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    20/12 - Lc 1,26-38

    20 de Dezembro de 2014

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    Lucas 1,26-38

    Quando Isabel estava no sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem prometida em casamento a um homem de nome José, da casa de Davi. A virgem se chamava Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça! O Senhor está contigo”. Ela perturbou-se com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. O anjo, então, disse: “Não tenhas medo, Maria! Encontraste graça junto a Deus. Conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande; será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai. Ele reinará para sempre sobre a descendência de Jacó, e o seu reino não terá fim”. Maria, então, perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem?” O anjo respondeu: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer será chamado santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na sua velhice. Este já é o sexto mês daquela que era chamada estéril, pois para Deus nada é impossível”. Maria disse: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra”. E o anjo retirou-se de junto dela.

    Entendendo

    A FÉ CONSCIENTE DA JOVEM MARIA

    Alguns detalhes do evangelho em muitas vezes passam despercebidos, mesmo porque nossa tendência é valorizar o centro da mensagem que hoje, por exemplo, é o anúncio do anjo a Maria.

    Algumas informações são interessantes, antes de tratarmos do conteúdo trazido pelo anjo. O primeiro é o fato de Deus escolher alguém da região da Galiléia, terra mal vista e desconsiderada da época, por haver mistura de raças. Com isso, percebemos também que Deus vai onde nós estamos, em nossa realidade, onde quer que estejamos. Outro detalhe é quanto à identificação de José como sendo da “casa de Davi”. Davi era um rei respeitado pelos descendentes de Abraão, o patriarca do povo eleito. Reconhecendo José como da “casa de Davi”, o seu filho Jesus está sendo identificado como descendente do povo de Israel, ou povo escolhido por Deus para ser sua referência.

    O conteúdo do anjo é maravilhoso. A alegria vem à frente: “Alegra-te, cheia de graça!”. Mostra um Deus que é alegria e oferece um filho para que sua presença seja sentida na alegria de uma família, de um casal.

    Antes de Maria dar a sua resposta, o anjo é questionado: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem?” Isso mostra que nossa fé não pode ser cega, a aceitar tudo e todos que chegam falando de Deus. É preciso saber as intenções de quem fala de Deus e questionar. A fé cega nos leva ao fanatismo e à confusão mental. Maria é referência de uma fé consciente.

    Atualizando

    A DIFERENÇA ENTRE FÉ SINCERA E FÉ INTERESSEIRA

    Um ermitão que conseguiu jejuar durante um ano, comendo apenas uma vez por semana. Quando terminou sua penitência, olhou para o céu e pediu que Deus lhe revelasse o verdadeiro significado de determinada passagem bíblica. Não escutou nenhuma resposta. "Que desperdício de tempo", pensou consigo mesmo. "Fiz todo este sacrifício e Deus não me responde! Melhor sair daqui e encontrar algum outro monge que saiba o significado deste texto". Neste momento, apareceu um anjo e disse: “Os doze meses de jejum só serviram para você acreditar que era melhor que os outros, e Deus não escuta os vaidosos”.  Mas quando você foi humilde, pensou em pedir ajuda ao seu próximo, Deus me enviou. E o anjo revelou ao monge o que ele queria saber.

    Fonte: www.beijosnocoracao.com.br

    20/12 - São Domingos de Silos

    20 de Dezembro de 2014

    São Domingos de Silos

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    “O Monge que se destacou na restauração de Mosteiros”

    Domingos nasceu em Cañas, vila da província de Navarra, na Espanha, no ano 1000, numa família humilde e cristã.

    Quando era criança foi pastor de ovelhas, nessa época já era muito bondoso, oferecia leite de ovelha para alimentar os caminhantes pobres. Ao mesmo tempo, gostava muito dos estudos, e por isso seus pais o entregaram ao padre da paróquia onde pertenciam, para estudar na escola ao lado da igreja.

    Saiu-se tão bem nos estudos que o padre queria ordená-lo sacerdote. Antes disso, Domingos experimentou a vida de eremita para depois, enfim, entrar no convento beneditino, onde descobriu a sua verdadeira vocação sacerdotal, logo se tornou exemplo para os demais monges.

    Aos trinta anos de idade, foi encarregado de restaurar e reabrir o Mosteiro de Santa Maria, pois estava fechado há muito tempo. Para a restauração do Mosteiro Domingos pediu esmolas, trabalhou como operário, fez de tudo o possível para conseguir recursos e poder receber os candidatos à vida monástica. Seu próprio pai e muitos de seus parentes entraram para o mosteiro.

    Depois foi chamado a ser superior do Mosteiro de São Millán de la Cogolla, onde teve que enfrentar o rei que queria se apoderar dos bens do convento. Fugiu para o reino de Castela e ali foi eleito também superior do mosteiro Sebastião de Silos, em Burgos, onde permaneceu por mais 30 anos realizando um excelente trabalho de evangelização. Também trabalhou para a libertação de católicos prisioneiros dos muçulmanos.

    Por intuição, sabia o dia de sua própria morte, que ocorreu no dia 20 de dezembro de 1073, quando tinha setenta e três anos de idade. São Domingos de Silos morreu com fama de santidade.

    20/12 - Dia do Roubo da Taça Jules Rimet

    20 de Dezembro de 2014

    Dia do Roubo da Taça Jules Rimet

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    A Taça Jules Rimet foi o nome que recebeu o troféu da Copa do Mundo da FIFA até 1970. Nessa edição, o Brasil a ganhou em definitivo por ter conquistado o campeonato pela terceira vez.

    O oferecimento de uma taça foi proposto no Congresso da FIFA, ocorrido em 28 de maio de 1928, pelo seu Comitê Executivo, como recompensa pela conquista da primeira Copa do Mundo de Futebol.

    O então presidente da Federação, Jules Rimet, ordenou que um troféu fosse feito, em ouro. Para a confecção da taça Coupe du Monde foi contratado o artesão francês Abel Lafleur, ficando pronta em abril de 1929. Um novo Congresso da entidade, realizado em Luxemburgo, a 1 de julho de 1946, decidiu que o nome da taça homenagearia seu idealizador, passando desde então a chamar-se Taça Jules Rimet.

    Ainda por sugestão de seu idealizador, sua posse definitiva ficaria com o país que conseguisse vencer um total de três edições da Copa - algo que reputou extremamente difícil, imaginando que nenhum país fosse capaz de atingir esta marca, senão após muito tempo.

    O Brasil ganhou a taça em 1970, para orgulho dos brasileiros. O troféu passou a ser exibido na sede da Confederação Brasileira de Futebol. A incúria e desvelo para com o troféu fez com que uma réplica fosse trancada num cofre, enquanto a taça original ficasse exposta, sem muita segurança.

    Em 20 de dezembro de 1983 o troféu foi roubado, e alguns dias depois a imprensa noticiava, com assombro, que o mais importante símbolo das conquistas futebolísticas do Brasil havia sido derretido, para a venda de seu ouro.

    O crime restou desvendado, por uma série de acasos. Na Federação, entretanto, não se tem notícia de nenhuma punição pela incúria no trato do patrimônio comum do povo brasileiro, e com tamanha importância na história do futebol mundial.

    Fonte: pt.wikipedia.org

    19/12 - Lc 1,5-25

    19 de Dezembro de 2014

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    Lucas 1,5-25

    No tempo de Herodes, rei da Judeia, havia um sacerdote, chamado Zacarias... Sua esposa..., chamava-se Isabel. Ambos eram justos diante de Deus e cumpriam fielmente todos os mandamentos e preceitos do Senhor. Não tinham filhos, pois Isabel era estéril, e os dois eram de idade avançada. Ao exercer as funções sacerdotais diante de Deus..., apareceu-lhe o anjo do Senhor e lhe disse: “Não tenhas medo, Zacarias, porque o Senhor ouviu o teu pedido. Isabel, tua esposa, vai te dar um filho, e tu lhe porás o nome de João... Zacarias disse ao anjo: “Como posso ter certeza disso? Estou velho e minha esposa já tem uma idade avançada”. O anjo respondeu-lhe: “Eu sou Gabriel... Eu fui enviado para falar contigo e anunciar-te esta boa nova. E agora, ficarás mudo, sem poder falar até o dia em que estas coisas acontecerem, já que não acreditaste nas minhas palavras, que se cumprirão no tempo certo”. O povo estava esperando Zacarias e se admirava com sua demora no Santuário. Quando saiu, não podia falar, e perceberam que ele tivera uma visão no Santuário. Zacarias se comunicava com eles por meio de gestos e permanecia mudo. Passados os dias do seu ofício, ele voltou para casa. Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida e permaneceu escondida durante cinco meses; ela dizia: “Assim o Senhor fez comigo nestes dias: ele dignou-se tirar a vergonha que pesava sobre mim”.

    Entendendo

    JOSÉ E MARIA SENTEM
    DIFICULDADE EM PERCEBER OS SINAIS DE DEUS

    O nascimento de João Batista e o de Jesus Cristo oferecem alguns sinais semelhantes. O principal é o fenômeno que envolve as duas grávidas. Isabel era idosa e já havia passado o período de ter um filho. Maria não havia tido contato carnal com José e ficara grávida. Portanto, os dois vêm envolvidos de sanais fortes da revelação do ‘Deus do impossível’.

    Os dois pais humanos, José e Zacarias tiveram reações semelhantes. José pensou em abandonar Maria, pois não consegue compreender, naquele momento inicial, que a proposta vinha de Deus. Zacarias também reagiu com descrença e a consequência disso foi ter ficado mudo até o nascimento de João. Isso mostra a fraqueza humana e a dificuldade que temos de ler os sinais divinos.

    Mesmo faltando fé e tendo pouco sensibilidade para perceber os sinais de Deus, o evangelho de hoje mostra que é fundamental ser direito e proceder bem, para que Deus envie suas bênção: “Ambos eram justos diante de Deus e cumpriam fielmente todos os mandamentos e preceitos do Senhor”.

    Atualizando

    APRENDER A LER OS SINAIS
    QUE DIARIAMENTE SÃO EMITIDOS POR DEUS

    Jesus em repetidas vezes reclamou da falta de sensibilidade do povo em reconhecer os seus sinais divinos e, no entanto, dominavam os sinais da natureza que lhe favoreciam.

    Deus continua, diariamente, emitindo sinais para favorecer a nossa vida. Eles chegam através de pessoas, acontecimentos, ideias, intuições...

    Quando a nossa fé está fraca é difícil perceber que alguns acontecimentos são sinais do próprio Deus se interferindo em nosso favor, e acabamos atribuindo à sorte, coincidências e outras desculpas meio rudes.

    Ler os sinais dos tempos é procurar entender os caminhos da humanidade.  É escutar o que Deus diz, o que Ele quer e deseja para seus filhos.  É discernir, naquilo que a proposta do discernimento tem de mais libertador – realizar o encontro da vontade humana com a vontade divina.

    Ler os sinais dos tempos é interpretar os acontecimentos e, fazendo uso da liberdade humana, escolher seguir aquilo que mais conduz à realização do projeto de Deus para a humanidade e para nossa realização pessoal.

    19/12 - Beato Urbano V

    19 de Dezembro 2014

    Beato Urbano V

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    “Exemplo de determinação na organização da Igreja”

    Urbano nasceu no ano de 1310 e pertencia a uma nobre família francesa. Seu nome de batismo era Guilherme de Grimoardo. Quando era jovem estudou ciências jurídicas e depois lecionou direito em Montpellier e em Avignon, na França. Um dia, trocou sua carreira promissora pelo humilde hábito de monge, chegando a ocupar altos cargos dentro da Ordem beneditina.

    Serviu a dois Papas Clemente VI e Inocêncio VI como diplomata por mais de dez anos. Desempenhou tão bem sua função que quando o papa Inocêncio morreu, foi eleito seu sucessor, mesmo não sendo cardeal, em 1362.

    Seu pontificado durou oito anos, mas caracterizou-se, segundo os registros oficiais, pela sábia administração, pelo esforço de renovar os costumes e pela nobreza de intenções. Ele reformou a disciplina eclesiástica e reorganizou a corte pontifícia de maneira que fosse um exemplo de vida cristã, cortando pela raiz muitos abusos. Mas também se preocupava com a instrução do povo. Envio vários missionários para a Índia, a China e a Lituânia.

    Era a época do humanismo e o ex-professor de direito não mediu esforços para promover as ciências e criar novos centros de estudos. A pedido do rei da Polônia edificou e fundou a universidade da Cracóvia e, na universidade de Montpellier, fundou um colégio médico, ajudando pessoalmente estudantes pobres.

    Uma grande meta do Papa Urbano V, porém, era levar de volta a sede da Igreja para Roma. Obteve isso, em outubro de 1367, sendo recebido com entusiasmada aclamação popular.

    Foi o primeiro papa a se estabelecer no palácio ao lado da Basílica de São Pedro, no Vaticano. Desde então, tornou-se a residência oficial dos pontífices. Mas não permaneceu em Roma por muito tempo, alguns anos depois papa Urbano V foi novamente obrigado a deixar Roma, e voltar para Avignon, onde faleceu em 19 de dezembro de 1370, com sessenta anos de idade.

    Foi declarado beato pelo papa Pio IX, em 1870. 

    19/12 - Dia do Retorno da Última Viagem à Lua

    19 de Dezembro de 2014

    Dia do Retorno da Última Viagem à Lua

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    Apollo 17 foi a sexta e última missão tripulada do Projeto Apollo à Lua, realizada em dezembro de 1972. Foi a única missão que contou com um geólogo profissional em sua tripulação, a missão que mais tempo permaneceu na superfície lunar, o primeiro lançamento noturno de uma missão tripulada norte-americana e a última viagem espacial tripulada realizada por qualquer país para além da órbita terrestre.

    Após o pouso perfeito, Cernan e Schmitt começaram seu trabalho na superfície, descarregando e montando o jipe lunar e depois os experimentos do ALSEP - sigla que denominava o conjunto de material e experimentos tecnológicos que acompanhava cada missão. Muitos destes experimentos eram exclusivos da Apollo 17 e de vários deles se esperava que transmitissem informações da estrutura geológica ao redor do vale de Taurus-Littrow.

    Os experimentos que já haviam sido usados em missões anteriores, incluíam o experimento de circulação de calor, um detector de raios cósmicos semelhante ao usado na Apollo 16 e um tubo de núcleo como os perfurados nas Apollos 15 e 16.

    Os novos experimentos levados incluíam um instrumento para determinar a composição da fina atmosfera lunar, um invento para detectar meteoritos e um gravímetro de longa duração, feito com a intenção de que fosse um detector de ondas gravitacionais.

    Fonte: pt.wikipedia.org

    18/12 - Mt 1,18-24

    18 de Dezembro de 2014

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    Mateus 1,18-24

    Ora, a origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José e, antes de passarem a conviver, ela encontrou-se grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu esposo, sendo justo e não querendo denunciá-la publicamente, pensou em despedi-la secretamente. Mas, no que lhe veio esse pensamento, apareceu-lhe em sonho um anjo do Senhor, que lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas receio de receber Maria, tua esposa; o que nela foi gerado vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe porás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor tinha dito pelo profeta: “Eis que a virgem ficará grávida e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa: Deus conosco”. Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa.

    Entendendo

    O ANJO ANUNCIA JESUS COMO EMANUEL!
    UM DEUS PRÓXIMO, QUE PARTICIPA DA NOSSA VIDA DIÁRIA!

    A conhecida passagem do evangelho de hoje, em que Maria recebe um anjo enviado por Deus a trazer-lhe a grande notícia do nascimento de Jesus, servindo-se Dela, pode ser refletida em várias situações. Destaco três, mais diretamente.

    A primeira sobre o comunicado direto do anjo a Maria. Sabemos do contexto machista da época, em que as mulheres não eram respeitadas, ainda mais em se tratando de uma pessoa anônima, moradora das montanhas, sem qualquer notoriedade na sociedade. Deus já dá sinais do respeito às mulheres e aos pequenos.

    A segunda situação é sobre a postura de José. Sua atitude inicial mostra prudência do lado humano e é classificado no evangelho como justiça (homem justo). Por outro, demonstra pouca sensibilidade para captar os sinais de Deus. O anjo não reage ao pensamento de José em abandonar Maria em silêncio, e mostra a paciência de Deus diante da fraqueza humana.

    A última situação destacada é quando o anjo define a criança Jesus com o nome de Emanuel, que significa “Deus conosco”. Ou seja, é alguém que vem do Alto, mas que será gente como a gente, pisará em nosso chão, sentirá dores como nós, e se alegrará como qualquer mortal. Revela um Deus próximo da vida diária de seu povo.

    Atualizando

    A CARIDADE
    É A PRÁTICA QUE MAIS NOS APROXIMA DE DEUS!

    Uma das maneiras mais fáceis de percebermos que Deus está presente, todo dia, na vida da gente é quando ajudamos alguém e somos presença na vida do nosso semelhante. A ajuda que me refiro não é somente material, mas toda ação que fazemos para o bem de alguém.

    Quis Deus que meus passos, depois do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, se dirigissem para um particular santuário do sofrimento humano, que é o Hospital São Francisco de Assis. É bem conhecida a conversão do Santo Patrono de vocês: o jovem Francisco abandona riquezas e comodidades para fazer-se pobre no meio dos pobres, entende que não são as coisas, o ter, os ídolos do mundo a verdadeira riqueza e que estes não dão a verdadeira alegria, mas sim seguir a Cristo e servir aos demais; mas talvez seja menos conhecido o momento em que tudo isto se tornou concreto na sua vida: foi quando abraçou um leproso. Hoje, neste lugar de luta contra a dependência química, quero abraçar a cada um e cada uma de vocês - vocês que são a carne de Cristo – e pedir a Deus que encha de sentido e de esperança segura o caminho de vocês e também o meu”.

    Papa Francisco / Hospital São Francisco / Rio de Janeiro.

    As atitudes do novo papa, na influente missão que exerce no mundo, revela a identidade de um Deus simples e presente na vida do povo. Suas atitudes mostram caridade e misericórdia, principalmente com os mais pobres e sofredores. Em sua vinda ao Brasil, o papa Francisco fez questão de visitar um hospital e levar um pouco de esperança àqueles sofredores. Com esse gesto, ele, como representante de um número tão grande de cristãos, confirma a presença do Deus Emanuel do evangelho de hoje.

    18/12 - São Graciano

    18 de Dezembro de 2014

    São Graciano

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    “Apóstolo exemplar em tempo de perseguição”

    Graciano foi um dos sete missionários cristãos enviados por Roma, para evangelizar na região da Gália, futura França. Graciano foi o primeiro bispo da diocese de Tours.

    O papa Fabiano designou Graciano para a diocese de Tours no ano 249, para exercer o cargo de bispo. A cidade não possuía igreja, os pobres eram maltratados e os enfermos marginalizados, era dominada, completamente, pelo paganismo. Desde o início, como representante do catolicismo, o bispo Graciano passou a ser perseguido pelos infiéis, que não queriam deixar a adoração aos falsos deuses.

    Em alguns períodos, a perseguição era tão forte que Graciano precisava esconder-se em lugares solitários. Lá, reunia os cristãos e os interessados em converter-se para poder celebrar os sacramentos, a Santa Missa e pregar a palavra de Deus.

    Com a perseverança de Graciano o grupo de cristãos foi crescendo. Os necessitados da cidade, pela primeira vez, começaram a receber atenção e ajuda comunitária. Ele fundou, até, um hospital para os doentes abandonados, que antes não existia para atendê-los. Esse árduo e fecundo apostolado se estendeu por cinquenta anos.

    A tradição diz que, o próprio Jesus teria aparecido ali para avisar o bispo Graciano que a sua morte se aproximava. De fato, logo depois ele faleceu, numa data não muito certa, mas no ano 301. Seu corpo foi sepultado no cemitério cristão que ele mesmo construíra nos arredores da cidade. A festa do primeiro bispo de Tours foi fixada pela Igreja no dia 18 de dezembro.

    18/12 - Dia do Museólogo

    18 de Dezembro de 2014

    Dia do Museólogo

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    Este 18 de dezembro é o Dia do Museólogo no Brasil. Profissão regulamentada em 1984, o dia nacional foi instituído 20 anos depois como reconhecimento pelo papel fundamental do museólogo para o fortalecimento da cultura brasileira.

    Profissional que estuda os museus a partir das relações entre o ser humano, a cultura e a natureza, o museólogo é essencial para a proteção, documentação, conservação, pesquisa e difusão do patrimônio museológico. Desta forma, ele traz consigo o interesse contínuo pelas conquistas materiais e imateriais de uma nação, na busca, sempre, dos melhores caminhos para dar a ver as marcas da nossa produção cultural.

    Ao envolver governos, instituições educacionais e museológicas, organizações sociais e cidadãos, o Ministério da Cultura acredita que a profissão de museólogo contribui definitivamente para dar mais força e amplitude à vida cultural do país, com a criação de condições para que compreendamos melhor o papel social que os museus representam em uma sociedade ciente da importância da preservação de sua memória.

    Fonte: www.cultura.gov.br

    17/12 - Mt 1,1-17

    17 de Dezembro de 2014

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    Mateus 1,1-17

    Livro da origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão: Abraão gerou Isaac, Isaac gerou Jacó, Jacó gerou Judá e seus irmãos, Judá gerou Farés e Zara, de Tamar. Farés gerou Esrom; Esrom gerou Aram; Aram gerou Aminadab; Aminadab gerou Naasson; Naasson gerou Salmon; Salmon gerou Booz, de Raab. Booz gerou Obed, de Rute. Obed gerou Jessé. Jessé gerou o rei Davi. Davi gerou Salomão, da mulher de Urias. Salomão gerou Roboão; Roboão gerou Abias; Abias gerou Asa; Asa gerou Josafá; Josafá gerou Jorão; Jorão gerou Ozias; Ozias gerou Jotão; Jotão gerou Acaz; Acaz gerou Ezequias; Ezequias gerou Manassés; Manasses gerou Amon; Amon gerou Josias. Josias gerou Jeconias e seus irmãos, no tempo do exílio na Babilônia. Depois do exílio na Babilônia, Jeconias gerou Salatiel; Salatiel gerou Zorobabel; Zorobabel gerou Abiud; Abiud gerou Eliaquim; Eliaquim gerou Azor; Azor gerou Sadoc; Sadoc gerou Aquim; Aquim gerou Eliud; Eliud gerou Eleazar; Eleazar gerou Matã; Matã gerou Jacó. Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. No total, as gerações desde Abraão até Davi são quatorze; de Davi até o exílio na Babilônia, quatorze; e do exílio na Babilônia até o Cristo, quatorze.

    Entendendo

    A ORIGEM HUMANA DE JESUS CRISTO

    Para os antigos a raiz hereditária dava garantia de credibilidade à pessoa. O conhecimento da origem assegurava a garantia de fazer parte de uma história, de um povo. Principalmente quando essa origem vinha de Abraão, homem escolhido por Deus para formar o povo de Israel e revelar a existência do Deus único.

    A bênção prometida por Deus fazia de Abraão o porta-voz do Criador para todas as nações. Portanto, fazer parte desse povo era um privilégio. Ainda mais tendo a garantia de que o enviado de Deus, o Messias (Jesus Cristo), nasceria dessa origem.

    Além dessa marca histórica, a genealogia de Jesus serve para dizer que Nele se resume toda a história passada, desde a criação. Ele dá sentido à criação. Em sua pessoa uma nova história do universo começa.

    Atualizando

    SABER NOSSAS ORIGENS
    PARA CONHECER QUEM SOMOS!

    Uma árvore genealógica é um histórico de certa parte dos antepassados de um indivíduo ou família. Mais especificamente, trata-se de uma representação gráfica genealógica para mostrar as conexões familiares entre indivíduos, trazendo seus nomes e, algumas vezes, datas e lugares de nascimento, casamento, fotos e falecimento. O nome se dá pelo fato da semelhança ao ramificar das árvores.

    Falando de Brasil, as gerações anteriores estão indo embora e algumas pessoas estão se sentindo sem raízes. A ideia não é ficar revivendo épocas passadas, suas glórias ou dificuldades, mas encontrar pontos de referência para entender melhor quem somos, tanto do ponto de vista individual como familiar e, porque não dizer, social, porque não somos diferentes de tantas outras famílias por aí. O brasileiro é resultado de uma mistura de nacionalidades e raças que nos confere uma riqueza única, que merece ser preservada.

    A própria natureza divina revela traços que trazemos de nossos ancestrais, tanto qualidade e tendências boas, como fraquezas, e até mesmo doenças herdadas. Aprofundando mais ainda, vamos perceber que não fomos nós, mas o próprio Deus que escolheu a família onde deveríamos nascer. E, se a escolha foi feita por Ele, merece ser valorizada e amada.

    Uma pessoa sem memória e que não conhece a sua história corre o risco de cometer as mesmas falhas, e até perder a autoestima, por ignorar suas próprias origens.

    Faço, no entanto, uma observação quando se trata da prioridade Deus. A família de sangue é importante, mas ela é relativizada quando se refere aos valores divinos. Lembremo-nos de Jesus, ao afirmar: “Minha mãe e meus irmãos são todos que fazem a vontade do meu Pai...” (Mt 12,48).

    Portanto, mesmo com toda importância e respeito às nossas origens, os valores de Deus devem ser priorizados diante de opções desvirtuadas que nossas famílias possam trilhar.

     

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