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    25/10 - Lc 13,1-9

    25 de Outubro de 2014

    evandia

    Lucas 13,1-9

    Chegaram algumas pessoas trazendo a Jesus notícias a respeito dos galileus que Pilatos tinha matado, misturando o sangue deles com o dos sacrifícios que ofereciam. Ele lhes respondeu: “Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que qualquer outro galileu, por terem sofrido tal coisa? Digo-vos que não... E aqueles dezoito que morreram quando a torre de Siloé caiu sobre eles? Pensais que eram mais culpados do que qualquer outro morador de Jerusalém? Eu vos digo que não. Mas, se não vos converterdes, perecereis todos do mesmo modo”. E Jesus contou esta parábola: “Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha, foi lá procurar figos e não encontrou. Então disse ao agricultor: ‘Já faz três anos que venho procurando figos nesta figueira e nada encontro. Corta-a; para que ainda ocupa inutilmente o terreno?’ Ele, porém, respondeu: ‘Senhor, deixa-a ainda este ano. Vou cavar em volta e pôr adubo. Pode ser que venha a dar fruto. Se não der, então a cortarás’”.

    Entendendo

    JESUS FALA DE TRAGÉDIAS E CALAMINADAS!

    Jesus mostra que as vítimas das tragédias não são mais pecadoras do que as pessoas não afetadas pela calamidade. Dá a entender que a tragédia não acontece como vingança de Deus aos pecados cometidos pela humanidade.

    A morte dos galileus e dos moradores de Jerusalém é um convite à conversão e ao reconhecimento, no tempo presente, da vinda de Deus para salvar seu povo.
    A figueira na tradição dos professores da época (os escribas) era símbolo da Lei. Ela está plantada na vinha.

    Há uma tendência entre os cristãos em pensar que a conversão é somente para os outros, “aqueles que procedem mal e andam errados”. É como se, ao apontar a necessidade da conversão dos outros, estivessem dispensados de se converterem.

    Essa tendência mostra autossuficiência, pré-julgamento e miopia espiritual. Diante disso, há os que se sentem como os maiores pecadores do mundo e como se estivessem condenados, por verem pessoas que as tem como referência de fé, apresentarem um “deus condenador” e não o Deus amor revelado por Jesus. Jesus combateu essa mentalidade.

    Por outro lado, é arriscado pensar que os outros são mais pecadores do que nós mesmos e, assim, acomodar-nos em nosso ar de superioridade. Esta acomodação pode ser fatal. A parábola mostra que apesar do esforço do agricultor a figueira poderá ser cortada.

    Atualizando

    PARA QUE ALGUÉM MUDE É NECESSÁRIO
    CONVENCER A SI PRÓPRIO DA NECESSIDADE DE MUDAR!

    No Evangelho de hoje, Jesus fala da conversão como necessidade básica para estar com Deus. Cita o exemplo da figueira estéril, mostrando que o Pai investiu em todos nós para que possamos produzir frutos e dar a nossa contribuição ao mundo.

    CONVERSÃO! Palavra meio batida e que, muitas vezes, soa mal aos nossos ouvidos. Sobretudo quando percebemos muitos fanáticos confundirem conversão com lavagem cerebral alienante.

    A conversão defendida por Jesus é sadia, obedece a um projeto de vida bem planejado, que propõe ideais que devem ser atingidos para realização pessoal e comunitária. Essa conversão passa pela ‘vida interior’. Digo ‘interior’ porque ninguém muda se não se convence que é necessário para si, agir desta ou daquela maneira.

    Conheci um colega padre que ficou sacerdote para realizar o sonho do seu pai e da sua família. Pessoa maravilhosa, mas que não se sentia realizado. Bastou o pai morrer que deixou o ministério. Aquela ideia não fazia parte de sua vocação. Portanto, mesmo obediente aos pais, nunca convenceu a si mesmo dessa necessidade, porque não era a sua realidade.

    Tenho um amigo que ficou médico porque este era o desejo da família. Quando teve a coragem de assumir a si mesmo, deixou a medicina e hoje é músico.

    Portanto, para alguém mudar e assumir um projeto de vida, que envolve conversão de valores é necessário passar por uma mudança interior, que é sofrida na maioria das vezes. Mas, após a tomada de consciência e atitude responsável, vem a realização e a produtividade. Lembro que tudo isso passa pela obediência à Palavra e por momentos fortes de encontro pessoal com Deus.

    25/10 - Santo Antônio de Sant’Anna Galvão “Frei Galvão”

    25 de Outubro de 2014

    Santo Antônio de Sant’Anna Galvão
    Frei Galvão”

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    “O primeiro santo brasileiro”

    É com muita alegria que hoje comemoramos o primeiro santo brasileiro. Antônio de Sant'Anna Galvão nasceu em 1739, em Guaratinguetá, São Paulo, cidade próxima ao Santuário Nossa Senhora Aparecida. Seu pai era Antônio Galvão de França, capitão-mor da província e terciário Franciscano. Sua mãe era Isabel Leite de Barros, filha de fazendeiros de Pindamonhangaba. Tinham uma situação econômica privilegiada, e educaram seus onze filhos dentro da fé cristã, eram caridosos e cristãos exemplares.

    Quando tinha treze anos, Antônio foi enviado para estudar com os Jesuítas, ao lado do irmão José, que já estava no Seminário de Belém, na Bahia. Desse modo, na sua alma estava plantada a semente da vocação religiosa. Aos vinte e um anos, Antônio decidiu ingressar na Ordem Franciscana, no Rio de Janeiro. Sua educação no seminário tinha sido tão esmerada que, após um ano, recebeu as ordens sacerdotais, em 1762. Uma deferência especial do Papa, porque ele ainda não tinha completado a idade exigida.

    Em 1768, foi nomeado pregador e também confessor do Convento das Recolhidas de Santa Teresa, ouvindo e aconselhando. Entre suas penitentes estava Irmã Helena Maria do Sacramento, que relatou a Frei Galvão suas visões, nestas, Jesus lhe pedia que fundasse um novo Recolhimento para jovens religiosas. Frei Galvão acreditou e junto com ela fundou em fevereiro de 1774, o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência. No ano seguinte, Irmã Helena faleceu.

    Em 1811, a pedido do bispo de São Paulo, fundou o Recolhimento de Santa Clara, em Sorocaba. Lá permaneceu por onze meses, organizando a comunidade e dirigindo os trabalhos da construção da Casa. Nesse meio tempo, recebeu diversas nomeações, até a de guardião do Convento de São Francisco, em São Paulo.

    Com a saúde enfraquecida, recebeu autorização especial para residir no Recolhimento da Luz. Durante sua última enfermidade, frei Galvão morou num pequeno quarto e era ajudado pelas religiosas que lhe prestavam algum alívio e conforto. Faleceu aos oitenta e três anos de idade, com fama de santidade, em 23 de dezembro de 1822. Seu corpo repousa na igreja do Recolhimento da Luz, que ele mesmo construiu e é local de contínuas e fervorosas peregrinações.

    Frei Galvão foi beatificado pelo papa João Paulo II em 25 de outubro de 1998, e canonizado em 11 de maio de 2007 pelo papa Bento XVI, em São Paulo, Brasil.

    25/10 - Dia do Sapateiro e da Democracia

    25 de Outubro de 2014

    Dia do Sapateiro e da Democracia

    Dia do Sapateiro

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    Por volta do ano 280, os irmãos italianos Crispim e Crispiniano, que pertenciam à classe rica daquela época, se converteram ao Cristianismo. Foram perseguidos pelos governantes e tiveram que sair de Roma.

    Foram para Gália e lá se estabeleceram. Fizeram voto de pobreza, distribuíram suas riquezas e passaram a trabalhar como sapateiros, além de estar sempre envolvidos com atividades sociais.

    Por conta da perseguição, foram assassinados. Dizem que eles foram capturados, amarrados numa pedra e jogados no rio, mas que conseguiram sobreviver. Quando descobriram, eles foram presos novamente e em seguida decapitados. Foi então convencionado o dia 25 de outubro como o Dia do Sapateiro, homenageando-os.

    No Brasil, em Franca, São Paulo, que é o grande polo produtivo calçadista, existe uma capela dedicada a São Crispim, é a única cidade brasileira que os operários comemoram como feriado. É um dia de luta onde os operários fazem uma reflexão sobre a sua situação, mas também é um dia de lazer que reúne milhares de sapateiros.

    Os sapateiros perderam espaço nos últimos anos, por conta do setor de tênis. A industrialização de tênis no Brasil foi quase extinta por conta dos importados e atingiu muito o setor, onde muitos foram demitidos.

    Fonte: www.cut.org.br

    Dia da Democracia

    Democracia é um regime de governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos, esta é a forma mais usual.

    Uma frase famosa que caracteriza bem a democracia: "governo do povo, pelo povo e para o povo".

    Democracia opõe-se à ditadura e ao totalitarismo, onde o poder reside numa elite que se autoelege.

    Democracias podem ser divididas em diferentes tipos, e baseadas em um número de distinções. A distinção mais importante acontece entre democracia direta (algumas vezes chamada "democracia pura"), onde o povo expressa sua vontade por voto direto em cada assunto particular, e a democracia representativa (algumas vezes chamada "democracia indireta"), onde o povo expressa sua vontade através da eleição de representantes que tomam decisões em nome daqueles que os elegeram.

    Outros itens importantes na democracia incluem exatamente quem é "o povo", isto é, quem terá direito ao voto; como proteger os direitos de minorias contra os abusos da maioria e qual sistema deve ser usado para a eleição de representantes ou outros executivos.

    Fonte: ilhado.com.br

    24/10 - Lc 12,54-59

    24 de Outubro de 2014

    evandia

    Lucas 12,54-59

    Jesus dizia também às multidões: “Quando vedes uma nuvem vinda do ocidente, logo dizeis que vem chuva. E assim acontece. Quando sentis soprar o vento do Sul, logo dizeis que vai fazer calor. E assim acontece. Hipócritas! Sabeis avaliar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis avaliar o tempo presente? Por que não julgais por vós mesmos o que é justo? Quando, pois, estás indo com teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto ainda estás a caminho. Senão ele te levará ao juiz, o juiz te entregará ao oficial de justiça, e o oficial de justiça te jogará na prisão. Eu te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo”.

    Entendendo

    JESUS DENUNCIA OS QUE DOMINAM
    A NATUREZA, MAS IGNORAM OS SINAIS DE DEUS!

    Ao longo da história, a humanidade aprendeu a fazer leitura dos sinais da natureza, sobretudo, as manifestações que favoreciam a sua vida e sobrevivência: o sol, a lua, as estrelas, as estações...

    O desabafo de Jesus tem sentido. Ele diz que seus contemporâneos sabem quando vai chover ou fazer calor, mas se fazem de desentendidos quanto ao reconhecimento, no “hoje”, da salvação trazida por Ele. Não os poupa, e os chama de “hipócritas”.

    O Mestre apresenta o novo tempo como tempo de reconciliação, e mostra que é necessário ter iniciativa e empenho: “Quando estás indo com teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto ainda estás a caminho”.

    Atualizando

    SABEDORIA POPULAR –
    OS PROFETAS DA CHUVA NO NORDESTE!

    Diferente dos contemporâneos de Jesus que liam os sinais da natureza e recusavam os sinais de Deus, os “profetas da chuva” do Nordeste veem, nos sinais da natureza, a manifestação do Criador.

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    Profeta da Chuva observa a casa de joão-de-barro

    Já fiz a previsão na árvore do juazeiro. Se tivesse chuva agora para fevereiro, o fruto já estaria inchado. Na colmeia dos insetos que dão mel ainda tem muita palha, então eu sei que não vai ter seca. Em ano de seca eles fazem reserva de mel para aguentar o período de estiagem já em janeiro”, diz o profeta Erasmo Barreira.

    Fonte: g1.globo.com

    Os profetas da chuva são, em sua maioria, homens e mulheres da zona rural do Nordeste brasileiro que elaboram previsões de tempo e de clima, baseados em observações das mudanças do eco-sistema, da atmosfera, de posição e visibilidade de corpos celestes, dentre muitos outros métodos tradicionais de previsão.

    Alguns profetas se baseiam em sonhos, em rituais religiosos que se misturam com crenças indígenas ou outras formas de conhecimento. As previsões em geral são produzidas antes e durante a estação chuvosa, que ocorre em diferentes momentos para cada região do sertão semiárido.

    As observações na natureza, os conhecimentos práticos envolvidos nessas previsões e as práticas são, em geral, de natureza oral, e costumam ser transmitidas de geração a geração dentro do meio familiar, ainda que alguns dos profetas afirmem ter desenvolvido suas técnicas de previsão a partir de sua própria experiência com a natureza.

    A previsão do clima é atividade enraizada na cultura cearense e outros estados do Nordeste. Na cidade de Quixadá, região do sertão central do Ceará, ocorre desde 1997 o ‘Encontro Anual dos Profetas Populares do Sertão Central’. O evento acontece a cada segundo sábado de janeiro, data transformada em ‘Dia dos Profetas da Chuva’ pela Câmara de Vereadores do município.

    Em geral, o público alvo das previsões são comunidades de pequenos agricultores no sertão do Nordeste brasileiro. Esse fenômeno vem também atraindo, desde meados da década de 90, a atenção da mídia dos centros urbanos de todo Brasil.

    24/10 - Santo Antônio Maria Claret

    24 de Outubro 2014

    Santo Antônio Maria Claret

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    “Bispo, missionário, escritor e fundador da Ordem dos Claretianos”

    Antônio nasceu em dezembro de 1807, em Sallent (Província de Barcelona-Espanha). Seu pai era fabricante de tecidos e ele ajudou na fábrica, até os vinte e dois anos de idade, quando revolveu entrar para o seminário e seguir sua vocação.

    Em 1835, recebeu a ordenação sacerdotal e acrescentou o nome de Maria ao seu nome por ter verdadeira devoção a Nossa Senhora. Foi nomeado pároco de sua cidade natal. Quatro anos depois foi para Roma onde se apresentou para ser um missionário apostólico. Foram anos de trabalho árduo, totalmente dedicado ao ministério pastoral na Espanha, que muitos frutos trouxeram para a Igreja.

    Após conviver com a pobreza dos missionários, Antônio Maria juntamente com seus amigos padres fundaram a “Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria”, conhecidos como Padres Claretianos. Logo após fundar a congregação foi nomeado bispo de Santiago de Cuba, onde teve uma atuação brilhante na evangelização, arriscando a própria vida para defender os oprimidos.

    Em 1855, junto com madre Antônia Paris, fundou outra congregação religiosa, a das Irmãs de Ensino Maria Imaculada, ou Irmãs Claretianas.

    Voltou à Espanha mesmo contra sua vontade, para ser confessor da rainha Isabel, nesse período, sua obra escrita cresceu muito. Antônio Maria evangelizou milhares de almas através de missões populares e escritos, que chegaram a 144 obras.

    Faleceu co R Bm sessenta e três anos, no dia 24 de outubro de 1870, no Mosteiro de Fontfroide, França, deixando-nos uma importante e numerosa obra escrita. Foi beatificado em 1934, pelo papa Pio XI, e canonizado em 1950, por Pio XII.

    24/10 - Dia da ONU

    24 de Outubro de 2014

    Dia da ONU

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    O dia 24 de outubro é o Dia das Nações Unidas porque foi exatamente nessa data, no ano de 1945, que a Organização passou a existir oficialmente.

    Em 1945, quando o mundo comemorava o fim da II Guerra Mundial, foi realizada, em São Francisco (EUA), a Conferência das Nações Unidas sobre Organização Internacional, com a presença de 50 países, inclusive o Brasil. Desse encontro, resultou um documento chamado Carta das Nações Unidas, assinado pelos 50 países participantes, que se comprometiam a manter a paz, defender os direitos humanos e as liberdades fundamentais, além de promover o desenvolvimento dos países no mundo todo. Assim nasceu a Organização das Nações Unidas - ONU.

    Na verdade, ela veio substituir a Liga das Nações, que havia surgido no final da Primeira Guerra Mundial, com finalidade parecida.

    A Carta das Nações Unidas define como objetivos principais da ONU:

    1. Defesa dos direitos fundamentais do ser humano;

    2. Garantir a paz mundial, colocando-se contra qualquer tipo de conflito armado;

    3. Busca de mecanismos que promovam o progresso social das nações;

    4. Criação de condições que mantenham a justiça e o direito internacional.

    A paz e a segurança, portanto, são os objetivos principais em todas as suas iniciativas. Uma prova disso foi que, em 1988, as forças de manutenção de paz das Nações Unidas ganharam o Prêmio Nobel da Paz, pelo seu empenho em preservar a harmonia entre os povos.

    Fonte: www.ibge.com.br

    23/10 - Lc 12,49-53

    23 de Outubro de 2014

    evandia

    Lucas 12,49-53

    “Fogo eu vim lançar sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso! Um batismo eu devo receber, e como estou ansioso até que isto se cumpra! Pensais que eu vim trazer a paz à terra? Pelo contrário, eu vos digo, vim trazer a divisão. Pois daqui em diante, numa família de cinco pessoas, três ficarão divididas contra duas e duas contra três; ficarão divididos: pai contra filho e filho contra pai; mãe contra filha e filha contra mãe; sogra conta nora e nora contra sogra.”

    Entendendo

    JESUS ANUNCIA FOGO SOBRE A
    TERRA E DIVISÃO DAS FAMÍLIAS. COMO ENTENDER ISSO?

    O Evangelho de hoje, em princípio, parece-nos assustador. Temos a ligeira impressão que Jesus quer promover a violência ao dizer que veio lançar fogo sobre a terra, e dividir as famílias.

    Trata-se de uma linguagem simbólica. O fogo simboliza o Espírito Santo. Para entender melhor, vejamos a passagem em que João Batista afirma: “Eu vos batizo com água, mas depois de mim, vem aquele que é mais forte do que eu… Ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo” (3,16). Fogo é a explicação da ação do Espírito Santo: purificação e julgamento.

    Jesus não promove a guerra nem a discórdia entre as famílias. Só que a família não está acima dos valores de Deus. Nenhum laço afetivo familiar, por profundo que seja, pode ser obstáculo para seguir os valores de Jesus Cristo. Muitas famílias se dividem porque fazem opções diferentes. Alguns membros optam pelos valores de Deus, outros se desviam com as propostas do mundo. É aí que a divisão anunciada por Jesus acontece.

    Atualizando

    A PARÁBOLA CANTADA POR
    UM LOCUTOR DE RODEIOS DE BARRETOS

    Jesus contava parábolas para facilitar a compreensão do povo. Elas, tanto podiam ser baseadas em fatos reais, como podiam ser inventadas para ilustrar uma realidade e transmitir uma mensagem.

    O narrador de Rodeios de Barretos, em São Paulo, Marco Brasil, utilizando seu estilo dramático e chocante, criou uma música tendo como título “Bens Materiais”. Nela, a história de um pai que priorizou um bem e sacrificou seu próprio filho.

    Preste atenção minha gente no que eu tenho pra dizer
    Este é fato muito triste e que jamais vou esquecer:
    Existiu um cidadão ganancioso demais,
    Só pensava em poder e em bens materiais.

    Tinha uma esposa mal amada e um filho por nome Juninho,
    A quem pouco dava atenção e jamais dava carinho!
    O pai ignorava a família e só pensava no dinheiro
    Não tinha morada certa nem tão pouco paradeiro.

    Quantas vezes a mãe ao lado de seu filhinho
    Passavam Natal, aniversários e outros dias sozinhos.
    O filho às vezes chorava querendo o pai encontrar
    E a mãe sempre dizia querendo lhe consolar
    Seu pai está trabalhando pra mais conforto nos dar!

    O pai sempre viajando por este chão brasileiro
    Não media as consequências
    Pra ganhar o seu dinheiro.

    Certa vez um bom dinheiro ele conseguiu ganhar
    Comprou o carro importado que ele vivia a sonhar
    E depois de um bom tempo, com a família veio encontrar.

    Chegou em casa no seu carro dirigindo
    E para a sua família foi logo se exibindo
    Era um carro de luxo da cor azul do céu
    Que para todos ele mostrava, como se fosse um troféu.

    O filho com saudades, perto do pai chegava.
    mas ele não dava atenção, nem sequer pro filho olhava.
    O homem só falava do carro, até parecia um louco
    Depois de algum tempo, resolveu descansar um pouco.

    O pai foi dormir e o garoto ficou acordado
    Olhando pra aquele carro viu uma sujeira do lado.
    Na inocência de criança querendo o pai ajudar,
    Pegou um balde de água para o carro lavar
    Pegou uma bucha de aço e começou a esfregar.

    Depois com simplicidade foi correndo o pai acordar!
    O homem ao ver o carro todo arranhado
    Parecia um animal feroz e descontrolado
    E como um demente que não sabe o que faz
    Nas mãozinhas do menino começou a bater
    A mãe num quarto trancada não pode seu filho ajudar
    Vendo o pai com muito ódio o garoto castigar!

    O pai mostrando maldade impedia e não deixava
    Que a mãe buscasse socorro pro seu filho que ali chorava.
    Três dias se passaram de sofrimento sentido
    Até que o pai foi consertar o carro e o filho pode ser
    atendido.

    O médico deu a notícia tão triste de se escutar
    Mãe, a mãozinha de seu filhinho teremos que amputar!
    Em estado de choque a mãe foi internada
    E naquele mesmo dia a cirurgia do filho marcada.

    Passaram-se alguns dias e o pai foi avisado
    A notícia deixou o homem totalmente desesperado.
    Saiu correndo para o hospital onde o filho estava internado.
    Quando viu o seu filho, com a mão amputada, começou a chorar.

    O menino o abraçou e quis o pai consolar.
    Na inocência de criança para o pai começou a falar:
    "Papai eu nunca mais vou fazer você chorar,
    Pois eu já não tenho minha mãozinha para o seu carro arranhar!"

    O homem saiu correndo sem saber o que fazer
    Com tanta dor e remorso não queria mais viver.
    Não tinha mais solução, não tinha mais outro jeito.
    Pegou então uma arma e sem pensar
    atirou contra o próprio peito.

    Aquele tiro tirou a vida em poucos instantes
    De um homem egoísta, covarde e ignorante!
    Termino esta triste história e espero não ver outras iguais.
    E deixo aqui uma mensagem para filhos e pais:
    "Na vida há coisas mais importantes do que bens
    materiais!"

    Marco Brasil

    23/10 - São João de Capistrano

    23 de Outubro de 2014

    São João de Capistrano

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    Grande pregador da Palavra de Deus motivou um exército de cristãos”

    João nasceu no dia 24 de junho de 1386, na cidade de Capistrano, no reino de Nápoles, atual Itália. Era filho de um conde alemão e uma jovem italiana. Tornou-se um cidadão de grande influência em Perugia, cidade onde estudou Direito Civil e Canônico, tornando-se juiz. Lá se casou e foi governador da cidade, quando iniciava a revolta contra a dominação do rei de Nápoles. João foi preso por intrigas políticas e recebeu a noticia da morte de sua esposa que tinha trinta e nove anos de idade.

    Nessa ocasião tomou a decisão mais importante de sua vida. Abriu mão de todos os cargos, vendeu todos os bens e propriedades, pagou o resgate de sua liberdade e pediu ingresso num convento franciscano. Mas, também ali encontrou a desconfiança do seu propósito. O superior, antes de permitir que ele vestisse o hábito, o submeteu a muitas humilhações, para provar sua determinação. Aprovado, apenas um ano depois era considerado um dos mais respeitados religiosos do convento.

    Desde então, sua vida foi somente dedicada ao espírito. Durante trinta anos fez rigoroso jejum, duras penitências e se dedicou às orações. Trabalhou com energia, evangelizando na Itália, França, Alemanha, Áustria, Hungria, Polônia e Rússia. Tornou-se grande pregador e os registros mostram que, após sua pregação, muitos jovens decidiam entrar na Ordem de São Francisco de Assis. Foi conselheiro de quatro papas. Por três vezes foi nomeado para se tornar bispo, mas recusou, pois queria continuar como um simples pregador dos ensinamentos de Cristo.

    Em 1453, os turcos muçulmanos invadiram a Europa para acabar com o Cristianismo, João foi à Hungria e percorreu toda a nação pregando ao povo e entusiasmando-os a defender sua religião. Tiveram que combater um exército dez vezes maior. A guerra já estava quase perdida quando João começou a percorrer as fileiras de soldados animando todos a continuarem, pois lutavam por amor a Jesus Cristo, o grande Deus dos exércitos. Os soldados ficaram tão cheios de confiança e coragem que dominaram o campo de batalha, até a vitória final.

    Quando acabou a guerra João foi para o Convento de Villach, na Áustria, onde morreu três meses depois, no dia 23 de outubro de 1456, com setenta anos de idade.

    Foi canonizado em 1724 pelo papa Bento XIII. É considerado o padroeiro dos juízes.

    23/10 - Dia do Aviador

    23 de Outubro de 2014

    Dia do Aviador

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    Santos Dumont – Brasileiro que orgulha o país!

    No Dia do Aviador cultivamos a memória de uma das nossas mais valiosas figuras históricas - Alberto Santos Dumont, um brasileiro reconhecido e condecorado em vários países.

    Este gênio criativo nasceu em 20 de julho de 1873, em Palmira, hoje, Santos Dumont, em Minas Gerais.

    Ele viu pela primeira vez um balão aerostático numa feira, na cidade de São Paulo, em 1888. Ali mesmo sentiu a sensação de subir com um balão às alturas, que somente aos pássaros era possível.

    Depois da morte de seu pai, em 30 de agosto de 1892, mudou-se para Paris, na França. Correu atrás dos seus sonhos e conseguiu em 22 de março de 1898, sua primeira ascensão aerostática.

    Decidido a aperfeiçoar seus balões, fez em julho sua primeira ascensão livre com o balão de nome "Brasil", que mandou construir para seu uso pessoal. No mesmo ano, ainda em 18 de setembro, realizou a primeira experiência com o seu balão dirigível nº 01, sendo a primeira vez que um motor à explosão, adaptado a um veículo aéreo, funcionava no ar.

    Na primeira tentativa de decolagem, chocou-se contra as árvores, pois decolou a favor do vento. Dois dias depois, a 20 de setembro de 1898, decolou contra o vento e, para o espanto dos presentes, pela primeira vez na história da humanidade, um balão evolui no espaço, propulsionado por um motor a petróleo.

    Até o balão dirigível nº 14, houve uma infinidade de experiências que o deixaram famoso. A sua hélice e o motor serviram para as primeiras experiências com o aeroplano nº 14 Bis.

    Entre os dias 25 de julho e 23 de outubro de 1898, no Campo de Bagatelle, em Paris, voou perante a Comissão Fiscalizadora do Aeroclube da França, ganhando a taça ARCH-DEACON, por realizar o primeiro voo de aparelho mais pesado que o ar.

    Em 1902, o Príncipe de Mônaco se ofereceu para construir um hangar, caso Santos Dumont quisesse levar os seus dirigíveis para Monte Carlo, durante o inverno. Ele aceitou.

    Em 1909, resvalando pelas cercas e pelas copas das árvores na sua segunda Libélula, bateu um novo recorde, ao alcançar 95 quilômetros num percurso de oito quilômetros. Foi seu último triunfo.

    Voltando de navio para o Brasil, em 1928, ele presenciou um avião da Condor caindo no mar, matando seus tripulantes. Santos Dumont assistiu aos funerais e, depois, ficou deprimido por vários dias num quarto de hotel.

    Quando aconteceu o desastre do dirigível R.101, tentou se suicidar. Desde então, os parentes e amigos passaram a exercer estreita vigilância à sua volta.

    Um dos sobrinhos que sempre o acompanhava deixou-o sozinho por alguns momentos. Ao voltar, não mais o encontrou com vida.

    Santos Dumont morreu no dia 23 de julho de 1932, no Guarujá. Desistiu da vida com a mágoa de ver seu invento, criado para servir, sendo usado para destruir o homem nas guerras e revoluções.

    Fonte: www.velhosamigos.com.br

    22/10 - Lc 12,39-48

    22 de Outubro de 2014

    evandia

    Lucas 12,39-48

    “Ficai certos: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, não deixaria que fosse arrombada sua casa. Vós também ficai preparados! Pois na hora em que menos pensais, virá o Filho do Homem”. Então Pedro disse: “Senhor, é para nós ou para todos que contas esta parábola?” O Senhor respondeu: “Quem é o administrador fiel e atento, que o senhor encarregará de dar à criadagem a ração de trigo na hora certa? Feliz aquele servo que o senhor, ao chegar, encontrar agindo assim! Em verdade, vos digo: ele lhe confiará a administração de todos os seus bens. Ora, se um outro servo pensar: ‘Meu senhor está demorando’ e começar a bater nos criados e nas criadas, a comer, beber e embriagar-se, o senhor daquele servo chegará num dia inesperado e numa hora imprevista, ele o excluirá e lhe imporá a sorte dos infiéis. O servo que, conhecendo a vontade do senhor, nada preparou, nem agiu conforme a sua vontade, será chicoteado muitas vezes. O servo, porém, que não conhecendo essa vontade fez coisas que merecem castigo, será chicoteado poucas vezes. Portanto, todo aquele a quem muito foi dado, muito lhe será pedido; a quem muito foi confiado, dele será exigido muito mais!”

    Entendendo

    SER SIMPLES, DESAPEGADO DE
    BENS MATERIAIS E ATENTO À VIDA PRESENTE!

    No Evangelho de hoje, Jesus conta três parábolas para facilitar a compreensão de seus ouvintes. A primeira fala do ladrão que não avisa e aparece inesperadamente. A segunda cita um administrador fiel que está sempre pronto a prestar contas ao patrão. A terceira cita um administrador infiel que responderá pelos delitos que cometeu. Jesus faz um alerta: cada um responderá de acordo com o conhecimento que tem acerca da vontade do Senhor para si, ou seja - devemos ter atitudes que nos deixem sempre em paz com a nossa consciência!

    As parábolas seguem como conselhos do Mestre. O foco do aconselhamento de Jesus é que os discípulos sejam simples, desapegados de bens materiais, e que estejam atentos à vida, pois, a cada momento podem ser surpreendidos. É preciso estar preparado.

    Podemos também perceber nessas parábolas que Deus vem até nós, a cada momento e das mais diferentes maneiras. Os sinais, na maioria das vezes, não são captados por nós como sendo mensagens divinas.

    Atualizando

    DEUS SE SERVE DE UMA
    CRIANÇA PARA MUDAR O CORAÇÃO PAI!

    Após um ano de trabalho estafante, um empresário paulista resolveu fazer um passeio pelas praias do Nordeste. Após alguns dias em Recife, quis conhecer o sertão. O pai tinha a intenção de mostrar ao filho de onze anos o quanto ele era privilegiado por ter nascido em uma família rica, em comparação à miséria dos sertanejos nordestinos que ele apresentaria naquela viagem.

    Retornando do passeio e ansioso por saber de seu filho as impressões de tudo que tinha visto, ele ficou assustado com a resposta do menino...

    Eu vi que nós temos um cachorro em casa, eles têm quatro; nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim; nós temos uma varanda coberta e iluminada com luz, eles têm as estrelas e a lua; nosso quintal vai até o portão de entrada, eles têm uma floresta inteira.

    Quando o pequeno garoto estava acabando de responder, seu pai ficou ainda mais assustado, pois o filho acrescentou: Obrigado pai, por me mostrar o quanto nós somos pobres!”

    Fonte: e-se-tentarmos.blogspot.com.br

    Vivemos em uma sociedade consumista, fascinada pelas novas técnicas, mergulhada no “culto do ter” e, sem perceber, vamos enveredando no novo jeito de viver. Assim, aos poucos, estamos perdendo a identidade humanista cristã.

    Muitos não sabem ao que dar valor e, muitas vezes, os bens materiais vão tomando lugar dos valores mais importantes, como a família, os amigos e até mesmo as princípios de Deus. O alerta de Jesus é forte: “Onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”. É preciso dar valor ao que realmente importa, assim como o garoto que conseguiu ver um aspecto da vida que, até então, seu pai não tinha visto.

     

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