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    26/07 - Mt 13,16-17

    26 de Julho de 2014

    evandia

    Mateus 13,16-17

    “Felizes são vossos olhos, porque veem, e vossos ouvidos, porque ouvem! Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que estais vendo, e não viram; desejaram ouvir o que estais ouvindo, e não ouviram”.

    Entendendo

    “FELIZES OS VOSSOS OLHOS QUE
    VEEM, E VOSSOS OUVIDOS QUE OUVEM!”

    Jesus falava em parábolas. A parábola era uma historinha inventada por Jesus, geralmente das coisas corriqueiras do dia-a-dia para passar uma mensagem. Embora simples, exigia interpretação por parte dos ouvintes. Era necessário ser capaz de buscar seu sentido oculto.

    Na mensagem de hoje ele exalta os olhos e ouvidos que veem e ouvem. Ele se refere à felicidade reservada aos seus discípulos, porque souberam abrir os ouvidos para ouvir a mensagem, e abrir os olhos para ver os sinais que Ele estava realizando, através de curas, milagres e graças diversas.

    Por outro lado, se refere à multidão e autoridades do povo que continuam sem entender o projeto do Pai, porque seu coração, seus olhos e ouvidos continuam fechados.

    Atualizando

    A ARTE DE APRENDER A OUVIR

    No Evangelho de hoje, Jesus exalta os que tiveram a capacidade de exercitar com humildade e sabedoria, dois sentidos: o da escuta e da visão. Graças a essa virtude, muitos puderam interpretar os sinais de Deus na história.

    Trazendo para a nossa realidade contemporânea, aciono a área da comunicação e me sirvo de parte da reflexão do jornalista Jorge Cury Neto, quando reflete sobre o desafio que é a arte de aprender a ouvir:

    “Saber ouvir é perceber, entender, compreender, dar atenção, valorizar e respeitar o direito do outro de se expressar até as últimas consequências, mesmo sem, necessariamente, concordar com o que está sendo dito.

    Apesar de ser tão natural, a habilidade de ouvir é um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento humano.

    Já o escutar está relacionado com o contexto existencial da alma do ouvinte, vinculando fenômenos mentais, emocionais, da vontade, do temperamento, do humor, implica no ato de se colocar no lugar do outro, da empatia que vem a se ajustar ao estilo, ao momento psicológico, crenças e valores do interlocutor e, assim, conseguir melhor o entendimento.

    Ouvir não significa simplesmente acompanhar o que o falante está dizendo, mas aceitá-lo como ele é, entender os seus contextos e circunstâncias, com suas virtudes e defeitos, crenças e emoções, valores, conceitos e preconceitos.

    As pessoas às quais recorremos quando precisamos de ajuda são justamente aquelas que têm a disponibilidade para nos ouvir, sem julgamentos ou sem a cobrança de um papo interessante.

    É necessário que o ouvinte aprenda a esvaziar-se de si mesmo, das suas ideologias, do seu repertório existencial, das suas referências de vida, da sua visão de mundo, durante o momento sublime da audição”.

    Algumas sugestões para quem deseja ouvir outra pessoa e abrir as portas para o relacionamento saudável

    · Preste muita atenção em todos os detalhes de quem fala: o corpo, a tonalidade da voz, as variações nas entonações emitidas por ele. Aí está sendo revelado seu estado emocional.

    · Tenha paciência, saiba decifrar os momentos de silêncio e de pausa na fala.

    · Esforce-se para perceber a comunicação nas entrelinhas, possíveis medos, preconceitos e atitudes da pessoa.

    · Procure identificar os momentos de convergência com a pessoa, evitando entrar em discordância¸ respeite as opiniões dela, exercite a tolerância com as que pensam de forma diferente da sua, considerando como ela é e não como gostaria que ela fosse.

    · Busque ambientes em que a pessoa possa expressar suas ideias e opiniões de forma tranquila e segura.

    · Procure entender o que a pessoa quis falar. Caso não entenda, peça que repita, questione, faça perguntas, evite interpretações incorretas.

    · Faça perguntas abertas e que comecem com por quê? como? quando? onde? o quê? Evite perguntas fechadas, que levam a uma resposta simplista, sim ou não.

    · Procure refletir e organizar as ideias da pessoa com as palavras que ela mesma disse, mostrando que está entendendo e acompanhando o seu raciocínio.

    As orientações acima são para todas as pessoas. Mas, citando a minha experiência sacerdotal, nós, padres, necessitamos da capacidade de saber ouvir cada pessoa que nos procura, seja para um aconselhamento que pode nortear decisões importantes em sua vida, ou até mesmo no atendimento de uma confissão. Aí, a boa audição faz acontecer o milagre da comunicação saudável.

    26/07 - Santa Ana e São Joaquim

    26 de Julho de 2014

    Santa Ana e São Joaquim

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    “Os avós de Jesus Cristo”

    É com alegria que hoje celebramos a memória dos pais de Nossa Senhora, e avós de Jesus.

    Ana e Joaquim já estavam com idade avançada e ainda não tinham filhos. E naquela época, era uma vergonha um casal ser considerado estéril.

    Eles eram fiéis a Deus, e não cansavam de rezar pedindo a graça de ter um filho. Até que um dia, Deus atendeu suas orações e Ana engravidou de Maria. Maria em hebraico significa “graça”.

    A oração, a paciência e a fé em Deus de Ana e Joaquim deu-lhes a graça de ter como filha aquela que seria a mãe de Jesus Cristo.

    Eles moravam em Jerusalém quando Maria nasceu, no dia 8 de setembro do ano 20 a.C. Quando ela estava com três anos de idade, eles a apresentaram no Templo de Jerusalém.

    A devoção a Santa Ana e São Joaquim é muito antiga, mas somente em 1913, a Igreja determinou que os avós de Jesus Cristo fossem celebrados juntos, no dia 26 de julho.

    26/07 - Dia dos Avós

    26 de Julho de 2014

    Dia dos Avós

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    Os avós merecem consideração e respeito, pois já viveram muito. Eles possuem grande experiência de vida e podem transmitir muitos ensinamentos a todos na família. Por isso, ganharam uma data especial, para que fossem homenageados.

    A criação desta data foi em homenagem aos avós de Jesus Cristo, Joaquim e Ana, cujas pequenas informações aparecem no evangelho apócrifo de Tiago. Registros históricos mencionam que em 1889, na cidade de Jerusalém, foram encontrados os túmulos onde Joaquim e Ana foram enterrados.

    No dia dos avós podemos fazer várias programações que além de distraí-los, pode se tornar diversão para toda a família: fazer um passeio num parque, assistir a um filme do gosto deles, fazer uma reunião de família onde todos possam expressar seu amor e carinho pelos mesmos, etc.

    Além disso, oferecer lembrancinhas e presentes para agradá-los também é uma forma de mostrar que são amados e que recebem consideração. Os objetos a serem oferecidos devem estar de acordo com as idades e os interesses dos avós.

    Os idosos também gostam muito de ser ouvidos. Quando encontram pessoas que lhes dão atenção, gostam de relembrar os tempos passados da época em que eram jovens e gostam de contar casos engraçados e interessantes.

    Hoje em dia existem leis que favorecem os idosos, isso é questão de respeito com os mesmos e devemos acatá-las. Assim, os idosos têm o direito de entrar na frente das filas, não pagam passagens de ônibus, possuem vagas especiais em estacionamentos, dentre outros. É muito justo que isso aconteça, pois seu corpo já não é mais capaz de suportar o cansaço que os mais jovens conseguem.

    Fonte: www.brasilescola.com

    25/07 - Mt 20,20-28

    25 de Julho de 2014

    evandia

    Mateus 20,20-28

    A mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com seus filhos e prostrou-se para lhe fazer um pedido. Ele perguntou: “Que queres?” Ela respondeu: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”. Jesus disse: “Não sabeis o que estais pedindo. Podeis beber o cálice que eu vou beber?” Eles responderam: “Podemos”. “Sim”, declarou Jesus, “do meu cálice bebereis, mas o sentar-se à minha direita e à minha esquerda não depende de mim. É para aqueles a quem meu Pai o preparou”. Quando os outros dez ouviram isso, ficaram zangados com os dois irmãos. Jesus, porém, chamou-os e disse: “Sabeis que os chefes das nações as dominam e os grandes fazem sentir seu poder. Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser ser o maior entre vós seja aquele que vos serve, e quem quiser ser o primeiro entre vós, seja vosso escravo. Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos”.

    Entendendo

    O “PODER” SOBE À CABEÇA DOS DISCÍPULOS

    Mesmo trazendo aos apóstolos a lembrança do que Ele iria sofrer, eles só pensam em vantagens e cargos. Ainda não haviam compreendido que o novo Reino trazia uma proposta diferente da que estavam acostumados com os esquemas humanos e dominadores dos reinos da terra.

    Os discípulos deram trabalho para entender que eram chamados a participar de um novo projeto, como protagonistas. Porém, não como privilégio para alcançar benefícios pessoais, mas como meio de ser fiel à sua condição de discípulo.

    Vemos também, nesta cena, a manifestação de uma mãe egoísta que influencia negativamente na vida de dois filhos. Os dois discípulos, mesmo sendo formados por Jesus, não aderem à sua formação, mas a educação de berço que foram conduzidos.

    A expressão “beber o cálice” simboliza o sofrimento. Essa mesma expressão Jesus utiliza no episódio do Getsêmani quando estava no auge de sua agonia: "Meu Pai, se não for possível afastar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade" (Mt 26,42).

    Atualizando

    A IGREJA NÃO PODE SE
    DEIXAR CONTAMINAR PELA DISPUTA DE PODER!

    O Evangelho de hoje traz a busca de privilégios de dois irmãos, Tiago e João, motivados pela própria mãe. Eles fazem uma proposta indecente a Jesus: serem os primeiros na hierarquia do grupo. Claro que Jesus não iria aceitar. Repreendendo os dois, o Mestre cita como exemplo negativo as autoridades de sua época que dominam e oprimem, e pede que eles não façam o mesmo.

    A Igreja é continuidade desse grupo de Jesus. Ainda que seus ministros recebam boa preparação, baseada nos princípios deixados por Jesus e na concepção do poder como serviço, a vaidade humana sempre extrapola em alguns que buscam a Igreja para fazer carreira e ser destacado. A vaidade pode chegar a tal ponto que o ministro ordenado, no pico da vaidade, pode chamar mais atenção do que o próprio Jesus.

    Sou padre e não falo apenas dos outros, mas a partir de mim mesmo e dos desejos ambiciosos, tentações e propostas que chegam a nós que estamos à frente da comunidade. Lidamos com pessoas diversas, e algumas delas influentes na sociedade, e que nem sempre estão imbuídas ou conscientes dos valores éticos cristãos. É necessário que sejamos acolhedores, mas tenhamos personalidade para não negociar os valores de Deus.

    O perigo de cair na tentação de Tiago e João aumenta quando o padre se lança nas atividades pastorais e se afasta da vida de oração. O padre italiano, Diego Broccolo, pregador de retiros e experiente na formação do clero, manifestou sua preocupação com a falta de oração de alguns padres:

    "Somos forçados a admitir honestamente que existem sacerdotes que não rezam nem mesmo quando estão presidindo a Eucaristia. A Igreja sente-se extremamente empobrecida com alguns padres que não são homens de oração”.

    Ele constata que a causa desse abandono da oração é devido à confusão causada pela ideia de que “a vida é a oração, o trabalho é a oração e a caridade é a melhor oração”.

    Ele conclui afirmando que, “quando o sacerdote é humilde, e vê que o coração está seco, ele retorna às fontes, após ter experimentado a secura angustiante do deserto. Quantas vezes o sacerdote retorna à oração que ele deixou depois de ter sofrido na própria carne os danos do empobrecimento!”

    25/07 - São Tiago Apóstolo

    25 de Julho de 2014

    São Tiago Apóstolo

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    “Foi o primeiro apóstolo a morrer pelo Evangelho”

    Encontramos a história de São Tiago, no Novo Testamento. Tiago nasceu em Betsaida, era filho de Zebedeu e Salomé e irmão de João. Eram simples pescadores, quando Jesus convidou os dois irmãos para segui-lO (Mt 4.21-22 e Lc 5,10).

    Tiago, João e Pedro foram os apóstolos mais próximos de Jesus, estavam presentes na Transfiguração, na agonia no Horto das Oliveiras, na cura da sogra de Pedro, na ressurreição da filha de Jairo, entre outras passagens da Bíblia.

    Jesus também chamava Tiago e João de “Filhos do trovão”  (Mc 3,17). São Tiago é chamado de "maior" por causa do apóstolo homônimo, Tiago, filho de Alfeu, conhecido como "menor".

    Segundo a Tradição, após a vinda do Espírito Santo em Pentecostes, Tiago saiu evangelizando, levando a Boa Nova, e teria ido à Espanha onde a partir do século IX, teve início a devoção a São Tiago de Compostela.

    Sua morte está narrada em Atos dos Apóstolos, ele foi o primeiro dentre os doze apóstolos a derramar o próprio sangue por causa Evangelho. “Por aquele mesmo tempo, o rei Herodes mandou prender alguns membros da Igreja para maltratá-los. Assim foi que matou a espada Tiago, irmão de João” (At 12,1-2). Era por volta do ano 44, em Jerusalém.

    Suas relíquias estão depositadas no santuário de Santiago de Compostela, na Espanha. É um dos santuários mais procurados pelos peregrinos do mundo inteiro, que fazem o trajeto a pé.

    25/07 - Dia do Motorista, do Escritor e do Colono

    25 de Julho de 2014

    Dia do Motorista, do Escritor e do Colono

    Motorista

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    No dia 25 de julho é comemorado o Dia do Motorista, por ser a data dedicada a São Cristóvão, santo padroeiro dos motoristas. O dia foi oficializado no país em 21 de outubro de 1968.

    São Cristóvão é protetor não só dos motoristas, mas também dos viajantes. Ele viveu na Síria e sofreu o martírio no século III. Seu nome, "Cristóvão", significa "aquele que carrega Cristo" ou "portador de Cristo".

    As comemorações em torno do Dia do Motorista são realizadas anualmente e ficam a cargo dos órgãos de trânsito de todo o país. São realizadas campanhas educativas que alertam motoristas e cidadãos sobre como um comportamento responsável e o respeito às normas de trânsito podem fazer a diferença.

    Oração do Motorista

    "Dai-me Senhor, firmeza e vigilância no volante, para que eu chegue ao meu destino sem acidentes. Protegei os que viajam comigo. Ajudai-me a respeitar a todos e a dirigir com prudência. E que eu descubra vossa presença na natureza e em tudo o que me rodeia. Amém".

    Fonte: www.portoweb.com.br

    Escritor

    No dia 25 de julho de 1960, após a realização do primeiro Festival do Escritor Brasileiro, promovido pela União Brasileira de Escritores – tendo João Peregrino Júnior na presidência, e Jorge Amado, como vice-presidente - foi criado o Dia do Escritor. Uma justa homenagem a todos aqueles que receberam o dom de transcrever em palavras, relatos, histórias, fantasias, sentimentos e vivências.

    Um escritor pode nos fazer chorar, rir, ter medo. Um escritor pode nos fazer repensar e mudar de ideia. Um escritor nos leva a viver ou partilhar emoções e experiências, conhecendo lugares e costumes, sem que precisemos sair de casa ou do conforto da cabeceira. Fundamentalmente um bom escritor nos deixa profundamente triste quando a história termina.

    Fonte: www.portoalegre.rs.gov.br

    Colono

    Colono era o trabalhador rural estrangeiro que veio para o Brasil logo após o fim da escravidão, no fim do século XIX e início do século XX, para substituir os escravos nas lavouras, em especial as de café.

    Eles trabalhavam em regime de colonato, ou seja, moravam em casas dentro da fazenda, trabalhavam nas lavouras e recebiam em troca uma parte da colheita ou então podiam cultivar para seu próprio sustento em certas partes de terra.

    Eram trabalhadores livres e chegavam ao Brasil com o sonho de, com seu trabalho, comprar terras no país. Sonho este impensável na Europa de então. Mas as condições de contrato eram regulamentadas por lei e sempre beneficiavam mais os fazendeiros, que os trabalhadores. Assim, os colonos jamais liquidavam suas dívidas e continuavam dependendo do fazendeiro. Mesmo assim, muitos colonos conquistaram sua independência e até se tornaram grandes fazendeiros no país.

    Hoje, no Sul do país, onde a imigração foi mais forte, a palavra ainda é usada para os trabalhadores rurais que tiram da terra seu sustento e para os descendentes dos antigos colonos. Existem as feiras dos colonos, onde eles vendem de frutas e verduras a doces e artesanato.

    Fonte: Soleis

    24/07 - Mt 13,10-17

    24 de Julho de 2014

    evandia

    Mateus 13,10-17

    Os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: “Por que lhes falas em parábolas?” Ele respondeu: “Porque a vós foi dado conhecer os mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não. Pois a quem tem será dado ainda mais, e terá em abundância; mas a quem não tem será tirado até o que tem. Por isto eu lhes falo em parábolas: porque olhando não enxergam e ouvindo não escutam, nem entendem. Deste modo se cumpre neles a profecia de Isaías: ‘Por mais que escuteis, não entendereis, por mais que olheis, nada vereis. Pois o coração deste povo se endureceu, e eles ouviram com o ouvido indisposto. Fecharam os seus olhos, para não verem com os olhos, para não ouvirem com os ouvidos, nem entenderem com o coração, nem se converterem para que eu os pudesse curar’. Felizes são vossos olhos, porque veem, e vossos ouvidos, porque ouvem! Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que estais vendo, e não viram; desejaram ouvir o que estais ouvindo, e não ouviram.

    Entendendo

    JESUS ENSINA UTILIZANDO PARÁBOLAS!

    Parábola é uma história humana com um significado divino. Jesus frequentemente usava parábolas como um meio de ilustrar profundas verdades. Histórias assim são facilmente lembradas, os personagens são fortes e o simbolismo rico em significado.

    As parábolas eram uma forma de ensino muito comum no Judaísmo. Antes de um determinado ponto no Seu ministério. No conteúdo das parábolas ele utilizava coisas comuns da compreensão do povo: sal, pão, uva, peixes, ovelhas..., e seu significado era bastante claro no contexto de seu ensino.

    A questão é a seguinte: por que Jesus deixaria a maioria das pessoas se perguntando sobre o significado de Suas parábolas? Porque ele sentia o coração do povo insensível e autossuficiente, dominado pela má vontade de O verem e escutarem. Falando assim Ele mostrava que as pessoas simples captavam as coisas de Deus, enquanto os considerados grandes e entendidos eram bloqueados.

    Atualizando

    A SABEDORIA DO HOMEM COMUM

    Os ignorantes e o homem comum não têm problemas. Para eles na Natureza tudo está como deve estar. Eles compreendem as coisas pela simples razão delas existirem. E, na realidade, não dão eles provas de mais razão do que todos os sonhadores, que chegam a duvidar do seu próprio pensamento? Morre um dos seus amigos, e como julgam saber o que é a morte à dor que sentem por o perderem não acrescentam a cruel ansiedade que resulta da impossibilidade de aceitar um acontecimento tão natural...

    Estava vivo, e agora encontra-se morto; falava-me, o seu espírito prestava atenção ao que eu lhe dizia, mas hoje já nada disso existe: resta apenas aquele túmulo - mas repousa ele nesse túmulo, tão frio como a própria sepultura? Erra a sua alma em redor desse monumento? Quando eu penso nele é a sua alma que vem assolar a minha memória? O hábito traz-nos de novo, contudo, ao nível do homem comum.

    Quando o seu rasto se tiver apagado - não há dúvidas de que ele morreu! - então a coisa deixará de nos incomodar. Os sábios e os pensadores parecem portanto menos avançados que o homem comum, já que eles próprios não têm a certeza, em relação a si mesmos, do que pretendem provar... Sou um homem.

    Mas o que é um Eu?, e um homem? Eles passam metade da sua vida a analisar, uma a uma, as mais pequenas coisas, a verificar tudo o que já se sabe; e a outra metade, passam-na a colocar os fundamentos de um edifício que nunca chega a levantar-se...

    Eugène Delacroix
    Pintor francês

    24/07 - Santa Cristina

    24 de Julho de 2014

    Santa Cristina

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    “Adolescente de doze anos que teve a morte encomendada pelo próprio pai”

    Cristina nasceu no ano 288 na Toscana, Itália, perto do lago de Bolsena. Era filha de Urbano, um oficial pagão do exército romano, um homem duro e sem piedade.

    Através de uma escrava cristã, Cristina conheceu o cristianismo e foi preparada para receber o batismo. Ao saber da conversão de Cristina, Urbano ficou enfurecido e tentou de todas as formas fazer a filha mudar de ideia, como não conseguiu começou a castigá-la duramente.

    Amarrou a filha e mandou chicoteá-la, depois a prendeu num cárcere. Como nada adiantava, entregou-a aos juízes. De forma mais cruel ainda, continuaram as torturas.

    Foi amarrada e lançada ao fogo, mas ela não se queimou. Depois amarraram uma pedra no pescoço e jogaram-na no lago, mas segundo os relatos, a pedra não afundou e ela não se afogou.

    Seu pai acabou morrendo de forma imprevisível, mas Cristina continuou viva. Os juízes mandaram colocá-la entre cobras venenosas, mas nenhuma a feriu. Depois de cortar sua língua, mandaram matá-la a flechadas, o que a fez ir para a glória eterna, no ano 300, quando tinha somente doze anos de idade.

    Escavações arqueológicas comprovam que Santa Cristina já era venerada em Bosena, desde o século IV.

    24/07 - Dia da Iluminação Pública no Brasil

    24 de Julho de 2014

    Dia da Iluminação Pública no Brasil

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    Antes e após a chegada dos portugueses ao Brasil, em 1500, os indígenas (povoadores) utilizavam a luz do fogo (fogueiras) e a claridade da Lua como forma de iluminar suas noites. Não há registro de outra forma de iluminação usada na época.

    Os portugueses trouxeram consigo as formas de iluminação utilizadas na Europa, como a lamparina à base de óleos vegetais ou animal. O óleo de oliva era um dos mais utilizados, mas era fabricado somente na Europa, por isso tinha altos custos, somente a elite nobre o utilizava.

    Com o alto custo do óleo de oliva, rapidamente ele foi substituído por outros óleos fabricados no Brasil, como o óleo de coco e de mamona (principalmente). Posteriormente, foram produzidos os óleos derivados de gordura animal (principalmente peixes) e fabricadas velas feitas de gorduras e de cera de abelha (produtos que não eram utilizados nas residências da população pobre), em razão do alto preço.

    Até o século XVIII, não existia iluminação pública – nos momentos de festas e comemorações, a população iluminava as faixadas das casas com as velas feitas de sebo e gordura. No século XIX, algumas cidades brasileiras passaram a ser iluminadas com lâmpadas de óleo de baleia.

    A iluminação pública é essencial à qualidade de vida nos centros urbanos, atuando como instrumento de cidadania, permitindo aos habitantes desfrutar, plenamente, do espaço público no período noturno.

    Além de estar diretamente ligada à segurança pública no tráfego, a iluminação pública previne a criminalidade, embeleza as áreas urbanas, destaca e valoriza monumentos, prédios e paisagens, facilita a hierarquia viária, orienta percursos e aproveita melhor as áreas de lazer.

    A melhoria da qualidade dos sistemas de iluminação pública traduz-se em melhor imagem da cidade, favorecendo o turismo, o comércio, e o lazer noturno, ampliando a cultura do uso eficiente e racional da energia elétrica, contribuindo, assim, para o desenvolvimento social e econômico da população.

    Fontes: www.eletrobras.com e www.escolakids.com

    23/07 - Mt 13,1-9

    23 de Julho de 2014

    evandia

    Mateus 13,1-9

    Naquele dia, Jesus saiu de casa e sentou-se à beira-mar. Uma grande multidão ajuntou-se em seu redor. Por isso, ele entrou num barco e sentou-se ali, enquanto a multidão ficava de pé, na praia. Ele falou-lhes muitas coisas em parábolas, dizendo: “O semeador saiu para semear. Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. Outras caíram em terreno cheio de pedras, onde não havia muita terra. Logo brotaram, porque a terra não era profunda. Mas, quando o sol saiu, ficaram queimadas e, como não tinham raiz, secaram. Outras caíram no meio dos espinhos, eles cresceram e sufocaram as sementes. Outras caíram em terra boa e produziram fruto: umas cem, outras sessenta, outras trinta. Quem tem ouvidos, ouça!”

    Entendendo

    A PACIÊNCIA E PERSEVERANÇA DO SEMEADOR

    Jesus não ilude os discípulos. Ele os conscientiza das dificuldades que terão ao anunciar o Seu projeto de vida. Em outro momento, diz que os envia como cordeiros para o meio de lobos. Hoje, Jesus fala da perda de muitas sementes lançadas. Era preciso ser realista. O sucesso, sem dúvida, viria, mas era necessário encarar as perdas e fracassos.

    O semeador, segundo o costume da época, lançava a semente ao deus-dará. Umas caíam à beira do caminho, outras, em terra cheia de pedra, outras, no meio de espinhos, e a condição precária do terreno impedia que a semente desse fruto.

    Ele constata que só uma pequena parte da semente era capaz de produzir. E, mesmo assim, era possível colher cem, sessenta e trinta por um. Nem por isso o semeador deixava de semear. Embora soubesse que boa parte da semente haveria de se perder, valeria a pena continuar semeando. A perseverança era fundamental. Nada de desânimo ou pessimismo.

    O discípulo do Reino, como o semeador, não pode deixar de semear a semente da Palavra de Deus, mesmo sabendo que seu trabalho não irá render cem por cento. Ele deve contar com a perda inevitável e se contentar com o que for produzido de bom, embora seja pouco.

    Atualizando

    BOA PARTE DO NOSSO TRABALHO
    NÃO CHEGARÁ AO RESULTADO DESEJADO!

    No Evangelho de hoje, Jesus conscientiza os discípulos de que muitas sementes lançadas vão se perder. Trazendo para nossa vida prática, nos mostra que nem sempre nosso trabalho e nossas boas intenções darão resultado.

    Tomo como exemplo nossa própria família. Somos filhos do mesmo pai e da mesma mãe, recebemos a mesma educação de princípios e valores, e alguns não honram a educação recebida e se desviam por caminhos jamais desejados. Quantas vezes encontramos pais se perguntando “onde erramos na educação dos nossos filhos?”

    Costumo dizer a esses pais, que a afirmação do profeta Isaías “assim como a chuva que cai na terra não retorna sem deixar um sinal” (Is 55,10) irá acontecer com os seus filhos. Tudo que os filhos viveram e ouviram no momento de sua formação está guardado, e o próprio Deus irá garantir, na hora certa, que em suas consciências sejam lembrados estes valores transmitidos na formação. No entanto, é só deles a decisão em continuar no erro ou retornar ao bom caminho. Quanto ao esforço dos pais, esse será acolhido por Deus, ainda que esses filhos não retornem ao bom caminho.

    Refletindo agora em outra dimensão. Na vida pessoal, muitas fraquezas e pecados que temos, passamos a vida inteira tentando nos livrar deles e podemos morrer sem conseguir nos libertar. Mas, só pelo esforço de querer fazer melhor ou nos libertar de tal fraqueza, Deus irá nos conceder a graça da salvação.

    Portanto, seremos salvos não só pelo resultado dos nossos atos, mas também pelo desejo, pela nossa luta em querer crescer, em querer aperfeiçoar nosso comportamento, nossas atitudes; em buscar, após cada queda, o perdão de Deus, reconhecendo que erramos e tendo a capacidade de pedir perdão..., ainda que voltemos a cometer o mesmo ato.

    Daí podermos afirmar que a salvação é muito mais pela bondade de Deus do que pelo nosso merecimento.

     

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