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    23/11 - Mt 25,31-46

    23 de Novembro de 2014

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    Mateus 25,31-46

    “Quando o Filho do Homem vier em sua glória, (...) ele se assentará em seu trono glorioso. (...) Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai! Recebei em herança o Reino que meu Pai vos preparou! Pois eu estava com fome, e me destes de comer; estava com sede, e me destes de beber; eu era forasteiro, e me recebestes em casa; estava nu e me vestistes; doente, e cuidastes de mim; na prisão, e fostes visitar-me’. (...) Então, o Rei lhes responderá: ‘Em verdade, vos digo, todas as vezes que não fizestes isso a um desses mais pequenos, foi a mim que o deixastes de fazer!’ (...)”.

    Entendendo

    JESUS FALA DO JUÍZO FINAL
    E REVELA COMO SEREMOS SALVOS!

    Esta é a única passagem dos quatro evangelhos que mostra o Juízo final, ou seja, o nosso julgamento decisivo diante de Deus.

    Fica claro que todos nós seremos julgados pela fé que tivermos em Jesus Cristo. A fé aqui, não é apenas dizer que acredita em Deus ou em Jesus, mas mostrar a sua fé acompanhada de compromissos e testemunho de vida.

    O evangelho de hoje mexe com nossa estrutura social e nos faz questionar a sociedade dividida em classes sociais: pobres, ricos, classes média, alta e por ai vai. Questiona o jeito de viver daqueles que estão em uma condição mais privilegiada.

    Jesus fez uma experiência humana de nascer numa família pobre, passar dificuldades, humilhações e, por fim, foi vítima de morte violenta. Ele desceu ao mais profundo do sofrimento humano. Ao focar seus discursos nos pobres e sofredores, ele falava de uma realidade que conhecia. Por isso, convocou a todos os cristãos a serem solidários e justos com os menos favorecidos.

    Tudo que os cristãos daquela época não foram capazes de fazer, os de hoje, mais conscientes, têm a oportunidade de realizar em palavras e ações.

    Atualizando

    A SALVAÇÃO NÃO É APENAS INDIVIDUAL,
    NÓS TAMBÉM PARTICIPAMOS DA SALVAÇÃO DOS OUTROS!

    A salvação individual é importante e a Igreja Católica ensina. Não iremos para o Céu porque nossos pais e avós foram cristãos (Deus não possui netos!), ou porque somos brasileiros, ou então porque vamos à igreja. Isso só não bastaria. Iremos para o Céu porque compartilhamos da graça de Deus, de sua vida sobrenatural dentro de nós, que é a nossa união pessoal com Cristo. 

    Ser católico envolve obediência e fé pessoal em Cristo e nos ensinamentos da Igreja. Isto é muito mais que um "catolicismo cultural". Você não é católico simplesmente porque é brasileiro, italiano, americano ou espanhol. A cultura pode ser um veículo para trazer a fé a uma pessoa, mas na verdade o Catolicismo precisa ser apenas isto: uma fé livremente aceita.

    A fé pessoal e o perdão são essenciais. Enquanto estamos sendo perdoados como indivíduos, a salvação é transmitida a nós através da Igreja. Não é apenas "eu e Jesus". Existe uma corporação, um aspecto comunitário no Cristianismo, assim como há ainda um aspecto individualista.

    Os cristãos fazem parte de uma família. Nós somos os filhos da família de Deus (Efésios 2,19). Estamos unidos no Corpo Místico de Cristo (1Coríntios 12,12-26; Efésios 1,23; Colossenses 1,18.24).

    Tão forte é o vínculo que temos uns com os outros, em Cristo, que Paulo disse: "Se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele; se um membro é honrado, todos os membros se alegram com ele” (1Corintios 12,26).

    Este princípio é ilustrado pelo sacramento da confissão. Quando pecamos, não apenas ofendemos a Deus, mas atingimos a Cristo na pessoa do nosso irmão a quem praticamos o ato. Impedimos o nosso semelhante de contar com nosso apoio espiritual.

    Como resultado, precisamos nos reconciliar com a Igreja e com Deus. É como se houvesse um membro amputado. O membro amputado não apenas perde a vida propiciada pela alma, como também os demais membros perdem a função que aquele membro desenvolvia, dando vida ao corpo.

    O ponto importante aqui é que somos salvos, não apenas como indivíduos, mas também como um povo. Isto fica claro na carta de Pedro:

    "Mas vós sois o povo escolhido, o sacerdócio régio, a nação santa, o povo que ele conquistou, a fim de que proclameis os grandes feitos daquele que vos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa. Vós sois aqueles que antes não eram povo. Agora, porém, são povo de Deus; os que não eram objeto de misericórdia, agora alcançaram misericórdia" (1Pedro 2,9-10).

    Fonte: www.veritatis.com.br

    23/11 - São Clemente I

    23 de Novembro de 2014

    São Clemente I

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    “Terceiro Papa e discípulo de São Paulo”

    É com alegria que celebramos hoje a vida do terceiro papa que governou nossa Igreja no primeiro século. Clemente I com muito empenho regeu a Igreja de Roma dos anos 88 até 97. Vivia em Roma e foi contemporâneo de São João Evangelista, São Filipe e São Paulo; de Filipe era um dos colaboradores e de Paulo foi discípulo. Paulo até citou-o em seus escritos. A antiga tradição cristã apresenta-o como filho do senador Faustino, da família Flávia, parente do imperador Domiciano. Foi papa numa época de muitas perseguições aos seguidores de Cristo.

    Enfrentou as divisões internas que ocorriam. Foi considerado o autor da célebre carta anônima enviada aos Coríntios que não seguiam as orientações de Roma, e pretendiam desligar-se do comando único da Igreja. Através da carta, Clemente I animou-os a perseverarem na fé e na caridade ensinada por Cristo, e participarem da união com a Igreja.

    Restabeleceu o uso da Crisma, seguindo a tradição de São Pedro, e instituiu o uso da expressão "amém", nos ritos religiosos. Com sua atuação séria e exemplar, converteu até Domitila, irmã do imperador Domiciano, também seu parente, fato que muito ajudou amenizar a sangrenta perseguição aos cristãos.

    Devido ao excelente trabalho que realizou, foi exilado pelo imperador Nerva, onde juntamente com milhares de cristãos foi condenado aos trabalhos forçados nas minas de pedra em Criméia. Lá ele converteu muitos pagãos com seu testemunho de fé e perseverança. Isso fez despertar ainda mais a raiva do imperador que ordenou que ele prestasse culto aos deuses dele, como não aceitou mandou matá-lo jogando-o no Mar Negro, com uma âncora amarrada no pescoço.

    Tudo aconteceu no dia 23 de novembro do ano 101, como consta do Martirológio Romano.

    23/11 - Dia Mundial sem Compras

    23 de Novembro de 2014

    Dia Mundial sem Compras

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    O Dia Mundial sem Compras (DMsC) (conhecido mundialmente como Buy Nothing Day, "Dia de Não Comprar Nada") é um dia internacional de protesto contra o consumismo.

    O DMsC foi criado pelo artista de Vancouver Ted Dave e, posteriormente, promovido pela revista canadense Adbusters. Os participantes deste evento comprometem-se a não comprar nada durante 24 horas como um ato de demonstração do poder das pessoas ante sua condição de consumidores.

    O objetivo deste evento é o de chamar a atenção aos consumidores dos efeitos destruidores que os nossos hábitos de consumo podem ter a nível global, e em especial nos países de terceiro mundo. Ativistas podem também participar com manifestacões e ações mais radicais em lugares estratégicos, como por exemplo nas entradas de centros comerciais.

    Nos últimos anos, o evento tem ganho adeptos de movimentos contra o aquecimento global. Estes argumentam, que para travar este fenômeno cabe à população do primeiro mundo mudar os seus hábitos de consumo.

    Fonte: pt.wikipedia.org

    22/11 - Lc 20,27-40

    22 de Novembro de 2014

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    Lucas 20,27-40

    Aproximaram-se de Jesus alguns saduceus, os quais negam a ressurreição, e lhe perguntaram: “Mestre, Moisés deixou-nos escrito: ‘Se alguém tiver um irmão casado e este morrer sem filhos, deve casar-se com a mulher para dar descendência ao irmão’. Ora, havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu, sem deixar filhos. Também o segundo e o terceiro se casaram com a mulher. E assim os sete: todos morreram sem deixar filhos. Por fim, morreu também a mulher. Na ressurreição, ela será esposa de qual deles? Pois os sete a tiveram por esposa”. Jesus respondeu-lhes: “Neste mundo, homens e mulheres casam-se, mas os que forem julgados dignos de participar do mundo futuro e da ressurreição dos mortos não se casam; e já não poderão morrer, pois serão iguais aos anjos; serão filhos de Deus, porque ressuscitaram. Que os mortos ressuscitam, também foi mostrado por Moisés, na passagem da sarça ardente, quando chama o Senhor de Deus de Abraão, Deus de Isaac e Deus de Jacó. Ele é Deus não de mortos, mas de vivos, pois todos vivem para ele”. Alguns escribas responderam a Jesus: “Mestre, falaste muito bem”. E ninguém mais tinha coragem de perguntar coisa alguma a Jesus.

    Entendendo

    O DESTINO FINAL DE UMA
    MULHER QUE PASSOU POR 7 MARIDOS!

    Os saduceus e fariseus eram dois grupos opostos na fé, embora estivessem atuando no mesmo espaço sagrado, o Santuário de Jerusalém. Os saduceus não acreditavam na ressurreição. Ao questionar Jesus, os saduceus tinham a intenção de ridicularizar os fariseus na fé que eles espalhavam para o povo. Os saduceus queriam também conhecer a posição de Jesus, para saber de que lado se posicionava.

    O fato colocado por eles é meio ridículo – uma mulher que passou por sete maridos. Isso porque eles tinham uma visão errada da vida após a morte. Era esta a sua visão:

    · Que todas as pessoas iriam para o mesmo destino eterno.

    · Que a morte superaria a vida, pois é para o sheol, lugar de trevas e sombra, que seguiam todas as pessoas.

    · Que Deus não tinha o poder de interferir no destino eterno das pessoas.

    Jesus responde, estabelecendo uma distinção entre "este mundo" e o "outro mundo". A resposta de Jesus desfaz o mal entendido a respeito da vida eterna. Jesus fala de Deus como o Deus dos vivos, que dá garantia de vida eterna àqueles que n’Ele acreditam.

    Atualizando

    O QUE A IGREJA DIZ SOBRE A VIDA APÓS A MORTE?

    Para este assunto tão importante e que interessa a todos, vou me servir de uma bela síntese elaborada pelo professor Filipe Aquino, tomando por base os Documentos Oficiais da Igreja.

    A maior esperança cristã é esta: a vida não termina na morte, mas continua no além. E muitos perguntam “o que virá depois?”. Somente a fé católica tem resposta clara para esta questão. A Carta aos hebreus diz que “está determinado que os homens morram uma só vez e em seguida vem o juízo” (Hb 9,2). Para nós católicos, isso liquida de vez com a mentira da reencarnação, que engana tantas pessoas, e deixa-as despreparadas diante da morte, acreditando neste erro, e com uma falsa ideia de salvação.

    São Paulo ensinava aos cristãos de Corinto, muito influenciados pela mitologia grega que dominava a região, que “ao se desfazer esta tenda que habitamos neste mundo, recebemos uma casa preparada por Deus e não por mãos humanas, uma habitação eterna,  no céu” (2Cor 5,10). Mas, Paulo não deixou de dizer que “teremos de comparecer diante do tribunal de Cristo. Ali cada um receberá o que mereceu, conforme o bem ou o mal que tiver feito enquanto estava no corpo” (2Cor 5,10).

    A Igreja nos ensina que logo após a morte vem o Juízo particular da pessoa. Diante da justiça perfeita de Deus, seremos julgados. Mas é preciso lembrar que o Juiz é o mesmo que chegou até o lenho da Cruz para que ninguém fosse condenado, e tivesse à sua disposição, através dos Sacramentos da Igreja, o perdão e a salvação que custaram a Sua Vida.

    Afirma o nosso indispensável Catecismo que: “Cada homem recebe em sua alma imortal a retribuição eterna a partir do momento da morte, num Juízo Particular que coloca sua vida em relação à vida de Cristo, seja através de uma purificação, seja para entrar de imediato na felicidade do céu, seja para condenar-se de imediato para sempre” (§ 1022).

    Isto mostra que imediatamente após a morte a nossa alma já terá o seu destino eterno definido: o céu, mesmo que se tenha de viver o estado de purificação antes (purgatório), ou o inferno.

    Sobre o purgatório a Igreja o Catecismo afirma:  “A Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados” (§1031). As almas do Purgatório já estão salvas, apenas completam a sua purificação para poderem entrar na comunhão perfeita com Deus. Diz a Carta aos hebreus que “sem a santidade, ninguém pode ver o Senhor” (cf. Hb 12,14).

    Mais do que um estado de sofrimento, o Purgatório é, ensina São Francisco de Sales, doutor da Igreja, um estado de esperança, amor, confiança em Deus, e paz, embora a alma sofra para se santificar.

    Para os que rejeitaram a Deus e a sua graça, isto é, que deixaram o coração endurecer, o destino será a vida eterna longe de Deus, para sempre, e junto daqueles que também rejeitaram a Deus. Jesus diz que ali haverá “choro e ranger de dentes”.

    22/11 - Santa Cecília

    22 de Novembro de 2014

    Santa Cecília

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    “Por amor a Jesus desde criança viveu uma vida santa e morreu decapitada após três tentativas”

    Cecília era de família romana pagã, nobre, rica e influente. Estudiosa, gostava muito de estudar música, principalmente a sacra, filosofia e o Evangelho. Desde a infância era muito religiosa e, por decisão própria, afastou-se dos prazeres da nobreza, para se entregar a Jesus Cristo, pelo voto secreto da castidade. Foi prometida em casamento a Valeriano, também da nobreza romana. Ao receber a triste notícia, Cecília rezou pedindo proteção do seu anjo da guarda, de Maria e de Deus, para não romper com o voto.

    Após o casamento, Cecília contou ao marido que era cristã e do seu compromisso de castidade. Disse, ainda, que para isso estava sob a guarda de um anjo. Valeriano ficou comovido com a sinceridade da esposa e prometeu proteger sua pureza. Mas para isso queria ver o anjo.

    Cecília aconselhou seu marido a visitar o papa Urbano, que por perseguição, estava refugiado nas catacumbas e celebrava missas, das quais ela costumava participar. O jovem esposo foi ao encontro do papa acompanhado de seu irmão Tibúrcio. Os dois ouviram a pregação, converteram-se e foram batizados. Valeriano cumpriu a promessa e depois viu Cecília ajoelhada rezando e, ao seu lado, o anjo da guarda.

    As notícias que Cecília era cristã, e a conversão do marido e do cunhado chegaram às autoridades romanas. Os três foram presos. Julgados, recusaram-se a renegar a fé e foram decapitados.

    Cecília teve uma chance, considerada a sua família ilustre, mas exigiram que ela abandonasse a religião para escapar da morte. Como Cecília se negou, foi colocada no balneário do seu próprio palacete, para morrer asfixiada pelos vapores. Ela saiu ilesa. Então foi tentada a decapitação. O carrasco a golpeou três vezes e, mesmo assim, sua cabeça permaneceu ligada ao corpo. Mortalmente ferida, ficou no chão por três dias, durante os quais animava os cristãos que iam vê-la a não renegarem a fé. Os soldados pagãos que presenciaram tudo se converteram. Isso aconteceu pelo o ano de 230.

    O seu corpo foi enterrado nas catacumbas romanas. Mas só foi descoberto graças a uma visão que o papa Pascoal I, no ano de 817 a 824 teve com Cecília. Seu caixão foi encontrado e aberto, constatando-se que seu corpo permanecera intacto. Depois foi colocado numa urna de mármore sob o altar da igreja de Santa Cecília, construída no terreno do seu antigo palácio. Sua memória é celebrada no dia 22 de novembro, desde o século VI.

    Vários séculos se passaram. Em 1559, o cardeal Sfondrati ordenou nova abertura da urna de Santa Cecília e seu corpo permanecia intacto. É padroeira da música e do canto sacro.

    22/11 - Dia dos Músicos

    22 de Novembro de 2014

    Dia dos Músicos

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    Hoje é dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos, por isso é também comemorado o Dia do Músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.

    O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.

    Fonte: forum.cifraclub.com.br

    21/11 - Mt 12,46-50

    21 de Novembro de 2014

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    Mateus 12,46-50

    Enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém lhe disse: "Olha! Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo". Ele respondeu àquele que lhe falou: "Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?" E, estendendo a mão para os discípulos, acrescentou: "Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe".

    Entendendo

    “TODO AQUELE QUE FAZ A VONTADE DO
    MEU PAI... ESSE É MEU IRMÃO, MINHA IRMÃ E MINHA MÃE!”

    A resposta de Jesus ao portador da notícia sobre a presença de sua família pode, em princípio, soar mal e até grosseira e deselegante; mas demonstrava coerência com tudo que Ele estava pregando. Deus está acima da nossa família.

    O rompimento com a família foi uma das exigências de Jesus para quem queria seguir a proposta de implantar com Ele, aqui na terra, o novo Reino. Por outro lado, aqueles que deixavam sua família natural, constituíam uma nova família formada pelos laços fraternos da fé.

    Embora continuasse respeitando a sua família natural e cuidando dela, Jesus deixou claro que aquele que se identifica com o agir Dele, cria novos laços familiares, ao ponto de se sentir irmão. Assim, a ligação entre Jesus e os seus discípulos era muito mais profunda do que a convivência física com eles. Havia algo de superior que os unia, sem estar na dependência de pertencer a uma família, raça ou cultura.

    Atualizando

    TESTEMUNHANDO MEUS 22 ANOS DE PADRE!

    No Evangelho de hoje, Jesus apresenta uma nova família, constituída pelos laços da fé. Com isso, Ele não quer desfazer ou desvalorizar seus pais e parentes. Só que, a partir do momento que Deus O chama para uma missão especial no mundo, Ele não pode ser exclusividade de uma única família.

    O padre é chamado a desenvolver uma missão, assim como Jesus renuncia a uma única família, para se dedicar de maneira mais abrangente, a todas as famílias que Deus colocar em seu caminho.

    “Todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna” (Mateus 19,29).

    Nestes 22 anos de padre pude perceber que esta promessa de Jesus é cumprida e renovada a cada instante, e ela me dá o prazer de conhecer e fazer parte de muitas famílias. Já fui transferido sete vezes, já trabalhei em regiões diferentes e nas mais diversas atividades, e nunca deixei de ser acolhido, acarinhado e mantido pelo povo. Muitas vezes, tendo mais do que necessito para viver c0m dignidade.

    Nesse período, tive o apoio e a compreensão da minha família natural e nunca deixei de amá-la e fazer parte dos seus momentos mais significativos. No entanto, como padre, não pertenço somente a ela, mas a todas aquelas que o Pai coloca nos locais para onde Ele me destina.

    E assim, as promessas de Deus vão se cumprindo na vida de todos aqueles que acreditam que Deus os chama para uma missão e, estando com Ele, jamais são deixados de lado.

    Pe. Rosivaldo Motta, CSsR

    21/11 - São Gelásio I

    21 de Novembro 2014

    São Gelásio I

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    “O Papa dos Pobres”

    Gelásio nasceu em Roma, de origem africana, filho de um humilde ferreiro, mas era culto, inteligente e de personalidade forte. Cristão praticante foi conselheiro do papa Félix III, que vinha tentando conciliar a Igreja do Oriente e do Ocidente. No ano de 492, com a morte do papa Félix III, Gelásio foi eleito seu sucessor.

    O papa Gelásio I se empenhou para manter a doutrina recebida dos apóstolos, combatendo e tentando eliminar as heresias que existiam naquela época. Foi o primeiro pontífice a expressar a máxima autoridade do bispo de Roma sobre toda a Igreja.

    Desenvolveu um grande trabalho de renovação litúrgica. Organizou e presidiu o sínodo de 494, no qual saiu aprovada a grande renovação litúrgica da Igreja. Assim, ele instituiu o Sacramentário Gelasiano, para uniformizar as funções e ritos da Igreja.

    Ele vivia em oração e insistia que seus clérigos fizessem o mesmo. Segundo Dionísio, o Pequeno, ele procurou mais servir aos necessitados do que exercer a sua autoridade. Por sua caridade, foi chamado "papa dos pobres". Morreu em 21 de novembro no ano de 496, em Roma.

    21/11 - Dia Mundial da Saudação

    21 de Novembro de 2014

    Dia Mundial da Saudação

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    O Dia Mundial da Saudação é um dia nobre e de grande motivação. Foi celebrado pela primeira vez em 1973. Os antecedentes a este dia começaram em 1967 com a guerra dos seis dias (ocupação da Península do Sinai, da Faixa de Gaza e dos Montes Golan, por parte de Israel). Em outubro de 1973, uma coligação entre Síria e o Egito lançou um duplo ataque às linhas israelitas, atacando no Sinai e nos Montes Golan, dando origem à Quarta Guerra Israelo-Árabe.

    Foi enquanto se travava esta guerra, mais uma no Médio Oriente que dois professores norte-americanos, Brian McCormack (Universidade do Arizona) e Michael McCormack (Universidade de Harvard) decidiram instituir o World Hello Day.

    O dia propõe como finalidade o cumprimento a 10 pessoas e, através deste gesto, demonstrar a importância do contato entre as pessoas como forma de preservar a paz no Mundo em vez da força.

    Atualmente é celebrado em todo o Mundo, por pessoas de 180 países diferentes. É um dia instituído, essencialmente, para clamar pela paz. Existem sites na Internet onde é possível enviar cartões do World Hello Day.

    Fonte: eventos.aprender.pt

    20/11 - Lc 19,41-44

    20 de Novembro de 2014

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    Lucas 19,41-44

    Quando Jesus se aproximou de Jerusalém e viu a cidade, começou a chorar. E disse: “Se tu também compreendesses hoje o que te pode trazer a paz! Agora, porém, está escondido aos teus olhos! Dias virão em que os inimigos farão trincheiras, te sitiarão e te apertarão de todos os lados. Esmagarão a ti e a teus filhos, e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste o tempo em que foste visitada”.

    Entendendo

    A CIDADE SOFRE POR SEGUIR
    AS FALSAS PROPOSTAS DE SEUS DIRIGENTES!

    O choro de Jesus ao olhar para a cidade de Jerusalém expressava sua frustração diante de um povo fechado à sua pregação e que recusava suas propostas de mudança. Ele tinha à sua frente, pessoas que seguiam uma religião fechada, sem espaço para os sinais de Deus revelados na história.

    Jesus, que veio como luz para direcionar todos aos bons caminhos, transforma-se em anunciador de castigos e desgraças. Ele é sincero, direto, não usa meias palavras, anuncia que a infidelidade a Deus está levando aquele povo ao fracasso, à invasão dos inimigos. Os descendentes de Abraão, o chamado povo de Deus, escolhido para ser a referência divina para o mundo, toma outro rumo.

    Ao anunciar as desgraças para a cidade de Jerusalém, Jesus não o fazia com prazer, mas com tristeza. Pois, diante do rumo que as coisas estavam tomando, não havia dúvida quanto ao desfecho da situação.

    Atualizando

    COMO ESTÃO AS NOSSAS CIDADES HOJE?

    É curioso perceber que Jesus denuncia toda uma população. Isso em decorrência de seu povo seguir aos “guias cegos”, que administravam tanto a religião como a política.

    No Brasil de hoje, 84.4% da população brasileira vive na cidade, principalmente nos grandes centros. A grande maioria nas periferias, sem condições de vida social e, em decorrência, o comprometimento na vida moral.

    Saindo da esfera dos carentes da periferia, encontramos muita gente preparada intelectualmente e religiosamente que, muitas vezes, não corresponde a isto, e atos como, por exemplo, a corrupção é constante no país.

    Aumenta, portanto, o compromisso do testemunho da Igreja como instituição influente e de todos os cristãos que moram e evangelizam nas cidades.

     

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