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    27/01 - Mc 3,31-35

    27 de Janeiro de 2015

    evandia

    Marcos 3,31-35

    Nisso chegaram a mãe e os irmãos de Jesus. Ficaram do lado de fora e mandaram chamá-lo. Ao seu redor estava sentada muita gente. Disseram-lhe: “Tua mãe e teus irmãos e irmãs estão lá fora e te procuram”. Ele respondeu: “Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos?” E passando o olhar sobre os que estavam sentados ao seu redor, disse: “Eis minha mãe e meus irmãos! Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

    Entendendo

    A NOVA FAMÍLIA DE JESUS CRISTO

    As palavras de Jesus com sua mãe não foram desrespeitosas. Maria era submissa à vontade de Deus e, com certeza, compreendeu bem a resposta de Jesus, pois essa era a educação que dava a Ele.

    Certamente Jesus deu ênfase na resposta: “Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”, para tocar naquele povo que O escutava. Ou seja, a escuta obediente deles, levava-os a fazer a vontade Deus, e este era o caminho para fazer parte de Sua família.

    Com esta afirmação Jesus mostra que fazer parte de uma família, não é apenas ser ligado ao vínculo de sangue, o parentesco. É estar atento à Palavra e ter o prazer de viver como irmãos, defendendo os valores da decência, honestidade, sendo solidário e crítico de sua própria postura.

    Atualizando

    O TESTEMUNHO DE UM JOVEM
    QUE DESCOBRIU UM NOVO JEITO DE VIVER EM FAMÍLIA!

    Aos 18 anos, deixei a casa de meus pais e fui morar em outra cidade. Saí pra assumir minha posição diante da vida. Fui fazer faculdade, me preparar para viver os desafios da fase adulta. Em minha cidade de origem havia deixado meu pai, minha mãe, meus avós, tios, meu irmão e minhas irmãs para trás e passei a experimentar o que era estar sozinho diante das lutas, das dores, dos medos, das tristezas.

    Buscando me ambientar e sair da solidão numa cidade que ainda era estranha pra mim, conheci uma galera jovem da Igreja, que me chamou à atenção pelas visitas que fazia ao asilo de velhinhos. Tive contato com eles e comecei a fazer perguntas, porque para mim, como jovem, aquela atividade fugia dos padrões da juventude. Após matar minha curiosidade não resisti a um convite deles, talvez ainda sem a consciência do valor das visitas aos velhinhos, mas, muito mais pela necessidade de novas amizades.

    Acredito que Deus se serviu da minha carência para encontrar um jeito novo de viver em família. Claro que tenho uma família de sangue que amo muito, mas nunca tive nela uma vivência de fé. Comecei a participar da turma, de suas reuniões temáticas, visitas ao asilo, momentos de oração e celebração da missa. Posso afirmar que, a partir daí, minha vida ganhou um novo impulso.

    Mergulhei de cabeça, fiz uma caminhada e, aos poucos, busquei assumir compromissos e não ficar apenas de espectador ou assistente. O grupo me ajudou bastante. Conheci uma garota de lá, Vera, que hoje é minha esposa. Temos dois filhos e posso dizer que minha família foi alicerçada no amor que conheci, começado naquela “estranha visita aos velhinhos”.

    Continuo tendo contato com minha família de sangue, e sei que trago grandes valores da formação de berço, mas, devo reconhecer que, sem a nova família que conheci naquela turma que um dia encontrei, jamais encontraria o verdadeiro sentido de uma família formada na fé e na minha Igreja.

    Esta nova família não obedece a fronteiras geográficas, posso encontrar onde quer que esteja. Em 2011, eu, minha mulher e meus filhos viajamos de férias para Fortaleza e, através do Face, conheci uma pessoa de comunidade. Ao chegar lá, ela seu esposo, filhos já nos esperavam como se já fôssemos velhos conhecidos. Dispensamos o hotel, ficamos em sua casa e fomos apresentados a outras pessoas da comunidade.

    Portanto, a família constituída na fé está pronta a nos acolher e nos amparar nos dias de necessidade, socorrer nos dias de angustia, repartir o pão em tempos de crise, compartilhar o tempo, o amor, o cuidado. Gente que vai estender a mão ajudando a socorrer, mas também celebrar as alegrias profundas da vida.

    Eduardo Franklin - Salvador

    27/01 - Santa Ângela de Mérici

    27 de Janeiro de 2015

    Santa Ângela de Mérici

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    “Lutou pela formação de mães verdadeiramente cristãs”

    Ângela nasceu em 1470, na cidade de Desenzano, no norte da Itália. Seus pais eram camponeses pobres e muito religiosos. Desde pequena, demonstrava interesse pela vida religiosa, com interessa especial pela leitura da vida dos Santos.

    Ficou órfã de seus quando ainda era criança. Em seguida faleceram também sua irmã e seu tio com quem tinha ido morar. Triste devido às perdas, não se abalou pelo sofrimento. Procurou um convento da Ordem Terceira de São Francisco de Assis, e se ingressou com apenas treze anos de idade.

    Devido a sua vida de oração, penitência e entrega a Deus, Ângela possuía o dom do conselho, e chegou a ser “conselheira” de governadores, sacerdotes, bispos e doutores.

    Inspirada pela Virgem Maria fundou a Comunidade das irmãs Ursulinas, em 1535, na Bréscia, em homenagem à santa Úrsula, a mártir do século IV.

    Ângela acabou se tornando a portadora de uma mensagem inovadora e revolucionária para sua época. Organizou um grupo de vinte e oito moças, para ensinar catecismo em cada bairro e vila da região. As "Ursulinas" tinham como finalidade a formação das futuras mães, segundo os dogmas cristãos.

    Ângela faleceu com setenta anos de idade, no dia 27 de janeiro de 1540, e foi reconhecida como santa (canonizada) em 1807.

    27/01 - Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

    27 de Janeiro de 2015

    Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

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    Instituído em 2005 pela Assembleia-Geral da ONU, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto incentiva a sociedade civil, a promover a memória do Holocausto para que as gerações futuras não repitam os erros do passado.

    A data escolhida relembra o dia de libertação dos campos de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, onde centenas de milhares de judeus e outros integrantes de grupos, como os ciganos e prisioneiros políticos, foram mortos pelos nazistas, na II Guerra Mundial, provocada por Hitler.

    Um milhão e meio de crianças judias morreram no Holocausto — vítimas da perseguição de nazistas e seus apoiadores. Todos foram vítimas de uma ideologia inspirada pelo ódio que os classificou como “inferiores”, decretando a superioridade da raça branca ariana.

    Fontes: www.generoracaetnia.org.br e www.onu.org.br

    26/01 - Lc 10,1-9

    26 de Janeiro de 2015

    evandia

    Lucas 10,1-9

    O Senhor escolheu outros setenta e dois e enviou-os dois a dois, à sua frente, a toda cidade e lugar para onde ele mesmo devia ir. E dizia-lhes: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita. Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias, e não demoreis para saudar ninguém pelo caminho! Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ Se ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; senão, ela retornará a vós. Permanecei naquela mesma casa; comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador tem direito a seu salário. Não passeis de casa em casa. Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem, curai os doentes que nela houver e dizei: ‘O Reino de Deus está próximo de vós’”.

    Entendendo

    JESUS NÃO ESCONDE AS
    DIFICULDADES QUE SEUS SEGUIDORES TERÃO!

    Jesus convoca um grupo de setenta e dois para uma ação missionária. Já na distribuição dos membros Ele mostra que a vontade de Deus é que ninguém aja sozinho e faça um trabalho individualista. Ele próprio deu o exemplo ao formar um grupo de doze para inaugurar na terra o Reino de Deus.

    As orientações de Jesus deixavam os discípulos numa situação de fragilidade. A pobreza material exigida por Ele levava aqueles homens a dependerem da caridade alheia. Como se sabe, nem todo mundo está disposto a ajudar. Quem depende de esmolas está sujeito a toda sorte de ironia e humilhações.

    Jesus recomendava também que eles não escolhessem nem casa ou cidade onde entrar - os discípulos deveriam ir a toda cidade e lugar por onde Ele passaria - obrigava-os a visitar até mesmo povoados hostis, especialmente os da região da Samaria. Caso os moradores de uma cidade não quisessem recebê-los, eles não teriam o direito de fazer uso da força ou da violência. Um aviso não poderia ser esquecido: “O Reino de Deus está próximo de vós”, ou seja, a administração de Deus está chegando para os seus filhos.

    Atualizando

    É POSSÍVEL SER FELIZ MESMO
    QUANDO TUDO PARECE CONSPIRAR CONTRA!

    Quer queiramos ou não, as dificuldades e desafios fazem parte da vida. Superar as adversidades é um dos maiores obstáculos que enfrentamos. Podemos viver até os cem anos e nunca nos livraremos dos problemas.

    Independentemente de ser inteligente ou limitado, alegre ou triste, pobre ou rico, e até de estar correndo tudo às mil maravilhas, inesperadamente todos nós somos confrontados com problemas, lutas, desafios e dificuldades. É como se fossemos postos à prova, para ver quem somos e em quem acreditamos.

    Quando enfrentamos as dificuldades de forma positiva e construtiva, as qualidades surgem lá de dentro: fé, coragem, caráter, combatividade, esperança e perseverança. Mas somos humanos, podemos fraquejar e cairmos na lamúria, citando repetitivamente as injustiças da vida, ou na armadilha do “por que eu?”. Quando fazemos isso, deixamos de reconhecer as oportunidades de sabedoria e de crescimento que acompanham as dificuldades. A tendência de nos sentirmos vítimas não irá ajudar a conquistar a força da superação que precisamos.

    A seguir, três dicas de orientação psicológica. A ciência quando utilizada para o bem, reflete a luz de Deus a ajudar os seus filhos.

    1. Esteja atento e aceite a dificuldade como inevitável

    Ela faz parte da vida. Quando uma dificuldade ou situação inesperada acontecer, não fuja, isso só complicará a situação. Encarar de frente o problema é o caminho para buscar saídas e seguir em frente. Onde quer que estejamos, sempre haverá dificuldade. Há inundações, tsunamis, guerras e calamidades de todos os tipos. Mesmo dentro do seu próprio círculo de familiares e amigos há perda, morte e tragédia. Embora a dor seja inevitável, o sofrimento acentuado é opcional, assim também como a felicidade. Vai depender da maneira que cada um se comporta diante da situação.

    2. Construa os seus recursos internos

    Quando você se torna consciente de que algumas dificuldades são inevitáveis, você pode preparar-se mentalmente para enfrentar as adversidades de cabeça erguida. Não será muito diferente do sentimento de um soldado que vai para a guerra. Ele prepara-se física e mentalmente para qualquer possibilidade. O militar sabe que pode ser desastroso, assustador e esgotante, mas ele sente-se preparado e equipado com um conjunto de estratégias que lhe permitem enfrentar a situação com coragem. Na maioria das vezes, quando você está preparado para o pior, o pior nunca acontece, ou é muito menos grave do que o previsto.

    3. Construa os seus recursos externos

    Construa um sistema de apoio baseado na família e nos amigos. Precisamos de alguém com quem conversar, alguém para ajudar a aliviar o fardo. Você vai ficar surpreso ao descobrir que seu amigo já passou por problema semelhante ao seu, e pode ajuda-lo neste momento difícil. O fato de saber que um amigo está lá quando você precisa dele, pode ser muito reconfortante. Se a sua condição perante a adversidade não for ultrapassada e gerar problemas psicológicos como a depressão ou ansiedade, não resista em procurar ajuda de um especialista ou grupos de ajuda. Ninguém é tão forte que não precise de ajuda.

    Fonte: www.escolapsicologia.com

    26/01 - São Timóteo e São Tito

    26 de Janeiro de 2015

    São Timóteo e São Tito

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    “Discípulos e amigos de São Paulo”

    Hoje comemoramos dois grandes santos que foram discípulos amigos de São Paulo. Por isso foi escolhida a data da comemoração, logo após a festa da Conversão de São Paulo.

    São Timóteo nasceu em Listra, na Ásia. Seu pai era grego e pagão, e sua mãe se chamava Eunice, e era judia. Foi educada dentro do judaísmo. Quando o apóstolo Paulo foi à cidade que Timóteo morava, tanto ele quanto sua família se converteram. Timóteo tinha vinte anos de idade quando foi batizado por Paulo e, a partir daí, decidiu segui-lo e nunca mais o abandonou.

    Timóteo passou a ser o “braço direito” do apostolo Paulo na evangelização. São Paulo escreveu duas epistolas, e nelas chama Timóteo de discípulo caríssimo, amado filho e irmão. Quase sempre andavam juntos pregando e evangelizando, mas por várias vezes Paulo o mandou como representante em vários lugares importantes daquela época, enquanto ele próprio abria novos caminhos.

    Na Palestina, o apóstolo Paulo ficou preso durante dois anos e tudo indica que Timóteo foi seu companheiro nessa situação também. Depois Timóteo se tornou o primeiro bispo de Éfeso.

    As epístolas de Paulo, endereçadas a Timóteo, estão presentes no Novo Testamento, e se tornaram documentos preciosos de todos os tempos, para os cristãos.

    Timóteo morreu martirizado, depois de ser apedrejado e espancado por pagãos daquela época.

    São Tito era grego e pagão, e também foi convertido e batizado por São Paulo. Trabalhou junto com Paulo na evangelização. Foi encarregado pelo apóstolo para executar importantes missões. Era chamado por Paulo de “meu companheiro e colaborador”. Na segunda carta aos Corintos, Paulo num momento de tristeza, diz: “Deus me consolou com a chegada de Tito”.

    Nos anos 64 e 65, depois que Paulo foi libertado da prisão romana, seguiu com Tito para a ilha de Creta, onde fundou uma comunidade cristã, deixando Tito como bispo. Depois Tito recebeu uma carta do próprio Paulo, que se encontra no Novo Testamento.

    São Tito permaneceu como bispo de Creta até a morte, que ocorreu em idade avançada, por causa natural e não por martírio.

    As três cartas escritas pelo apóstolo Paulo a estes dois discípulos, têm alto valor, em que se encontram excelentes recomendações para a formação dos pastores e dos fiéis.

    26/01 - Dia da Fundação de Santos

    26 de Janeiro de 2015

    Dia da Fundação de Santos

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    Verificam-se relatos a respeito da Ilha de São Vicente apenas dois anos após o descobrimento oficial do Brasil, em 1502, com a expedição de Américo Vespúcio para o reconhecimento da costa brasileira. Ao passar pela Ilha Dantes, conhecida pelos indígenas sob o nome de Goiaó (ou Guaiaó), a expedição decidiu dar-lhe o nome do santo do dia, São Vicente.

    A coroa portuguesa interessou-se pouco pela região nos trinta anos que se seguiram à expedição. Durante este tempo, vários corsários e piratas acudiam a região em busca do pau-brasil, madeira nobre que era objeto de cobiça na época, largamente explorada pelos portugueses na Mata Atlântica abundante da região.

    No entanto, em 1531, devido a decadência dos negócios da coroa portuguesa na Índia, o Brasil volta ao centro das atenções.

    Em 1543, com o término da construção de uma capela num outeiro em homenagem a Santa Catarina por Luís de Góis, Brás Cubas conseguiu a transferência do Porto para o sítio do Enguaguaçu, que era mais seguro e o apoio do povoado era necessário para as embarcações que aportavam e para o fornecimento das mercadorias a exportar. O fidalgo português também levou a cabo a instalação de um hospital, nos moldes da Santa Casa de Lisboa, acelerando o desenvolvimento do local.

    O hospital foi denominado Santa Casa de Misericórdia de Todos os Santos e foi o primeiro hospital das Américas. O novo povoado de Enguaguaçu passou então a ser conhecido como o povoado de Todos os Santos. Uma outra hipótese sobre o nome Santos viria do porto de Santos que havia em Lisboa, semelhante ao local do novo povoado. Daí, então a região próxima ao Outeiro era conhecida como "Vila do Porto de Santos", e depois, apenas "Santos".

    Fonte: pt.wikipedia.org

    É POSSÍVEL SER FELIZ MESMO QUANDO TUDO PARECE CONSPIRAR CONTRA!

    É POSSÍVEL SER FELIZ MESMO
    QUANDO TUDO PARECE CONSPIRAR CONTRA!

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    Quer queiramos ou não, as dificuldades e desafios fazem parte da vida. Superar as adversidades é um dos maiores obstáculos que enfrentamos. Podemos viver até os cem anos e nunca nos livraremos dos problemas.

    Independentemente de ser inteligente ou limitado, alegre ou triste, pobre ou rico, e até de estar correndo tudo às mil maravilhas, inesperadamente todos nós somos confrontados com problemas, lutas, desafios e dificuldades. É como se fossemos postos à prova, para ver quem somos e em quem acreditamos.

    Quando enfrentamos as dificuldades de forma positiva e construtiva, as qualidades surgem lá de dentro: fé, coragem, caráter, combatividade, esperança e perseverança. Mas somos humanos, podemos fraquejar e cairmos na lamúria, citando repetitivamente as injustiças da vida, ou na armadilha do “por que eu?”. Quando fazemos isso, deixamos de reconhecer as oportunidades de sabedoria e de crescimento que acompanham as dificuldades. A tendência de nos sentirmos vítimas não irá ajudar a conquistar a força da superação que precisamos.

    A seguir, três dicas de orientação psicológica. A ciência quando utilizada para o bem, reflete a luz de Deus a ajudar os seus filhos.

    1. Esteja atento e aceite a dificuldade como inevitável

    Ela faz parte da vida. Quando uma dificuldade ou situação inesperada acontecer, não fuja, isso só complicará a situação. Encarar de frente o problema é o caminho para buscar saídas e seguir em frente. Onde quer que estejamos, sempre haverá dificuldade. Há inundações, tsunamis, guerras e calamidades de todos os tipos. Mesmo dentro do seu próprio círculo de familiares e amigos há perda, morte e tragédia. Embora a dor seja inevitável, o sofrimento acentuado é opcional, assim também como a felicidade. Vai depender da maneira que cada um se comporta diante da situação.

    2. Construa os seus recursos internos

    Quando você se torna consciente de que algumas dificuldades são inevitáveis, você pode preparar-se mentalmente para enfrentar as adversidades de cabeça erguida. Não será muito diferente do sentimento de um soldado que vai para a guerra. Ele prepara-se física e mentalmente para qualquer possibilidade. O militar sabe que pode ser desastroso, assustador e esgotante, mas ele sente-se preparado e equipado com um conjunto de estratégias que lhe permitem enfrentar a situação com coragem. Na maioria das vezes, quando você está preparado para o pior, o pior nunca acontece, ou é muito menos grave do que o previsto.

    3. Construa os seus recursos externos

    Construa um sistema de apoio baseado na família e nos amigos. Precisamos de alguém com quem conversar, alguém para ajudar a aliviar o fardo. Você vai ficar surpreso ao descobrir que seu amigo já passou por problema semelhante ao seu, e pode ajuda-lo neste momento difícil. O fato de saber que um amigo está lá quando você precisa dele, pode ser muito reconfortante. Se a sua condição perante a adversidade não for ultrapassada e gerar problemas psicológicos como a depressão ou ansiedade, não resista em procurar ajuda de um especialista ou grupos de ajuda. Ninguém é tão forte que não precise de ajuda.

    Fonte: www.escolapsicologia.com

    25/01 - Mc 1,14-20

    25 de Janeiro de 2015

    evandia

    Marcos 1,14-20

    Depois que João foi preso, Jesus veio para a Galiléia, proclamando a Boa Nova de Deus: “Completou-se o tempo, e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede na Boa-Nova”. Caminhando à beira do mar da Galiléia, Jesus viu Simão e o irmão André, lançando as redes ao mar, pois eram pescadores. Então disse-lhes: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. E eles, imediatamente, deixaram as redes e o seguiram. Prosseguindo um pouco adiante, viu também Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão, João, consertando as redes no barco. Imediatamente, Jesus os chamou. E eles, deixando o pai Zebedeu no barco com os empregados, puseram-se a seguir Jesus.

    Entendendo

    O ENCONTRO PESSOAL
    COM JESUS MUDOU A VIDA DOS PESCADORES

    Desde o início de sua vida pública Jesus já deu sinais de um planejamento que deveria ser continuado. Por isso, teve a preocupação de formar um grupo de continuadores e, com ele, fazer um estágio de tudo que veio realizar na implantação do Reino de Deus na terra.

    O grupo foi formado por pessoas simples, pescadores do lago da Galiléia, que tiveram suas vidas transformadas totalmente a partir do encontro com Jesus Cristo. Eles foram convidados a deixar tudo e seguirem o Mestre, que lhes deu como missão saírem pelo mundo atraindo pessoas para Deus.

    A responsabilidade caberia a eles, de levar a mensagem da novidade trazida a todos sem distinção. Jesus colocava diante deles um mar diferente, a humanidade inteira, onde a função de pescadores deveria ser continuada.

    Atualizando

    ALGUNS DEPOIMENTOS SOBRE
    DIVERSAS MANEIRAS DE TER UM ENCONTRO PESSOAL COM JESUS

    O meu encontro pessoal com Jesus Cristo aconteceu quando eu me encontrei comigo mesmo e percebi que tudo que eu julgava dos outros era, na verdade, tudo que eu era. E tudo que eu apreciava nos outros, era apenas reflexo do que eu julgava de bom em mim. Caí por terra e chorei amargamente, quando constatei que as pedras que atirei nos outros me foram devolvidas com a mesma intensidade que eu as havia jogado.

    Ritinha scj.

    A oração é um verdadeiro encontro com Deus Pai, em Jesus Cristo, por meio do Espírito Santo. É o encontro com Deus que renova sua fidelidade inabalável, o seu ‘sim’ ao homem, a cada um de nós, para doar-nos à sua consolação em meio às tempestades da vida e nos fazer viver, unidos a Ele, uma existência plena de alegria e bem, que encontrará o seu cumprimento na vida eterna.

    Bento XVI

    Na Missa temos um encontro pessoal e profundo com a pessoa de Jesus Cristo, tanto pela Palavra como pelo seu Corpo, deixado como alimento na Eucaristia a preencher os nossos vazios. Em toda Missa dizemos: ”Eis o mistério da Fé! Anunciamos Senhor a Vossa morte e proclamamos a Vossa ressurreição, vinde Senhor Jesus!” Quem crê já experimenta a vida eterna aqui na terra, não precisa morrer para encontrar com Jesus. Você pode dizer depois da missa: Eu vi o Senhor! Alimentei-me do seu Corpo e Sangue.

    Pe. Fernando Gonçalves

    Busquei a vida inteira ter um encontro pessoal com a pessoa de Cristo. Invejava alguns amigos que faziam orações com gosto e sensibilizavam a todos. Fiz questionamentos a mim mesmo me achando insensível na fé. Até que um dia aceitei fazer parte de um trabalho voluntário em um asilo de velhinhos e, aos poucos, fui criando gosto e ficando. Hoje posso afirmar que minha fé cresceu e, diferentemente dos outros que “invejava”, encontro a pessoa de Jesus Cristo em cada idoso que ajudo a cuidar e “arrancar” um sorriso.

    Dito Guedes, voluntário da ONG “Unir”

    25/01 - Conversão de São Paulo

    25 de Janeiro de 2015

    Conversão de São Paulo

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    De perseguidor a defensor de Cristo e da Igreja”

    Hoje comemoramos o dia da conversão de São Paulo. Sua conversão tem tanta importância para a história da Igreja que merece uma data especial.

    Saulo, como era o nome de Paulo antes da conversão, nasceu no ano 10 na cidade de Tarso, na Cilícia, atual Turquia. Seu pai Eliasar era fariseu e judeu descendente da tribo de Benjamim, tinha por mérito o titulo de Cidadão Romano.

    Portanto, Saulo era um cidadão romano, fariseu de linhagem nobre, bem situado financeiramente, religioso, inteligente, estudioso e culto. Mas era também, totalmente contra o cristianismo, perseguia todos que se diziam cristãos. Estava presente quando Santo Estevão foi apedrejado até a morte.

    Um dia, seis anos após a Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo, esse homem que perseguia os cristãos, estava próximo da cidade de Damasco, quando apareceu uma forte luz dos céus e o derrubou do cavalo, então ouviu a voz de Jesus lhe perguntando:

    - “Saulo, Saulo, por que Me persegues?” (At 9-4).

    Ao levantar-se, repentinamente transformado pela graça, tinha início à obra extraordinária do grande São Paulo. A partir desse momento, se converteu, foi preparado, consagrado e batizado para dedicar toda sua vida a serviço de Cristo.

    Transformou-se em apostolo de Jesus, pregando a Palavra de Deus em todos os lugares, e convertendo centenas de pessoas. Escreveu várias Cartas e Epístolas do Novo Testamento.

    Foi perseguido incansavelmente, e preso várias vezes até ser martirizado, tendo sua cabeça decapitada no ano 67, quando tinha aproximadamente 57 anos de idade, em Roma. Suas relíquias se encontram na Basílica de São Paulo fora dos Muros, na Itália.

    A maior cidade brasileira leva o seu nome como homenagem e pedido de proteção especial do santo.

    25/01 - Dia da Fundação de São Paulo

    25 de Janeiro de 2015

    Dia da Fundação de São Paulo

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    Início de São Paulo - Pátio do Colégio

    No início do século XVI o litoral paulista já tinha sido visitado por navegadores portugueses e espanhóis, mas somente em 1532 se dá a fundação da primeira povoação, São Vicente, na atual Baixada Santista, por Martim Afonso de Sousa. Com a criação da Vila de São Vicente, instala-se, o primeiro parlamento nas Américas: A Câmara da Vila de São Vicente e realizam-se as primeiras eleições em continente americano.

    A procura de metais preciosos levou os portugueses a ultrapassarem a Serra do Mar, pelo antigo caminho indígena do Peabiru e em 1554, no planalto existente após a Serra do Mar é fundada a vila de São Paulo de Piratininga pelos jesuítas, liderados por Manuel da Nóbrega. Até o fim do século XVI são fundadas outras vilas no entorno do planalto, como Santana de Parnaíba, garantindo assim a segurança e subsistência da vila de São Paulo.

    Segundo o censo de 2000 do IBGE, a população de São Paulo está composta por: brancos (67,9%), pardos (24,7%), pretos (5,8%), amarelos (1,3%) e indígenas (0,3%).

    A forte imigração no final do século XIX e início do século XX, trouxe ao estado pessoas de todas as partes do mundo. Dos mais de cinco milhões de imigrantes que desembarcaram em território brasileiro, grande parte se fixou em território paulista. Atualmente, treze milhões de italianos e descendentes, cerca de 32,5% da população do estado, vivem no estado de São Paulo.

    A população descende, principalmente, de imigrantes europeus (sobretudo portugueses, italianos, espanhóis e alemães). Também há grandes comunidades de povos do Oriente Médio (libaneses, sírios e armênios) e Ásia Oriental (japoneses, coreanos e chineses), além de descendentes de africanos.

    Muitas pessoas de outros estados brasileiros também migram para São Paulo em busca de trabalho ou melhores condições de vida. Em sua maior parte são pessoas oriundas da Região Nordeste do Brasil, de Minas Gerais e do Paraná.

    De acordo com um estudo de 2006, a composição genética de São Paulo é a seguinte: 79% de herança europeia, 14% de herança africana e 7% de herança indígena.

    Fonte: pt.wikipedia.org

     

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