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    22/09 - Lc 8,16-18

    22 de Setembro de 2014

    evandia

    Lucas 8,16-18

    “Ninguém acende uma lâmpada para escondê-la debaixo de uma vasilha ou colocá-la debaixo da cama; ela é posta no candelabro, a fim de que os que entram, vejam a claridade. Ora, nada há de escondido que não venha a ser descoberto. Nada há de secreto que não venha a ser conhecido e se torna público. Olhai, portanto, à maneira como ouvis! Pois a quem tem, será dado, e a quem não tem, até aquilo que julga ter, lhe será tirado!”

    Entendendo

    A LÂMPADA É ACESA PARA
    FICAR EM LUGAR DE DESTAQUE!

    Na Bíblia o livro dos Salmos é dedicado à oração, e foi escrito antes da chegada de Jesus. No número 119, ao se referir aos ensinamentos antigos sobre os ensinamentos sagrados, diz: “Tua palavra é lâmpada para os meus pés, e luz para o meu caminho”.

    Portanto, a luz já é vista bem antes de Jesus simbolizando Deus clareando a humanidade, através de sua Palavra. Ao anunciar a chegada do Messias (Jesus), os profetas divulgavam que o mundo iria receber uma luz para iluminar as trevas.

    No Evangelho de hoje, o próprio Jesus atualiza o sentido da luz como aquela que, uma vez colocada em local de destaque, é capaz de clarear tudo e nada deixar escondido. Ou seja, Ele sendo a referência maior de Deus veio para iluminar os caminhos e brilhar sobre a vida de todos que nele creem. Para isso, assim como a lâmpada, ele deve ser colocado como destaque das nossas vidas.

    Atualizando

    GENTE NASCEU PRA BRILHAR!”

    Certamente, Caetano Veloso quando compôs “Gente”, da qual me sirvo para dar título a este comentário – Gente nasceu pra brilhar – teve como fonte de inspiração Jesus Cristo ao falar da “luz”.

    Deus criou a pessoa humana para ser luz, contagiar, ser feliz, fazer a felicidade dos outros e sentir prazer do que ela é capaz de realizar.

    Habilitou-nos para a vida criando em nós talentos que vamos morrer sem conhecê-los completamente. Muitos são acomodados, não lutam, não acreditam em si mesmos e não vão adiante; outros lutam, mas não encontram oportunidades para desenvolver seus talentos e brilhar.

    Diante do mundo competitivo que vivemos, nem todos têm a oportunidade de fazer o que se identificam e têm potencial; mas, mesmo assim, quantos trabalham profissionalmente e, nas horas vagas, realizam algo que é dom de sua natureza! É preciso dar cordas para o nosso talento, ousar fazer o que gostamos e nos identificamos, ainda que seja por hobby.

    Nossos talentos são diversos e não estão enquadrados apenas na área profissional, mas em várias áreas das relações humanas. Na carta de Paulo aos romanos ele relaciona alguns dons que podem ser utilizados em situações diversas:

    Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diferentes de atividades, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito, em vista do bem de todos. A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de conhecimento segundo o mesmo Espírito. A outro é dada a fé, pelo mesmo Espírito. A outro são dados dons de cura, pelo mesmo Espírito. A outro, o dom de fazer milagres. A outro, a profecia. A outro, o discernimento dos espíritos. A outro, a diversidade de línguas. A outro, o dom de interpretá-las. Todas essas coisas as realizam, um e o mesmo Espírito, que as distribui, a cada um conforme quer” (1ª. Cor 12,4-11).

    Muitos utilizam seus dons na vida profissional e se tornam grandes profissionais. Há os que compreendem que receberam talentos diferentes e os utilizam, não como profissão mas como missão, se lançando a um voluntariado ou à vida religiosa consagrada para servir de forma mais radical a Deus.

    Quantos e quantos médicos, agentes de saúde, advogados, assistentes sociais, dentistas e até pessoas de profissões mais simples, que além de trabalhar em seus expedientes, encontram tempo para fazer um serviço voluntário em benefício de outros ou de comunidades carentes!

    Há outros que se aposentam e continuam, só que agora servindo gratuitamente como voluntários de uma instituição. Estas são atitudes nobres de quem não é egoísta e sabe abstrair a caridade como a maior das virtudes.

    Portanto, não esconda o seu dom, não tenha vergonha de buscar seu espaço e valorizar seu talento. Nunca é tarde para exercitar o natural que está dentro de nós. Ele é divino e, se é divino, não está somente sob nosso comando. Mas é necessário que a iniciativa seja nossa, pois Deus não invade, Ele oferece e respeita nossa liberdade.

    22/09 - São Maurício e Companheiros Mártires

    22 de Setembro de 2014

    São Maurício e Companheiros Mártires

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    Homens de coragem que morreram em campo de batalha defendendo a fé em Cristo”

    Maurício era o comandante do batalhão de soldados cristãos chamados: Legião de Soldados Cristãos da Tebaida. Na época, por volta do ano de 286, o imperador era Diocleciano, que nomeou Maximiano Hercúleo governador do Ocidente, para entrar em combate com os gálios (franceses) e vingar a morte de Carino, seu filho.

    Maximiano não gostava dos cristãos. Depois de longas batalhas deu uns dias de descanso aos soldados e mandou que todos prestassem culto aos deuses pagãos, para agradecer as vitórias sobre os inimigos. Os soldados cristãos da Tebaida se recusaram a participar das homenagens e se retiraram do local. Maximiano ficou furioso e mandou que o restante do exército combatesse contra eles.

    Pelo amor que tinham a Jesus Cristo, o comandante Maurício e todos os seus soldados cristãos, foram massacrados no campo de batalha pelos soldados pagãos. Naquele lugar e naquela época, foi erguida uma igreja em honra e culto a esses santos mártires do cristianismo, ela foi encontrada somente por volta do ano 1893.

    Atualmente, a maioria das relíquias dos corpos dos soldados cristãos da Tebaida, é venerada no Convento de São Maurício de Agaunum, na região do Valese, atual Suíça. Pelo calendário oficial da Igreja de Roma comemoramos a coragem desses santos homens, no dia 22 de setembro.

    22/09 - Dia do Contador e do Técnico Agropecuário

    22 de Setembro de 2014

    Dia do Contador e do Técnico Agropecuário

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    Contador

    A contabilidade é uma ciência antiga, pois já na época dos homens das cavernas existem relatos históricos da utilização de desenhos que representam controle patrimonial. O exercício da profissão exigia rígidos controles, os quais se refletiam na formulação de documentários contábeis.

    No dia 21 de setembro comemoramos o dia de São Mateus, que é o Padroeiro dos Contabilistas, e no dia 22 de setembro comemoramos o dia do Contador, por ser a data que marca a criação do Curso de Ciências Contábeis no Brasil, no ano de 1945.

    Inicialmente, os lançamentos contábeis eram realizados de forma empírica, ou seja, seu conhecimento desenvolveu-se através da experiência adquirida com a prática.

    Entre os anos 1450 – 1510, o monge franciscano Lucas Pacioli, matemático e professor, desenvolveu o método das partidas dobradas, que foi um marco para o desenvolvimento da contabilidade.

    Até a primeira metade da década de 70 os praticantes desse ofício técnico também eram conhecidos no Brasil como guarda-livros, mas como passar do tempo, os profissionais de contabilidade passaram a receber o nome de contadores e a expressão de guarda-livros caiu completamente em desuso.

    Os formados em cursos de nível superior em Ciências Contábeis recebem o diploma de Bacharel em Ciências Contábeis e o exercício da profissão pede conhecimentos aprofundados de planejamento, coordenação, controle, análise e interpretação das informações econômico-financeiras e patrimoniais.

    Fonte: www.portalcdr.com.br

    Técnico Agropecuário

    Em 1812, foi criado o primeiro Curso de Agricultura no Brasil (na Bahia). Inicialmente no Jardim Botânico tendo o professor Domingos Borges de Barros ministrado os estudos de botânica e agricultura no Curso de Filosofia.

    Em 1877, cria-se a primeira divisão de níveis educacionais, elementar (operários e regentes) superior (veterinários, agrônomos e engenheiros).

    Em 1890, vem a primeira grande reforma no ensino, promovida por Benjamin Constant.

    Em 1909, o governo de Nilo Peçanha através do Decreto nº 7.566, de 23 de setembro de 1909 criou a rede nacional de formação de profissionais de nível técnico no Brasil.

    Hoje, temos a Lei nº 11.940, de 2009, onde estabelece o dia 23 de setembro como Dia Nacional dos Profissionais de Nível Técnico e declara o ano de 2009, como Ano da Educação Profissional e Tecnológica no Brasil.

    Área de atuação

    -  Em institutos e empresas de pesquisa e desenvolvimento: Prestar assistência técnica no desenvolvimento de projetos tecnológicos agropecuários;

    -  Em empresas que prestam assessoria e acompanhamento agropecuário: Desenvolve programas de nutrição e manejo alimentar em projetos zootécnicos;

    - Em empresas e indústrias que atuam no complexo agroindustrial: Adquirir, preparar, transformar, conservar e armazenar matéria-prima e produtos agroindustriais;

    - No desenvolvimento de empreendimentos agrícolas próprios: Cultivar sistemas e plantios abertos ou protegidos, produzir mudas (viveiros) e sementes;

    - Planejamento de ações referentes aos tratos das culturas: Planejar e acompanhar a colheita e a pós-colheita, elaborar projetos topográficos e de impacto ambiental, prestar assistência técnica e atuar na administração rural.

    Competência técnica

    O profissional em agropecuária deverá desenvolver e aplicar, com senso de julgamento e ética, as habilidades, informações e conhecimento das condições locais e regionais, o domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna, buscando uma exploração e gerenciamento dos recursos naturais de forma não impactante, com competências que venham a favorecer um permanente aprimoramento profissional e acompanhamento das mudanças frequentes e desenvolvimento no cenário agrícola, com vistas à qualidade e à sustentabilidade econômica, ambiental e social.

    Mercado de trabalho

    O técnico em agropecuária exerce atividades tanto na zootecnia quanto na agricultura. Por isso, trata-se de um profissional altamente versátil. Após a formação e devidamente registrado nos CREAs, o profissional está qualificado para atuar nas seguintes áreas: Olericultura, Culturas Anuais, Culturas Perenes, Avicultura, Cunicultura, Caprinocultura, Apicultura, Suinocultura e Bovinocultura.

    Fontes: www.tecnicoemagropecuaria.blogspot.com.br

    “GENTE NASCEU PRA BRILHAR!”

    “GENTE NASCEU PRA BRILHAR!”

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    Certamente, Caetano Veloso quando compôs “Gente”, da qual me sirvo para dar título a este comentário – Gente nasceu pra brilhar – teve como fonte de inspiração Jesus Cristo ao falar da “luz”.

    Deus criou a pessoa humana para ser luz, contagiar, ser feliz, fazer a felicidade dos outros e sentir prazer do que ela é capaz de realizar.

    Habilitou-nos para a vida criando em nós talentos que vamos morrer sem conhecê-los completamente. Muitos são acomodados, não lutam, não acreditam em si mesmos e não vão adiante; outros lutam, mas não encontram oportunidades para desenvolver seus talentos e brilhar.

    Diante do mundo competitivo que vivemos, nem todos têm a oportunidade de fazer o que se identificam e têm potencial; mas, mesmo assim, quantos trabalham profissionalmente e, nas horas vagas, realizam algo que é dom de sua natureza! É preciso dar cordas para o nosso talento, ousar fazer o que gostamos e nos identificamos, ainda que seja por hobby.

    Nossos talentos são diversos e não estão enquadrados apenas na área profissional, mas em várias áreas das relações humanas. Na carta de Paulo aos romanos ele relaciona alguns dons que podem ser utilizados em situações diversas:

    Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diferentes de atividades, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito, em vista do bem de todos. A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de conhecimento segundo o mesmo Espírito. A outro é dada a fé, pelo mesmo Espírito. A outro são dados dons de cura, pelo mesmo Espírito. A outro, o dom de fazer milagres. A outro, a profecia. A outro, o discernimento dos espíritos. A outro, a diversidade de línguas. A outro, o dom de interpretá-las. Todas essas coisas as realizam, um e o mesmo Espírito, que as distribui, a cada um conforme quer” (1ª. Cor 12,4-11).

    Muitos utilizam seus dons na vida profissional e se tornam grandes profissionais. Há os que compreendem que receberam talentos diferentes e os utilizam, não como profissão mas como missão, se lançando a um voluntariado ou à vida religiosa consagrada para servir de forma mais radical a Deus.

    Quantos e quantos médicos, agentes de saúde, advogados, assistentes sociais, dentistas e até pessoas de profissões mais simples, que além de trabalhar em seus expedientes, encontram tempo para fazer um serviço voluntário em benefício de outros ou de comunidades carentes!

    Há outros que se aposentam e continuam, só que agora servindo gratuitamente como voluntários de uma instituição. Estas são atitudes nobres de quem não é egoísta e sabe abstrair a caridade como a maior das virtudes.

    Portanto, não esconda o seu dom, não tenha vergonha de buscar seu espaço e valorizar seu talento. Nunca é tarde para exercitar o natural que está dentro de nós. Ele é divino e, se é divino, não está somente sob nosso comando. Mas é necessário que a iniciativa seja nossa, pois Deus não invade, Ele oferece e respeita nossa liberdade.

    Pe. Rosivaldo Motta, CSsR

    21/09 - Mt 20,1-16a

    21 de Setembro de 2014

    evandia

    Mateus 20,1-16a

    O Reino dos Céus é como o proprietário que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. Combinou com os trabalhadores a diária e os mandou para a vinha. Em plena manhã, saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! Eu pagarei o que for justo’. E eles foram. Ao meio dia e em plena tarde, ele saiu novamente e fez a mesma coisa. Saindo outra vez pelo fim da tarde, encontrou outros que estavam na praça e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados? Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. E ele lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’. Ao anoitecer, o dono da vinha disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e faze o pagamento, começando pelos últimos até os primeiros!’ Vieram os que tinham sido contratados no final da tarde, cada qual recebendo a diária. E m seguida vieram os que foram contratados primeiro, pensando que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu apenas a diária. Ao receberem o pagamento, começaram a murmurar contra o proprietário: ‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o peso do dia e o calor ardente’. Então, ele respondeu a um deles: ‘Companheiro, não estou sendo injusto contigo. Não combinamos a diária? Toma o que é teu e vai! Eu quero dar a este último o mesmo que dei a ti. Acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja porque estou sendo bom?’ Assim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos.

    Entendendo

    OS OPERÁRIOS DA ÚLTIMA HORA

    Jesus percebia a maneira como as autoridades tratavam os pequenos da sociedade de seu tempo. Conhecendo essa dura realidade de exclusão Ele apresenta Deus como um Pai amoroso, que cuida de todos sem distinção.

    A ‘parábola dos trabalhadores da última hora’, como é conhecida, revela o coração de Deus, representado pelo dono da plantação. Ele sai várias vezes para contratar operários, preocupado que não haja ociosos na praça. E sai, até mesmo, no encerramento do expediente.

    A surpresa maior acontece na hora do pagamento. Todos recebem o combinado referente a um dia de trabalho. Para os que mais trabalharam isso é motivo de protesto. Mostra que o único critério para a justiça, na visão de Deus, não é a produção, mas a necessidade da pessoa humana.

    Cito um pequeno exemplo – o que chegou cedo e trabalhou o dia todo, podia ter mulher e filhos, uma família para manter; o que chegou ao final da tarde, também. Portanto, além da produção, Deus olha outras necessidades para estabelecer sua justiça.

    Ele não foi injusto, porque todos receberam o correspondente ao dia de trabalho que foi combinado. O dono da vinha, imagem de Deus, age com misericórdia e bondade. Ele se recusa a fazer discriminações indevidas entre os seus diaristas.

    Atualizando

    DEUS INVESTE EM NOSSA
    MUDANÇA ATÉ O ÚLTIMO SUSPIRO!

    Embora muitos interpretem essa parábola para justificar o princípio do “salário digno”, o que também não está errado, já que a Palavra de Deus ilumina situações diversas, o foco principal dela é a salvação, na última hora, de quem vive a vida inteira desligado dos valores de Deus e, antes da morte é “tocado”.

    Jesus deixou clara a intenção de Deus em querer que todos voltem à morada eterna. Nós estamos aqui, mas, não somos daqui! Aqui cumprimos nossa missão e voltamos à casa do Pai. Só que a volta está condicionada ao nosso proceder aqui.

    Muitos vivem a vida inteira ignorando e fazendo pouco caso de Deus, maltratando e humilhando seu semelhante, praticando todo tipo de injustiça... Um dia eles receberão a justiça divina no julgamento divino. Porém, o Deus que não se cansa de perdoar, acolherá o arrependimento de seus filhos até no seu último suspiro.

    Muitos estudiosos em Bíblia afirmam que, antes da morte, Deus oferece a todos a possibilidade de tomar consciência de suas misérias humanas, se converterem e receberem o perdão. Até mesmo em mortes repentinas como, por exemplo, em acidentes. A vontade de Deus é que todos sejam salvos, assim como expressou Jesus, na parábola das cem ovelhas.

    Num nível mais profundo, a parábola dos trabalhadores da última hora mostra que todos nós somos convidados de honra à salvação eterna. Aqueles que aceitam o convite são tocados, arrependem-se de seus pecados e são acolhidos pela infinita bondade do Pai.

    21/09 - São Mateus

    21 de Setembro de 2014

    São Mateus

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    “De cobrador de impostos a apóstolo e escritor do Evangelho”

    Mateus foi um dos primeiros seguidores de Jesus Cristo e, é um dos quatro evangelistas do Novo Testamento. Ele era cobrador de impostos na época de Jesus e seu nome era Levi, filho de Alfeu. Um dia, depois de pregar, Jesus caminhava pelas ruas da cidade de Cafarnaum e encontrou com o cruel Levi. Olhou-o com firmeza nos olhos e disse-lhe: “Segue-me!” Levi imediatamente levantou-se, abandonou seu rendoso negócio, mudou de vida, de nome e, passou a seguir Jesus.

    Daquele dia em diante, com o nome de Mateus, tornou-se um dos maiores seguidores e apóstolos de Cristo, acompanhando-O em todas as suas caminhadas e pregações pela Palestina. São Mateus foi o primeiro apóstolo a escrever um livro contando a vida e a morte de Jesus Cristo, ao qual deu o nome de Evangelho e foi amplamente usado pelos primeiros cristãos da Palestina. Quando o apóstolo São Bartolomeu viajou para as Índias levou consigo uma cópia.

    Depois da morte e ressurreição de Jesus, os apóstolos espalharam-se pelo mundo e Mateus foi para a Arábia e a Pérsia para evangelizar aqueles povos. Porém, foi vítima de uma grande perseguição por parte dos sacerdotes locais, que mandaram arrancar-lhe os olhos e o encarceraram para depois ser sacrificado aos deuses. Mas Deus não o abandonou, mandou um anjo que curou seus olhos e o libertou.

    Mateus seguiu, então, para a Etiópia, onde mais uma vez foi perseguido por feiticeiros que se opunham à evangelização. O príncipe herdeiro morreu e Mateus foi chamado ao palácio. Pela graça divina fez o filho da rainha Candece ressuscitar, causando grande espanto e admiração entre os presentes. Com esse ato, Mateus conseguiu converter grande parte da população. Na época, a Igreja da Etiópia passou a ser uma das mais ativas e florescentes dos tempos apostólicos.

    São Mateus morreu por ordem do rei Hitarco, sobrinho do rei Egipo, no altar da igreja em que celebrava o santo ofício da missa. Isso aconteceu porque não intercedeu em favor do pedido de casamento feito pelo monarca, e recusado pela jovem Efigênia, que havia decidido consagrar-se a Jesus. Inconformado com a atitude do santo homem, Hitarco mandou que seus soldados o executassem.

    No ano 930, as relíquias mortais do apóstolo São Mateus foram transportadas para Salerno, na Itália, onde até hoje é festejado como padroeiro da cidade. A Igreja determinou o dia 21 de setembro para a celebração de São Mateus, apóstolo.

    21/09 - Dia do Fazendeiro e dos Portadores de Deficiência

    21 de Setembro de 2014

    Dia do Fazendeiro e
    dos Portadores de Deficiência

     

    Fazendeiro

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    Na Roma antiga, os grandes domínios privados de terras, os latifúndios, pertenciam somente à aristocracia. Esses nobres eram chamados de latifundiários. Através dos séculos passamos para o conceito de fazenda, que é uma grande propriedade rural, de lavoura ou de criação de gado, com alta produtividade. Assim, usamos a definição de fazendeiro para a pessoa que possui ou cultiva fazendas.

    No Brasil colonial muitos dos fazendeiros tornavam-se barões. Os barões do café, do cacau e outros, valorizavam hábitos e comportamentos que consideravam adequados à nobreza. Eram hospitaleiros com os conhecidos, protegiam os afilhados, financiavam obras culturais e beneficentes, viajavam muito e mandavam os filhos à Europa para estudar.

    Tudo mudou para os fazendeiros brasileiros com a abolição dos escravos e a chegada dos imigrantes. Aos poucos foram empobrecendo e a nobreza ficava apenas no título comprado.

    Os fazendeiros nos últimos anos do século XIX tornaram-se empresários modernos, donos de fazendas mecanizadas que utilizam equipamentos aperfeiçoados pelas novas tecnologias.

    Fonte: ilhado.com.br

    Portadores de Deficiência

    Vítimas diárias do descaso, do preconceito e da discriminação, os portadores de deficiência comemoram, desde 1982, o Dia Nacional de Luta das Pessoas Portadoras de Deficiência.

    Este dia tem como principal objetivo mostrar a importância da luta de todos os portadores de deficiência: física, mental ou sensorial (cegos e surdos-mudos).

    Os direitos reivindicados pelos portadores de deficiência não deixam de ser simples: ir e vir pelas ruas das cidades, frequentar lugares públicos sem a obrigação de entrar pela porta dos fundos, ou assistir a espetáculos na última fileira por não haver espaço acessível a uma cadeira de rodas.

    O preconceito e a discriminação devem ser combatidos ininterruptamente. Quem discrimina ignora que as deficiências apontadas nos demais são, em outra escala e em outra dimensão, as mesmas que carregamos conosco. Se não possuímos alguma deficiência "física", certamente temos outras deficiências – de caráter, morais, éticas ou semelhantes – que nos tornam, também, com deficiência.

    Fonte: www.portalsaofrancisco.com.br

    20/09 - Lc 8,4-15

    20 de Setembro de 2014

    evandia

    Lucas 8,4-15

    Ajuntou-se uma grande multidão, e de todas as cidades iam até Jesus. Ele, então, contou uma parábola: “O semeador saiu a semear. Ao semear, uma parte da semente caiu à beira do caminho e foi pisada; e os pássaros do céu a comeram. Outra parte caiu sobre as pedras; brotou, mas secou, por falta de umidade. Outra parte caiu entre os espinhos e, crescendo ao mesmo tempo, os espinhos a sufocaram. Ainda outra parte caiu em terra boa; brotou e deu frutos, até cem por um”. Depois de dizer isso, ele exclamou: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!” Seus discípulos faziam perguntas sobre o sentido da parábola. Jesus, então, lhes disse: “A vós foi dado conhecer os mistérios do Reino de Deus. Aos outros, porém, só por meio de parábolas, de modo que, olhando, não enxergam e, ouvindo, não entendem.

    Entendendo

    JESUS CONTA A PARÁBOLA DO SEMEADOR PARA
    MOSTRAR OS DIVERSOS TIPOS DE PESSOAS NA CAMINHADA DE FÉ

    Diferente dos outros evangelhos, o de hoje, o próprio Jesus dá a explicação na segunda parte da parábola.

    O Campo – É o mundo.

    A semente – É a Palavra de Deus.

    A semente que caiu na beira do caminho – é a pessoa que toma conhecimento dos ensinamentos de Jesus Cristo, mas não é perseverante. É vencida pelos prazeres do mundo.

    A semente que caiu nas pedras e nasceu com raízes rasas – é a pessoa que até acredita, mas é “rasa” na fé, não busca conhecer, aprofundar, e assumir compromissos em sua vida de cada dia.

    A semente que caiu entre os espinhos e foi sufocada – é a pessoa que conhece os ensinamentos, mas, por ter uma fé fraca não resiste às dificuldades da vida: doenças, crises financeiras, e também os valores materiais como a riqueza. Essa pessoa está exposta ao materialismo e à perda de sentido dos valores de Deus.

    A semente que caiu em terra boa – é aquela pessoa que busca ouvir, conhecer os ensinamentos e colocá-los em prática em sua conduta, em seu comportamento. Embora esteja buscando, ela também é fraca e cai; mas, diferente das outras, confia no perdão e na possibilidade de recomeçar e mudar para melhor.

    Atualizando

    QUESTIONANDO NÓS MESMOS!

    Devemos ter cuidado com a tentação de ficar julgando as pessoas como se nós fôssemos exclusivamente a boa semente. Este é o primeiro desafio!

    Quais as atitudes devemos tomar para que nossa fé não seja superficial, e nos contentemos apenas com o básico? Conforme a orientação do texto de hoje é a leitura, a escuta e conhecimento da Palavra de Deus.

    A falta de conhecimento dos ensinamentos de Jesus Cristo pode nos levar ao “achismo”, a rituais vazios, devoções sem sentido, desvios de conduta e a perda de sensibilidade às coisas de Deus.

    Por outro lado, a boa semente corresponde à maioria das pessoas. Pois, para o cristão, até que prove o contrário, todas as pessoas são boas. Jamais devemos fazer pré-julgamentos. O fato de vivermos num mundo de violência, corrupção e tantos contravalores, somos tentados a achar que a maioria é má. Não é por ai! Muitas vezes o sistema de governo, os governantes, as leis injustas é que contribuem para levar uma multidão ao fracasso. Pensemos nisso!

    20/09 - Santo André Kim Taegon e Companheiros Mártires

    20 de Setembro de 2014

    Santo André Kim
    Taegon e Companheiros Mártires

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    “Primeiro sacerdote mártir coreano, que liderava uma multidão de fiéis no início da Igreja na Coreia”.

    No início do ano de 1600, no século XVIII, a Igreja coreana foi fundada por leigos. Sem padres e bispos, os cristãos com muitos esforços e perseverança iniciaram uma comunidade cristã forte e fervorosa. Em 1785 foi enviado pelo Vaticano, o primeiro sacerdote consagrado para pastorear a comunidade, que passou a seguir a hierarquia e organização ditada pela Santa Sé de Roma.

    Em pouco tempo a comunidade cresceu, possuindo milhares de fiéis. Começaram também as perseguições por parte dos governantes e poderosos, inimigos da liberdade, justiça e fraternidade pregadas pelos missionários. Tentando acabar com o cristianismo, matavam seus seguidores. Assim, patrocinaram uma verdadeira carnificina entre 1785 e 1882, quando o governo decretou a liberdade religiosa.

    Foram dez mil mártires. Desses, a Igreja canonizou muitos que foram agrupados numa só festa, liderados por André Kim Taegon, o primeiro sacerdote mártir coreano. Vejamos o seu caminho no apostolado:

    André nasceu em 1821, numa família da nobreza coreana, profundamente cristã. Seu pai, por causa das perseguições, havia formado uma "Igreja particular" em sua casa, nos moldes daquelas dos cristãos dos primeiros tempos, para rezarem, pregarem o Evangelho e receberem os sacramentos. Tudo funcionou até ser denunciado e morto, aos quarenta e quatro anos, pelo fato de não renegar sua fé em Cristo.

    André tinha quinze anos, e sobreviveu com os familiares graças ao apoio de missionários franceses que os enviaram para a China, onde o jovem se preparou para o sacerdócio e retornou diácono, em 1844. Depois, numa viagem perigosa, tanto na ida quanto na volta, num clima de perseguição foi para Xangai, onde o bispo o ordenou sacerdote.

    Por sua condição de nobre e por ser conhecedor dos costumes e pensamentos do local, obteve ótimos resultados no seu apostolado de evangelização. Até que, a pedido do bispo, um missionário francês, seguiu em comitiva num barco clandestino para um encontro com as autoridades eclesiásticas de Pequim, que aguardavam documentos coreanos a serem enviados ao Vaticano. Foram descobertos e presos. Outros da comunidade foram localizados, inclusive os seus parentes.

    André era um nobre, por isso foi interrogado até pelo rei, no intuito de que renegasse a fé e denunciasse seus companheiros. Como não o fez, foi severamente torturado por um longo período e depois morto por decapitação, no dia 16 de setembro de 1846 em Seul, Coréia.

    Na mesma ocasião, foram martirizados cento e três homens, mulheres, velhos e crianças, sacerdotes e leigos, ricos e pobres. De nada adiantou, pois a jovem Igreja coreana floresceu com os seus mártires. Em 1984, o Papa João Paulo II, cercado de uma grande multidão de cristãos coreanos, canonizou Santo André Kim Taegon e seus companheiros, determinando o dia 20 de setembro para a celebração litúrgica.

    20/09 - Dia da Revolução Farroupilha

    20 de Setembro de 2014

    Dia da Revolução Farroupilha

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    Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha, nomes pelos quais ficou conhecida a revolução ou guerra regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil, na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Estendeu-se de 20 de setembro de 1835 a 1° de março de 1845

    A revolução, de caráter separatista, influenciou movimentos que ocorreram em outras províncias brasileiras: irradiando influência para a Revolução Liberal que viria a ocorrer em São Paulo, em 1842 e para a Revolta denominada Sabinada na Bahia, em 1837, ambas de ideologia do Partido Liberal da época. Inspirou-se na recém-findada guerra de independência do Uruguai, mantendo conexões com a nova república do Rio da Prata, além de províncias independentes argentinas, como Corrientes e Santa Fé.

    Chegou a expandir-se à costa brasileira, em Laguna, com a proclamação da República Juliana e ao planalto catarinense de Lages. Teve como líderes: general Bento Gonçalves, general Neto, coronel Onofre Pires, coronel Lucas de Oliveira, deputado Vicente da Fontoura e outros.

    Além de receber inspiração ideológica de italianos da Carbonária refugiados, como o cientista e tenente Tito Lívio Zambeccari e o jornalista Luigi Rossetti, e do capitão Giuseppe Garibaldi que, embora não fosse da Carbonária, esteve envolvido em movimentos republicanos na Itália. A questão da abolição da escravatura também esteva presente; organizava-se exércitos contando com homens negros que aspiravam à liberdade.

    Fonte: pt.wikipedia.org

     

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