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    25/04 - Jo 21,1-14

    25 de Abril de 2014

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    João 21,1-14 

    Depois disso, Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. ...“É o Senhor!” ... Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos peixes que apanhastes”. ... Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-se, tomou o pão e deu a eles. E fez a mesma coisa com o peixe. Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos.




    Entendendo


    O RESSUSCITADO APARECE AOS PESCADORES

    Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos que antes andavam com Ele e, mesmo assim, aqueles homens duvidaram. Podemos perceber que eles voltam à pescaria, sua atividade de antes, como se a história que construíram com Jesus não fosse com eles. Foi preciso Jesus aparecer de novo, com mais uma prova de Seu poder, para fazer com que eles que Jesus era o Messias e estava vivo, e que a pescaria deles não era mais de peixes, mas de homens.

    Jesus trata tudo com naturalidade e paciência, certamente por entender que, de fato, era difícil compreender a ressurreição. Quando é reconhecido, as palavras cessam porque não há necessidade de dizer nada.

    Estar na presença do Senhor, comer novamente com Ele, ouvir a Sua voz, deve ter paralisado aqueles pescadores. Eles sabiam que era o Cristo vivo. Muita coisa deve ter passado em sua mente e, por isso, preferiram somente ficar ali, sem dizer nada, olhando para Jesus e sentindo a Sua grandeza, diante de algo tão divino e extraordinário como a vida após a morte.





    Atualizando


    EM MOMENTOS DE MEDO E CRISE... 
    “CORAGEM, NÃO TEMAS, EU ESTOU CONTIGO!”

    Durante três anos de caminhada Jesus preparou seus discípulos para, após a sua morte, continuarem a missão. Deu poderes extraordinários de curar, pregar, ajudar os necessitados... Eles fizeram tudo isso e sentiram grande alegria. Parecia um grupo bem preparado; no entanto, após o baque da morte humilhante de Jesus eles sofreram demais, desanimaram do projeto do Mestre e voltaram à pescaria.

    Muitas são as pessoas que desistem, diante de imprevistos que surgem na caminhada: uma falência; um projeto bem pensado que se tornou frustração; uma doença considerada incurável para a medicina; uma morte inesperada... Algumas acabam culpando o próprio Deus, questionando o porquê de Ele permitir que desgraça tão grande venha acontecer!

    Deus nos habilitou para a vida, deu-nos inteligência e, mais ainda, a sabedoria que vem do Espírito para que nossos dons façam a diferença. A partir daí, somos protagonistas da nossa própria história.  

    O que acontece, muitas vezes, é que tomamos nossas decisões e, quando erramos, culpamos o próprio Deus. Alguns jogam tudo para o alto, desanimam e desistem de lutar. Muitos voltam à vida de antes e perdem rumo e motivação. Mesmo assim, Jesus Cristo não desiste e não se afasta de nós. 

    Que amigo seria esse que estaria presente somente nos momentos bons? Assim como na pescaria, com Pedro e os demais discípulos, Ele continua presente estimulando e participando dos nossos recomeços. É preciso acreditar nisto! Lembremo-nos dos momentos em que Ele dizia: “Coragem, não temas, eu estou contigo”!

    25/04 - São Marcos Evangelista

    25 de Abril de 2014

    São Marcos Evangelista

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    “Desde criança acompanhou a vida de Jesus Cristo”

    pComemoramos hoje um dos quatro evangelistas da Bíblia Sagrada. João Marcos era judeu, da tribo de Levi, e pertencia a uma família tão cristã, que ainda menino pode presenciar sua casa sendo ponto de encontro e reunião dos apóstolos e cristãos. "Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosíssima assembleia a orar" (Atos 12,12).

    pSegundo a tradição da Igreja foi na casa de Marcos que Jesus celebrou a Última Ceia, quando instituiu a Eucaristia, e foi nela, também, que os apóstolos receberam o Espirito Santo, após a ressurreição de Cristo.

    pSão Marcos foi assistente de São Paulo e São Barnabé e escreveu as pregações de São Pedro. Depois que esses morreram Marcos partiu em missão apostólica para pregar em Chipre, na Ásia Menor e no Egito, especialmente na Alexandria, onde fundou uma das igrejas que mais floresceram. Morreu mártir no dia da Páscoa, enquanto celebrava a missa.

    pSuas relíquias foram trasladadas pelos mercadores italianos para Veneza, cidade que é sua guardiã e que tomou são Marcos como padroeiro desde o ano 828.

    25/04 - Dia da Contabilidade e do Contabilista

    25 de Abril de 2014

    Dia da Contabilidade e do Contabilista

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    pContabilidade é a ciência que tem como objeto de estudo o patrimônio das entidades, seus fenômenos e variações, tanto no aspecto quantitativo quanto no qualitativo, registrando os fatos e atos de natureza econômico-financeira que o afetam e estudando suas consequências na dinâmica financeira. O nome deriva do uso das contas contábeis.

    "Trabalhemos, pois, bem unidos, tão convencidos de nosso triunfo, que desde já consideramos 25 de abril o Dia do Contabilista Brasileiro".

    pCom esta frase, dita no meio de um discurso de agradecimento a uma homenagem que recebia da Classe Contábil, o Senador e Patrono dos Contabilistas, João Lyra, instituiu o Dia do Contabilista, prontamente adotado pela classe contábil e, atualmente oficializado em grande número de municípios. Era o ano de 1926.

    pOs contabilistas e os técnicos em contabilidade, profissionais que atuam no campo contábil, devem se sentir orgulhosos neste dia, pois é a Contabilidade, através de suas técnicas de registro, que possibilita que as pessoas jurídicas se integrem na sociedade, para que ela conheça a sua situação econômica, financeira e patrimonial, possibilitando que o mundo dos negócios seja operado.

    Fonte: www.crcsp.org.br / www.unibalsas.edu.br / pt.wikipedia.org

    24/04 - Lc 24,35-48

    24 de Abril de 2014

    evandia

    p_thumb[6]Lucas 24,35-48

    p_thumb[6]Então os dois contaram o que havia acontecido na estrada e como tinham reconhecido o Senhor quando ele havia partido o pão. Enquanto estavam contando isso, Jesus apareceu de repente no meio deles e disse: - Que a paz esteja com vocês! Eles ficaram assustados e com muito medo e pensaram que estavam vendo um fantasma. Mas ele disse: - Por que vocês estão assustados? Por que há tantas dúvidas na cabeça de vocês? Olhem para as minhas mãos e para os meus pés e vejam que sou eu mesmo. Toquem em mim e vocês vão crer, pois um fantasma não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho. Jesus disse isso e mostrou as suas mãos e os seus pés. Eles ainda não acreditavam, pois estavam muito alegres e admirados. Então ele perguntou: - Vocês têm aqui alguma coisa para comer? Eles lhe deram um pedaço de peixe assado, que ele pegou e comeu diante deles. Depois disse: - Enquanto ainda estava com vocês, eu disse que tinha de acontecer tudo o que estava escrito a meu respeito na Lei de Moisés, nos livros dos Profetas e nos Salmos. Então Jesus abriu a mente deles para que eles entendessem as Escrituras Sagradas e disse: - O que está escrito é que o Messias tinha de sofrer e no terceiro dia ressuscitar. E que, em nome dele, a mensagem sobre o arrependimento e o perdão dos pecados seria anunciada a todas as nações, começando em Jerusalém. Vocês são testemunhas dessas coisas.

    p_thumb[6]Entendendo

    A FORÇA DO “PÃO” ABENÇOADO E PARTILHADO!

    p_thumb[6]O Evangelho de hoje começa com uma frase bastante reflexiva: “Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e tinham reconhecido o Senhor quando Ele havia partido o pão”. Os discípulos, companheiros inseparáveis de Jesus antes de sua morte, não foram capazes de reconhecê-Lo num percurso de aproximadamente 11 quilômetros. Foi necessário Jesus partir o pão, um gesto que realizara com eles na sua despedida, na Última Ceia.

    p_thumb[6]Jesus se despede em uma mesa de comida e volta, ressuscitado, caminha com os discípulos e, mais uma vez, confirma a aprovação de Deus em tudo que fez através do “pão partilhado”. Ele havia falado repetidas vezes sobre o “pão da vida”: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá eternamente” (João 6,51). É com a força desse Pão, que o cristão continua sua caminhada, não mais com Sua presença física, mas espiritual.

    p_thumb[6]Atualizando

    PARA UM CATÓLICO CONSCIENTE DOMINGO
    SEM MISSA É SEMANA FRAGILIZADA!

    p_thumb[6]Na despedida e na volta do Ressuscitado, Ele não deixa dúvidas de Sua presença no pão consagrado. A Missa, portanto, é a celebração do Cristo ressuscitado tornado alimento a preencher nosso corpo e alimentar nossa vida. Para um católico consciente, passar um domingo sem ir à missa e receber o Pão Consagrado, traduz-se em semana incompleta. Fica faltando aquele “algo diferenciado” que preenche a alma.

    p_thumb[6]Jesus se faz PRESENÇA REAL em quatro momentos na celebração da Missa. Na reunião dos batizados que partilham juntos, a mesma fé; na proclamação das leituras bíblicas; na explicação das leituras, que chamamos “pregação” ou “homilia”, e no momento da Consagração, ou transubstanciação do pão e do vinho, em Corpo e Sangue de Jesus.

    p_thumb[6]Durante a semana vivemos várias situações que nos levam a pecar e entrar em estado de impureza em nossos corpos e mentes. Na missa dominical, dia dedicado ao Senhor, além do perdão recebido, em comunhão com os irmãos que estão na mesma situação que nós, temos o privilégio de receber dois alimentos que preenchem os vazios deixados durante a semana: a Palavra que aconselha e orienta a vida, e o Pão Consagrado. Ambos preenchem nossa carne fraca e nossa alma.

    24/04 - São Fidelis de Sigmaringa

    24 de Março de 2014

    São Fidelis de Sigmaringa

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    “Morreu servindo e defendo a Igreja contra as heresias”

    p_thumb[6]Fidélis nasceu em 1577, em Sigmaringen, Alemanha, de uma família nobre. Estudou filosofia e direito civil e canônico, na Universidade de Friburgo, na Suíça, onde se formou professor e advogado em 1601.

    p_thumb[6]Durante alguns anos, exerceu a profissão de advogado e recebeu o apelido de "advogado dos pobres", porque não se negava a trabalhar gratuitamente aos que não tinham dinheiro para pagar.

    p_thumb[6]Quando completou trinta e cinco anos de idade, descobriu sua vocação em servir a Deus. Abandonou tudo e se ordenou sacerdote, na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, de Friburgo.

    p_thumb[6]Era intelectual e escreveu muitos livros. Atendendo a um pedido do papa Gregório XV foi para a Suíça para combater a heresia calvinista. Na Suiça foi acusado de espionagem, e os calvinistas tramaram a sua morte; o que veio a ocorreu após uma missa em Grusch, depois de fazer um fervoroso sermão em favor da disciplina e obediência dos cristãos à Santa Sé. Tinha quarenta e cinco anos de idade.

    p_thumb[6]Mais tarde foi encontrado, em suas anotações, um bilhete escrito dez dias antes de sua morte, dizendo que sabia que seria assassinado, mas que morreria com alegria por amor a Nosso Senhor Jesus Cristo.

    p_thumb[6]Quando foi ferido por um golpe de espada pelos inimigos, pôs-se de joelhos, perdoou os seus assassinos e, rezando, abençoou a todos antes de morrer, no dia 24 de abril de 1622, com 45 anos. Foi canonizado em 1724 pelo papa Bento XIV.

    24/04 - Dia Internacional do Jovem Trabalhador

    24 de Abril de 2014

    Dia Internacional do Jovem Trabalhador

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    p_thumb[6]Este Dia Internacional do Jovem Trabalhador é uma data voltada para valorizar a importância dos jovens no mercado de trabalho.

    p_thumb[6]No Brasil, de acordo com a última pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego, dos 30 a 32 milhões de brasileiros com idade entre 16 e 24 anos, de 20 a 23 milhões são economicamente ativos. Cerca de 35% dos jovens que têm uma ocupação não concluíram o ensino fundamental e outros 34,5% têm, pelo menos, o ensino médio completo. Além disso, 24,45% dos jovens brasileiros trabalham e estudam.

    p_thumb[6]É necessário pensar neste dia, também, no menor aprendiz. É nessa etapa que muitos jovens começam a sua vida profissional. A Lei do Aprendiz trata de um contrato especial de trabalho, com tempo determinado e direcionado aos jovens com idades entre 14 e 24 anos. O empregador fica responsável por matricular o jovem em uma instituição de ensino, onde ele seguirá aprimorando-se como cidadão e como profissional.

    p_thumb[6]A inserção do jovem no mercado de trabalho depende essencialmente, da iniciativa das empresas, em consonância com a legislação e com a necessidade de desenvolvimento profissional dos adolescentes e jovens.

    Fonte: www.linguagrandecultural.com e www.espro.org.br

    23/04 - Lc 24,13-35

    23 de Abril de 2014

    evandia

    pLucas 24,13-35

    pNaquele mesmo dia, dois dos seguidores de Jesus estavam indo para um povoado chamado Emaús, que fica a mais ou menos dez quilômetros de Jerusalém. Eles estavam conversando a respeito de tudo o que havia acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus chegou perto e começou a caminhar com eles, mas alguma coisa não deixou que eles o reconhecessem. Então Jesus perguntou: - O que é que vocês estão conversando pelo caminho? Eles pararam, com um jeito triste, e um deles, chamado Cleopas, disse: - Será que você é o único morador de Jerusalém que não sabe o que aconteceu lá, nestes últimos dias? - O que foi? - perguntou ele.
    Eles responderam: - O que aconteceu com Jesus de Nazaré. Esse homem era profeta e, para Deus e para todo o povo, ele era poderoso em atos e palavras. Os chefes dos sacerdotes e os nossos líderes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. E a nossa esperança era que fosse ele quem iria libertar o povo de Israel. Porém já faz três dias que tudo isso aconteceu. Algumas mulheres do nosso grupo nos deixaram espantados, pois foram de madrugada ao túmulo e não encontraram o corpo dele. Voltaram dizendo que viram anjos e que estes afirmaram que ele está vivo. Alguns do nosso grupo foram ao túmulo e viram que realmente aconteceu o que as mulheres disseram, mas não viram Jesus. Então Jesus lhes disse: - Como vocês demoram a entender e a crer em tudo o que os profetas disseram! Pois era preciso que o Messias sofresse e assim recebesse de Deus toda a glória. E começou a explicar todas as passagens das Escrituras Sagradas que falavam dele, iniciando com os livros de Moisés e os escritos de todos os Profetas. Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez como quem ia para mais longe.Mas eles insistiram com ele para que ficasse, dizendo: - Fique conosco porque já é tarde, e a noite vem chegando. Então Jesus entrou para ficar com os dois. Sentou-se à mesa com eles, pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e deu a eles. Aí os olhos deles foram abertos, e eles reconheceram Jesus. Mas ele desapareceu. Então eles disseram um para o outro: - Não parecia que o nosso coração queimava dentro do peito quando ele nos falava na estrada e nos explicava as Escrituras Sagradas? Eles se levantaram logo e voltaram para Jerusalém, onde encontraram os onze apóstolos reunidos com outros seguidores de Jesus. E os apóstolos diziam: - De fato, o Senhor foi ressuscitado e foi visto por Simão! Então os dois contaram o que havia acontecido na estrada e como tinham reconhecido o Senhor quando ele havia partido o pão.

    pEntendendo

    JESUS APARECE “FAZENDO CAMINHADA”...

    pEstamos no tempo Pascal que se estende por 7 semanas. Do Domingo da Páscoa até a Festa de Pentecostes. É o mais belo e vibrante tempo do ano, em que sentimos nas leituras bíblicas, a força de Deus levando-nos a vencer dificuldades, desafios, fracassos...

    pNo Evangelho de hoje, Jesus aparece a dois discípulos que caminhavam de Jerusalém para o povoado de Emaús. Sua reação é humana, eles estão tristes porque levantaram a expectativa de que Jesus Cristo era quem vinha libertá-los daquele sofrimento imposto pelo Império Romano, e já fazia 3 dias de morto e nada tinha acontecido.

    pNa crença da época, após 3 dias de falecido o espírito abandonava o corpo do defunto, entregando-se à corrupção, e a morte era considerada definitiva. É aí que Jesus entra em cena e diz o motivo da tristeza e perda de esperança deles: fraqueza na fé, ao não acreditar na Palavra anunciada por Ele.

    pA caminhada de Jesus e dos discípulos podemos comparar como a celebração de uma Missa. A caminhada pela estrada é o ato penitencial, o nosso pedido de perdão a Deus. A liturgia da Palavra é Jesus lembrando as passagens da Bíblia que mostram que Ele iria ressuscitar. A homilia é a explicação dos textos bíblicos.

    pA consagração acontece no momento que Ele abençoa o pão e os discípulos O reconhecem. Portanto, Ele se despede numa mesa de comida, a Última Ceia, volta ressuscitado e confirma a Sua presença no pão consagrado, que chamamos de Eucaristia.

    pAtualizando

    FICA CONOSCO SENHOR, EM NOSSA
    FAMÍLIA, NOSSO TRABALHO... A “NOITE” NOS AMEAÇA!

    pSentindo a segurança daquele Homem, os dois discípulos “perderam a vergonha” e pediram: “Fica conosco, Senhor, já é tarde e a noite já vem”...

    pJá perdemos a vergonha de pedir a Jesus que acompanhe a nossa família, nossa vida profissional, vida amorosa...? Já quebramos a autossuficiência em achar que podemos resolver tudo sozinhos?

    pJesus anda conosco, mas, por vezes, quando chega a "noite de nossa alma", esquecemo-nos de convidá-Lo para ficar conosco e o deixamos de fora. Quantas vezes temos medo de situações com as quais não sabemos lidar e, ao invés de buscarmos Nele nossa força, O deixamos de lado e tentamos resolver as coisas pela nossa própria cabeça, sem a direção e a luz de sua presença?

    pEle quer nos ajudar! Ele está pronto a entrar em nossas vidas e assumir o comando nos momentos mais difíceis, mas aguarda nosso convite para poder entrar e ficar conosco. Ele respeita nossa liberdade e não entra sem a nossa permissão.

    23/04 - São Jorge

    23 de Abril de 2014

    São Jorge

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    O guerreiro que assumiu a fé até o ultimo instante de sua vida”

    pJorge é um dos santos mais populares da nossa Igreja. Conhecido em todo o mundo é tido como o santo guerreiro. Nasceu na antiga Capadócia, e quando era ainda criança foi morar na Palestina. Na sua juventude, entrou para o exercito romano e depois foi promovido a capitão.

    pEra na época do imperador Diocleciano, que mandava prender e matar todos os cristãos. De forma corajosa Jorge se apresentou ao imperador e assumiu sua fé em Jesus Cristo diante de todos. O imperador tentou de todas as formas fazer Jorge mudar de ideia, pois não queria perder um de seus melhores homens do exército. Mas Jorge continuou firme e fiel à sua fé.

    pVendo que não o convenceria a mudar de ideia o imperador, furioso, mandou torturá-lo de vários modos cruéis, na expectativa de convencê-lo a adorar os falsos deuses. Jorge continuou firme e cada vez mais forte. Muitos se converteram ao cristianismo, por causa da fidelidade de Jorge, inclusive a mulher do imperador Diocleciano.

    pQuando percebeu que nada faria Jorge mudar a sua fé, Diocleciano mandou degolá-lo. Isso aconteceu no dia 23 de abril de 303, em Nicomédia.            

     

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