesus, poder e glória.

    A vida de João Batista foi uma preparação para que a pessoa de Jesus Cristo fosse aceita. Ambos anunciaram o Reino de Deus, foram perseguidos, contra eles houve a articulação dos poderosos, para tramar a morte de ambos.

    Atualizando

    POLÍTICA SEM DEUS É DESVIO DE CONDUTA!

    O poder político mal exercido e carregado de estratégias maliciosas, costumamos chamar de muitos nomes: politicagem, nepotismo, abuso de poder, ditadura..., está presente desde as primeiras histórias da Bíblia, a partir dos faraós do Egito. O Evangelho de hoje traz a morte de João Batista, encomendada pelo político Herodes.

    Política sem Deus é desvio de conduta. Falo de ética cristã, que fundamenta os valores mais profundos do “ser”. Tomo como base, um artigo do jurista Luiz Carlos Gomes sobre ética na política.

    A Ética, diz ele, não se compromete com o erro, com o desvio, com o malfeito, com o tratamento desumano das pessoas. Em suma: não faça aos outros o que não gostaria que fizessem com você! A desgraça é que, na prática, isso não acontece. Não existe coerência entre a teoria e a prática. O exercício do poder, quando não é feito em nome dos interesses da nação, entra em choque com a Ética.

    Exemplificando em parábola...

    Um velho mestre vivia com seus discípulos em um templo muito estragado. Viviam de esmolas e doações. Num determinado dia o mestre disse para seus discípulos: “Cada um de vocês deve ir à cidade e roubar bens que serão vendidos e, assim, arrecadaremos dinheiro para reformar nosso templo. Vocês não podem ser vistos por ninguém”. Os discípulos ficaram espantados, pensaram no quanto isso poderia manchar suas reputações. Foram orientados para praticar atos ilegais e imorais. Roubar é uma coisa muito errada! A causa é boa, mas o ato é extremamente imoral. No final, todos foram para a cidade, menos um deles. O mestre perguntou:

    - Por que você ficou para trás?

    O discípulo respondeu:

    - Eu não posso seguir as suas instruções para roubar onde ninguém esteja me vendo. Não importa aonde eu vá; sempre estarei olhando para mim mesmo. Meus próprios olhos irão me ver roubando”.

    O sábio mestre o abraçou e disse:

    - Eu estava testando a integridade dos meus discípulos e você é o único que foi aprovado.

    01/08 - São Afonso Maria de Ligório

    1 de Agosto de 2015

    São Afonso Maria de Ligório

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    “De advogado competente a missionário e fundador dos Redentoristas”

    Afonso nasceu em Nápoli, na Itália, no dia 27 de setembro de 1696, de uma família rica e tradicional na sociedade local.

    Era um superdotado intelectualmente. Foi advogado, padre, bispo, moralista, escritor, compositor e pintor.

    Com a idade de 16 anos já era doutor em Direito e trilhou uma carreira brilhante. Poucos anos depois, um insucesso profissional fez com que se desiludisse das glórias do mundo e passasse a aspirar somente a vida cristã. Foi ordenado sacerdote e fundou a Congregação do Santíssimo Redentor, padres dedicados a pregar Missões Populares.

    Aos 60 anos, aceitou ser bispo por amor à Igreja, pois queria continuar como missionário. Sua obra intelectual é vasta, escreveu 111 livros com temas diversos. Entre eles, destaca-se “Glórias de Maria” e “Prática do Amor a Jesus Cristo”. Escreveu tratados de Teologia Moral, matéria em que sua autoridade é máxima, na Igreja. Era um fervoroso devoto de Nossa Senhora. Fez e cumpriu um voto tão heroico que ele mesmo não o recomendava a ninguém: o de jamais perder um minuto na vida. Faleceu em 1787, aos 91 anos de idade.

    Os Redentoristas, filhos de Santo Afonso, trabalham hoje no mundo inteiro e, no Brasil, cuidam de Santuários de referência, como o de Aparecida, Divino Pai Eterno, Bom Jesus da Lapa e São Geraldo; trabalham em Missões Populares, Meios de Comunicação, como a TV e Rádio Aparecida, Difusora de Goiânia, Bom Jesus AM, na Bahia, Coari, no Amazonas e tantas outras atividades.

    01/08 - Dia do Poeta da Literatura de Cordel e Dia Nacional do Selo

    1 de Agosto de 2015

    Dia do Poeta da Literatura
    de Cordel e Dia Nacional do Selo

    Literatura de Cordel

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    A literatura de cordel é uma espécie de poesia popular que é impressa e divulgada em folhetos ilustrados com o processo de xilogravura. Também são utilizados desenhos e clichês zincografados. Ganhou este nome, pois, em Portugal, eram expostos ao povo amarrados em cordões, estendidos em pequenas lojas de mercados populares, ou até mesmo nas ruas.

    Chegada ao Brasil 

    A literatura de cordel chegou ao Brasil, no século XVIII, através dos portugueses. Aos poucos, foi se tornando cada vez mais popular. Nos dias de hoje, podemos encontrar este tipo de literatura, principalmente na região Nordeste do Brasil. Ainda são vendidos em lonas ou malas estendidas em feiras populares.

    De custo baixo, geralmente estes pequenos livros são vendidos pelos próprios autores. Fazem grande sucesso em estados como Pernambuco, Ceará, Alagoas, Paraíba e Bahia. Este sucesso ocorre em função do preço baixo, do tom humorístico de muitos deles e também por retratarem fatos da vida cotidiana da cidade ou da região. Os principais assuntos retratados nos livretos são: festas, política, secas, disputas, brigas, milagres, vida dos cangaceiros, atos de heroísmo, morte de personalidades etc.

    Em algumas situações, estes poemas são acompanhados de violas e recitados em praças, com a presença do público.

    Um dos poetas da literatura de cordel que fez mais sucesso até hoje foi Leandro Gomes de Barros (1865-1918). Acredita-se que ele tenha escrito mais de mil folhetos. Mais recentes, podemos citar os poetas José Alves Sobrinho, Homero do Rego Barros, Patativa do Assaré (Antônio Gonçalves da Silva), Téo Azevedo. Zé Melancia, Zé Vicente, José Pacheco da Rosa, Gonçalo Ferreira da Silva, Chico Traíra, João de Cristo Rei e Ignácio da Catingueira.

    Vários escritores nordestinos foram influenciados pela literatura de cordel. Dentre eles podemos citar: João Cabral de Melo, Ariano Suassuna, José Lins do Rego e Guimarães Rosa.

    Fonte: www.sua pesquisa.com

    Selo

    No dia 01 de agosto é comemorado o Dia Nacional do Selo. O motivo desta comemoração se deve à publicação do primeiro selo no Brasil, em 1843 - a pequena estampilha que resolveu o problema mundial das correspondências. Houve épocas em que as cartas eram pagas no destino e se o destinatário não pudesse pagar, a correspondência era devolvida.

    Em maio de 1840, foram emitidos os primeiros selos postais. Tão logo conhecida sua praticidade, o selo foi rapidamente assimilado em vários países. Ao emitir selos para uso em território nacional e exterior, em agosto de 1843, o Brasil foi comprovadamente o segundo país a emitir selos no mundo, depois da Inglaterra.

    O selo, sem dúvida, foi uma das mais importantes contribuições na área das comunicações, bastando analisar o volume de correspondências emitidas em todo mundo. Há também o precioso interesse dos filatelistas nesta valiosa coleção. No Brasil, quem possuir as séries OLHOS DE BOI (1843), INCLINADOS (1844), OLHOS DE CABRA (1850) e os OLHOS DE GATO (1854), terá com certeza, uma fortuna avaliada em alguns milhões.

    Com o passar dos anos, em 1938, surgiu o primeiro selo comemorativo, em homenagem à primeira Exposição Filatélica Internacional – BRAPEX, no Rio de  Janeiro. A partir da ECT, em 1969, artistas plásticos e desenhistas promissores foram contratados para melhorar a qualidade das estampas nas novas emissões da Casa da Moeda, que foi reequipada para garantir uma emissão compatível com os novos padrões.

    Fonte: www.portoweb.com.br

     

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